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Últimos comentários

  • Sofia Santos comentou a entrada "Apresentação" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá,
    Sim, eu vou para a faculdade este ano e vou tirar um curso que se chama ciências musicais. É a única faculdade em Portugal com este curso e, desde que este existe, apenas duas pessoas cegas o frequentaram.
    Vamos ter disciplinas de história da m´+usica, etnomusicologia, tecnicas de composição musical, leitura de partituras, filosofia da música, entre outras.
    É um curso com várias saídas proficionais, desde administração publica, gestão e divulgação do património musical, composição, ensino, etc.
    Desde criança que sempre gostei de música. Adoro cantar e, para além das aulas de canto, já tive também, há alguns anos, aulas de piano. Aprendi musicografia braille mas vou ter de relembrá-la outra vez pois já há uns 4 anos que não leio nada dessa área, ou seja, vou ter muito que batalhar! Mas acho que, quando se gosta realmente, vale sempre a pena.
    Beijinhos.

  • Sofia Santos comentou a entrada "Apresentação" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá Filipe,
    Obrigada pelo apoio. Sim, eu também já fui muito mais tímida do que agora e finalmente ganhei corajem para cá escrever! Lool.
    Beijinhos

  • Sofia Santos comentou a entrada "O que eu mais quero" à 16 anos 5 meses atrás

    Pois, é normal que não me tenhas visto por aqui porque eu nunca escrevi nada no site até há bem pouco tempo.
    Já criei um blog mas ainda só fiz a minha apresentação. Realmente tenho muitos assuntos dos quais posso falar. Talvez seja um bocado exigente comigo própria no que diz respeito à escrita (e não só) o que, se eu for a ver, complica muito as coisas. Lol.

  • Ana Rocha comentou a entrada "Rally de cadeira de rodas" à 16 anos 5 meses atrás

    Ana RochaBom dia professor Luis Neto, antes de mais por me ter respondido, eu por apresentar um problema genético chamado Síndrome de alstrom que pode ver na secção de oftalmologia ceguei totalmente aos 15 anos (oitavo ano), como ja antes só via 10 decimos de visão fiz o pré-escolar no centro Hellen Keller onde aprendi o braille aos 4 anos, saí de la aos 11 ans e passei então depois pelas escolas que lhe falei. Quando acabei o secundário no agrupamento cientifico-natural tinha o desejo de ir para matemática e biologia não escolhi esses cursos biologia por não ter tido informações suficientes matemático devido a minha fragelidade nas demonstrações; acabei por ir para informática onde estive durante 5 anos mas não me estava a dar bem com a programação e este ano mudei então para o curso de estatística aplicada porque era o curso que me davamais equivalências e permitia-me ficar na mesma faculdade, a minha faculdade é a faculdade de ciências do campo grande. Sempre o que me custou mais foi a mobilidade porque so tive pela primeira vez aulas no 55ºano com o professor antónio casimiro mas dois anos depois ele mudou de escola e se tive mais 1 ano de mobilidade foi pela força que eu e a minha mãe fizemos com a drel... um professor que me ajudou imenso e que eu adorava voltar a encontrar...
    A partir desse ano as aulas em rio de mouro de mobilidade complicaram-se porque começaram as obras da estação dos comboios e eu cegando tive de aprender tudo do 0.
    ainda consegui aprender com a ajuda desse professor...
    na faculdade fiquei outras vez dependente até que consegui amigos que me ensinaram o caminho durante ano e meio, até que soube da técnica da acapo mas nunca tive aulas regulares.
    Sei fazer bem o percurso até aí as escolas e para a minha faculdade; oriento-me muito bem dentro do metro por ganho meu de confiança e porque não me importo de perguntar e pedir ajuda.
    Eu conheço a professora Carla que esteve este ano a trabalhar consigo. Em resposta ao blog da madalena ribeiro eu conto a minha história detalhadamente...
    Ao longo destes anos tem-me vindo a despertar o gosto por partilhar com os outros tudo o que eu aprendi ou seja dar formação e reabilitação, mas os meus cursos não tem ramo em educação mesmo assim eu gostava de fazer um estágio ou um mini curso que me permitisse trabalhar no ensino especial...
    No mês de Julho estive no centro Nossa senhora dos anjos onde ja tinha estado no curso de verão ha alguns anos e através do centro arranjaram-me uma menina a quem estive a ensinar excel e que foi para mim uma experiência gratificante. pode depois tambem visitar aqui o meu blog que é ana rocha e a minha página pessoal feita exclusivamente por mim que é: http://anainformatica.no.sapo.pt.
    Com os melhores cumprimentos Ana Rocha
    mail: alanarocha@sapo.pt
    msn: ana.golfinha@gmail.com

  • Ana Rocha comentou a entrada "Empregabilidade: Mais oportunidades para estudantes com deficiência" à 16 anos 5 meses atrás

    Ana RochaBom dia sérgio, eu gostava de saber como nós pessoas com deficiência nos podemos candidatar a essas bolsas? eu estou no último ano do curso de estatística aplicada com mainor em informática e esse projecto ia-me ajudar muito, visto que eu luto a anos para conseguir ajudas técnicas pela segurança social para um portatil e uma linha braille mais importante a linha braille portátil...
    beijos Ana
    mail: alanarocha@sapo.pt

  • professorneto comentou a entrada "Rally de cadeira de rodas" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá Ana Rocha
    Fico satisfeito por ter lido esta mensagem e ter pensado em «rever« um pouco da sua própria história de vida.
    O meu nome é Luís Neto, sou professor especializado em Educaçáo Especial, Problemas de visão.
    As minhas escolas de intervenção sáo, portanto, e dentro da nova organização escolar, os estabelecimentos de educação do Pré-escolar ao 3.º Ciclo. Trabalho no agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto que agrega as escolas do 1º ciclo com jardim de infância Rio de Mouro1 e 2, a Escola de Rinchoa 1 (junto à linha do comboio) e a Escola 2,3 Padre Alberto Neto.
    Naquele agrupamento foi criada a Escola de Referência para alunos Cegos ou com Baixa Visão e eu era, até agora o único professor ali colocado efectivo. A partir de Setembro terei mais uma colega efectiva, sendo esta escola ainda apoiadda, no ano lectivo passado por uma outra docente, também ela cega. (Digo "também" porque, não sendo eu cego, penso que a Ana será.)
    O meu trabalho é o de prestar apoio directo aos alunos cegos, nas aprendizagens do Braille e do dia-a-dia e também em realizar trabalhos escritos, testes e outros em Braille para os alunos cegos ao nível das diversas disciplinas e depois fazer a transcrição para tinta/negro dos documentos executados pelos alunos para os docentes poderem classificar.
    Como só estou em Rio de Mouro desde 2003 não conheço a maior parte das professoras que menciona, conheço apenas a Dr.ª Ana Dias mas não mantemos um grande contacto. De qualquer modo, os alunos cegos completam os estudos secundários numa escola do Cacém pois é aí a Escola de Referência para o secundário.
    Quanto às referências que faz relativamente à qualidade das escolas, penso que todas elas se sentirão muito orgulhosas de terem quem delas fale assim.
    Para completar o «quadro», gostaria que me falasse um pouco mais de si, principalmente no que diz respeito ao que faz agora que já saiu do secundário.
    Continua a estudar? Está a trabalhar? Como tomou conhecimento com este site, como o usa, se lê Braille e como o faz, etc. Se quiser responder fico-lhe muito agradecido.
    Se for caso disso desejo-lhe umas boas férias.
    Felicidades!

    Luís Neto

  • Sérgio Gonçalves comentou a entrada "Empregabilidade: Mais oportunidades para estudantes com deficiência" à 16 anos 5 meses atrás

    Sérgio Gonçalves
    Viva Jorge, concordo totalmente com o que acaba de dizer.
    É que numa grande maioria dos seres humanos, deficientes ou não, pensam sempre que são as pessoas mais infelises do mundo, tudo o que possa haver de negativo só lhes acontece a eles, e para os outros acham sempre que teem a maior sorte do mundo.
    Esta forma de estar e de pensar não tem nada com o facto de se ser deficiente ou não, mas com posturas negativistas que o ser humano em grande percentagem tem.
    Abraços, e felicidades para si.

  • Jorge Teixeira comentou a entrada "Empregabilidade: Mais oportunidades para estudantes com deficiência" à 16 anos 5 meses atrás

    Eu tive a sorte de encontrar um emprego que veio ao encontro das minhas expectativas e da minha formação. Mas há muitas pessoas deficientes visuais que não conseguiram isso. Felizmente, a "subcidiodependência" e a ideia de que ser-se cego era sinónimo de se conseguir uma cunhazita para se entrar mais facilmente numa faculdade ou em alguma outra estrutura onde se pretendesse entrar, mesmo que se não fosse merecedor desse privilégio, a não ser pelo facto de se ser deficiente, felizmente, repito, essa forma de pensar é cada vez mais rara entre os deficientes.

    É preciso mais educação, também para nós! É preciso mais emprego, também para nós! São precisas mais oportunidades, também para nós!

    Porém, NÓS, os deficientes visuais, também precisamos de ter cada vez mais vontade, cada vez mais a ideia de que, se para os outros as coisas são difíceis, para nós _ deficientes visuais e qualquer outro tipo de deficientes _ as coisas são ainda mais complicadas; isso não é culpa do governo, nem das empresas, nem de Deus. Aliás, nem é culpa de ninguém. O que acontece é que as coisas são como são e cada um de nós, deficiente ou não, tem de ser forte, competente e corajoso até mais não poder.

    Obrigado Sérgio, pelos conteodos de tão grande interesse que nos tem oferecido. Um abraço, Jorge.

  • patykagospel comentou a entrada "Educação Especial - eu também" à 16 anos 5 meses atrás

    oi Ana, como é bom saber disso. fico feliz por você!

  • Ana Rocha comentou a entrada "Rally de cadeira de rodas" à 16 anos 5 meses atrás

    Ana RochaBoa tarde professor Pedro, em que escolas você é profesor? eu andei desde 93-94 na escola primaria nº3 da rinchoa onde fui acompanhada pela professora Amélia Neves, uma grnde amigaqueeu não esqueço e a quem devo muitos obrigados... fui para a escla rearatoria eb2 3 Padre alerto neto onde fiz aminha preparatória mais uma vez tendo a prof. Amélia como professora de apoio, que foi o meu 7ºano substituida pela prof. Ana Paula Lopes outra prof. que i o meu braço direito até ao 10º ano juntamente com alguns outros professores que ainda hoje recordo; em 99-2000 fui para a secundária leal da câmara, uma escola que para mim a melhor do conselho de Sintra... uma escola que foi para mim como a minha segunda casa... fui apoiada no 10ºano pela prof Ana Paula e por uma professora destacada mas não sabia braille; no 11ºano e restante a professora Ana Dias mai uma vez para mim uma professora e amiga de peito, o meu braço direito e muito mais, uma verdadeira amiga... Eu digo que a Leal é a minha segunda casa porque a minha mãe trabalhou lá quando eu era mais pequena e eu ia la muitas vezes, qd fui para o 10ºano foi muito engraçado ter professores que eu conhecia de pequena e ter contacto com outros que me conheciam apesar de não terem sido meus professores mas esmo sem isso eu afirmo que a Leal é a melhor secundária de Sintra e de Lisboa...
    Ana Rocha mail: alanarocha@sapo.pt

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