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Eu concordo com o que foi dito, até porque se tratando de e-commerce por exemplo precisamos entender que os deficientes visuais são sim um mercado consumidor e por isso vou realizar algumas modificações na boutique arte angels para que meus clientes com deficiencia visual tenham acesso a todas as informações do site.
olá,
bom eu gostaria muito de saber quais os criterios que se usa para saber se uma pesoa é considera deficiente visual,
pois a pouco tempo decobri que tenho uma cicatriz na retina que comprometeu 80% da minha visão do olho direito á qual os medicos suspeitam que foi quando eu nasci ou quando eu era criança causada por toxoplasmose e segundo eles é irreverssivel mesmo com o uso de oculos, contudo eu ainda consigo ver bem, apenas algumas coisas que estão um pouco longe não consigo ver, os medicos me disseram que foi afetado mais a região central da retina e so consigo enchergar bem ainda porque a minha outra visão esta boa e ela ajuda a afetada mais não me explicaram direito a situação real e se por causa disso a visão do olho bom poderá se afetada com o longo do tempo, sinto muitas dores de cabeça quando forço muito a visão pois estudo muito, leio muito estou cheia de duvidas e gostaria muito de saber se posso ser uma deficiente visual.
Espero ansiosa pela resposta!!!
Boa tarde,
Nós somos um grupo de alunas de Viseu e no âmbito da disciplina de Area projecto
descidimos tratar das deficiências visuais. Gostariamos de saber se há qualquer forma
de nos podermos juntar à vossa causa para realizarmos o nosso trabalho?
Também gostavamos de participar na palestra que se realizará em Lisboa no dia
2 de Dezembro, o problema é que estamos em aulas e é bastante complicado irmos
até Lisboa.
Obrigado pela vossa atenção,
Katia Santos
Prezado Milton,
Fico muito feliz com a sua iniciativa, parabéns!
Também estou buscando desenvolver uma linha braille, para utilizá-la com o ensino a distância.
Como está o seu projeto? Gostaria muito de poder trocar informações com você a respeito, de forma que possamos nos ajudar mutuamente em busca de nosso objetivo comum.
Sou mestrando em mecatrônica, tecnólogo em sistemas eletrônicos, técnico em eletrônica e técnico em automação industrial. Atualmente atuo na área de ensino a distância e tenho foco em educação inclusiva.
Já desenvolvi um esboço do projeto informacional e agora estou começando o projeto conceitual do produto. Tenho contato com instituições de ensino especial e ONGs de apoio a pessoas portadoras de deficiência visual.
Ficaria muito feliz em poder compartilhar contigo nesta empreitada.
Um fraterno abraço,
Sucesso!
Thomás.
Olá,
Bem, felismente este ano tenho uma turma fantástica. Entrei este ano para a faculdade e as coisas têm sido bem diferentes. Eu tive uma experiência horrível mas foi com a minha turma do ano passado, ou seja, no meu 12º ano.
Ao contrário da minha turma que eu tive no ano passado, este ano encontro-me perfeitamente integrada na minha turma. Dou-me bem com eles, sou tratada e penso que sou vista como uma pessoa qualquer e quando eles saem eu vou também! Quero eu dizer com isto que aqui já não sou posta de parte e também não sou tratada como uma coitadinha e sinto-me muito feliz por isso.
Em relação aos trabalhos de grupo, já não fazemos uns em casa dos outros mas, de qualquer forma, eu faço sempre os possíveis por mostrar que sou uma pessoa como outra qualquer, até porque é assim que eu me sinto. Não podemos aproveitar-nos da cegueira para chamar a atenção de outras pessoas pois assim seremos tratados como coitadinhos mas também não podemos ser arrogantes perante ninguém só para mostrarmos que somos autónomos. O melhor a fazer é agirmos como outra pessoa qualquer no nosso dia-a-dia. Claro, há sempre alturas em que precisamos de ajuda em coisas que se tornem demasiado complicadas devido à falta de visão mas, se virmos bem, toda a gente precisa de ajuda em algo.
Bem, espero não ter fugido muito ao assunto e não ter sido muito repetitiva.
Cumprimentos
Sofia, eu acredito no que referes acerca dos teus colegas, não porque eu tenha passado por isso, mas porque estamos a falar de pessoas em fase de final da adolescência e por causa disso, e por causa da mentalidade da sociedade em geral, é bem possível que isso suceda. Quando andava na escola, só os professores é que me lembravam que eu era cega, porque pelos colegas tal não acontecia, felizmente. Eu pedia para brincar com eles, dizendo até o que é que eu podia fazer no jogo. E cheguei a cair e partir dentes por causa disso mas eles também se espalhavam para lá... Mais tarde, se o pessoal com quem eu me dava melhor ia ao café, ao shopping ou assim, eu também ia naturalmente. Porque havia sempre alguém que dizia: "eu também vou", ou alguém me dizia: "anda também". Cheguei a ir ao futebol com a malta e nunca ninguém me perguntou o que é que eu ia lá fazer! Aquilo que eu procurava era interessar-me pelas coisas que interessavam ao pessoal, achando que isso também era do meu interesse: afinal eu também gostava das mesmíssimas coisas. Claro que o pessoa via os meus livros e a máquina de Braille, e por isso também queriam mexer e ver se eram capazes de perceber alguma coisa; também achavam graça ao meu computador; e cheguei a apresentar rapazes cegos a amigas minhas da escola e para elas eram rapazes como os outros: queriam era conhecê-los, tal como eu queria conhecer os amigos delas. Sofia, lá na tua turma não fazem trabalhos de grupo em casa uns dos outros? Se sim, podias falar com os teus pais e combinarem um trabalho em tua casa, e depois arranjavas-lhe um lanchinho simples. Parece uma coisa parva mas aí aquela meia dúzia de pessoas ia ver que tu és uma pessoa normal, que faz o mesmo que elas e que tens acções bondosas. Tudo leva tempo, mas há que começar por algum lado. bjs
parabens pelos comentarios na minha opni]ao o amor ea base de tudo sem ele é manifestado o nada portanto vidente ou não vidente está en segundo plano...
olá Jorge Teixeira, é totalmente possível o uso do jaws com o power point, eu já fiz algumas coisas con fotografias, no meu caso eu uso o jaws7.10, e é possível colocar movimentos, sons, músicas e algunns movimentos, com certas limitações por falta de acessibilidade do jaws e também do virtual vision, que também pode ser usado no power point, tudo é uma questão de treino, me mande um email e vou tentar te ajudar com algumas dicas, ok?
o meu email é:
wagnerlimadv@gmail.com
um forte abraço, wagnerlima.
Olá Mariana
Comprendeu exactamente o que aqui testemunhei, talvez por viver uma realidade próxima á minha.
Espero que eu venha um dia ater o prazer de escutar da minha filha as bonitas palavras de reconhecimento que a Mariana aqui escreveu.
Qualquer mãe ficaria grata por ver que o seu empenho foi bem aplicado. E não duvide, Mariana, que não é fácil também para nós, mães, escutar tais comentários e descodificá-los de forma a serem compreendidos por crianças inocentes, para quem a sua realidade nada tem de estranho mas que, aos olhos dos outros, se lhes apresenta esquisita.
O esforço tem de ser ainda maior para transmitir á criança uma realidade saudável, sem camuflar as diferenças, sem negar as dificuldades, mas antes tentando ultrapassar as barreiras com transparência, verdade e realismo.
Também eu não consigo ler os livros que a minha filha me solicita. Essa tarefa eu reservo ao pai, mas em contrapartida sou eu que lhe conto as histórias mais fascinantes que jamais alguém ouviu, dando-lhe o previlégio de ser ela a escolher os protagonistas mais inacreditáveis.... Também sou eu que curo as suas feridas, que brinco as brincadeiras mais divertidas e que faço os penteados mais bonitos.
E o pai, como todos os pais, é o seu pai adorado, que anda de bicicleta, ajuda nos deveres escolares e e ajuda nas tarefas que a mãe não consegue ou não pode por qualquer motivo.
Assim somos uma família, feliz, com os nossos problemas, como tantas outras.
não é tudo maravilha, claro que não, não somos heróis nem heroínas, somos pessoas que apesar da vontade de acertar, por vezes também erramos.
Que Deus nos abençoe para que a nossa caminhada seja coroada de bons resultados.
LDias
Cara Anónima
Não me ofendeu, não carece de desculpas. Não tomei o seu comentário como uma ofensa pessoal mas antes como uma opinião, a qual me sentiimpelida a comentar com outra opinião. A sua opinião, baseada na sua experiência pessoal, é tão válida quanto a minha, também ela baseada na minha experiência pessoal.
Isto que aqui estamos a fazer é debate e não ataque. Todas as opiniões são dignas de respeito, a minha, a sua e a de todos os que assim desejarem manifestar também a sua.
Amizade, LDias
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