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Olá Madalena!
Fiquei emocionada ao lêr o teu blog, até chorei!!
É de facto uma grande lição para muitas pessoas, a força, coragem e vontade de aprender e criar a nossa própria indepêndencia é mostrar aos outros que somos capazes de enfrentar a vida e sermos pessoas 'normais', ao contrário do que muitos possam pensar.
Eu neste momento tenho 15 anos(faço os 16 de hoje a uma semana), e vou agora para o 11º ano, tenho baixa visão (10%), a tendencia é para piorar e perder a vista que apesar de ser pouca ainda a tenho. Tenho passado momentos dificeis na minha vida escolar, sinto-me diferente e sozinha, porque apesar de ter muito apoio da minha familia e dos meus professores, etc, falta-me amizade verdadeira. Eu tenho essa amizade verdadeira, mas está longe de mim, precisava de ter os meus amigos ao pé de mim, etc,
Apesar de tudo agradeço a Deus por ter a familia que tenho e a escola que tenho, o apoio dos meus professores, funcionários e sobretudo da minha familia e dos meus amigos é essencial e são eles em conjunto que me ajudam a ultrapassar os momentos dificeis e a conformar-me com o meu suposto futuro.
Fica aqui o meu endereço de e-mail: jessyca-natacha@hotmail.com
Beijinhos
oi ana sou o tiago de lisboa de 20 anos, e estou aqui para dêz de ja agradecer a tua força para continuar a prienxer o blog! e estou também surprezo com o teu blog...parabéns! noto que és uma rapariga com muinta perssonalidade!!! e é sempre bom ver que ha mais pessoas com perssonlalidade forte! conprimentos e até breve, espero eu!
Gostaria de apresentar aqui uma bela história que o amigo Valdeci Ramos, também participante deste site, me enviou recentemente. Acho que é muito profunda, apesar de simples, como o são todas as coisas importantes da vida. Aqui vai:
Subject: o cavalo cego.
Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá. De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem. Isso já é de se admirar.
Se você ficar observando, ouvirá um sino.
Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor.
Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo. Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos. Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.
E assim são os bons amigos.
Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.
Por favor, ouça o meu sino.
Eu também ouvirei o seu.
Viva de maneira simples,
Ame generosamente,
Cuide com devoção,
Fale com bondade....
Pense antes de agir para não se arrepender
E creia, deixando o resto para: Deus...
Se me permitem uma pequena reflecção:
Acho que o mundo está cheio de cavalos cegos e de cavalos guias. Acho que todos nós, independentemente da nossa capacidade de ver, ouvir, falar, andar, etc, somos, às vezes cavalos cegos, outras vezes cavalos guias...
Obrigado, Valdeci! Você me guiou neste trechinho do caminho!
Obrigado pelas suas palavras. Felizmente, a maioria das pessoas que nascem ou se tornam deficientes, fazem da sua dificuldade uma vitória e não uma derrota. Você, como muitos outros, é o exemplo disso. O meu caso é mais ou menos parecido com o seu. Também não sou cego, mas, com o tempo, embora os médicos não me tenham dito que possa cegar, venho sentindo alguma diminuição na minha acuidade visual. Contudo, lá me vou governando com os meus dez por cento de visão.
Entretanto, costumo comentar com a minha mulher que se eu cegasse, certamente estaria mais à vontade com isso do que uma pessoa que sempre tivesse visto normalmente. É que nós, que já temos alguma deficiência visual, fomos criando mecanismos, quer físicos quer psicológicos, para nos adaptarmos ás dificuldades de lidar com o problema dos olhos; enquanto que, aqueles que nunca se viram restringidos no campo da visão tÊm muito mais dificuldade em se adaptar. Aliás, a capacidade de adaptação do ser humano é muito grande e a de um deficiente, seja ele de que tipo for, tem de ser ainda mais elevada do que a das pessoas consideradas normais.
Quero ainda dizer que, na minha opinião, Deus não nos criou deficientes. Acho que Deus cria a todos com as mesmas capacidades de se desenvolverem. Vejo a deficiência como um produto de coisas que nos acontecem depois do momento em que fomos criados. Segundo o que tenho estudado, reflectido, e descoberto com a ajuda da minha intuição _ intuição é uma das formas que temos para ouvir a voz de Deus dentro de nós mesmos _ a incapacidade que cada um de nós pode ter a qualquer nível, serve para despertar em nós _ à custa de querermos ultrapassar essa dificuldade _ condições físicas, psíquicas e emocionais que nos levem a melhorar nos parâmetros em que falhamos anteriormente. Eu tentarei escrever um pouco mais sobre isto na segunda parte do meu texto "AJUDEM-ME A PENSAR!". Estou protelando um pouco essa segunda parte do texto porque as pessoas ainda estão a comentar a primeira e esses comentários têm-me sido de grande utilidade na busca de respostas às questões levantadas.
Grato, uma vez mais, Jorge.
Olá Helder:
Realmente, o telemóvel é óptimo para ler. Não conhecia esse programa "y edit" de que você fala. Ele é melhor do que o quick office? Gostaria também de saber que telefone você usa e que software de leitura tem instalado. Eu uso o Nokia 6630 com a versão 3.0 do talks e tem funcionado bem. Mas, mais tarde ou mais cedo terei de trocar de telefone e gostaria de saber da experiência de outras pessoas com modelos mais recentes. Um abraço a todos, e neste momento, um agradecimento especial ao Helder pelo seu comentário.
Olá, tudo bem
Achei otima a sua sugestão só que não consegui colocá-la em prática.
Você pode me enviar o modelo
Grata
Nalú
Jorge, não sou cega, mas tenho uma doença na cornêa que ao longo do tempo posso chegar a cegueira. Desde criança tenho dificuldades de enxergar, tenho estrabismo, miopia, astigmatismo e ceratocone. Sempre tive muitas dificuldades para conviver com essas limitações. Mas lendo seu questionamento, penso que não devemos perguntar porque em meio a tantas pessoas teve que acontecer conosco, mas talvez pensar que nós fomos os escolhidos.
A ciência não tem explicação absoluta de todas as coisas que nos acontece, mas sabemos que tudo que temos e somos e por escolha Daquele que nos criou.
Hoje tenho consequencias do meu estrabismo, minha coluna é desviada por eu ter que olhar para todos os lugares meio de lado. Mas os meus anseios são maiores que minhas dificuldades. Hoje, estou na graduação de pedagogia e estou escrevendo meu projeto de monografia, adivinha qual será meu tema? Lógico que será na área que tenho dificuldades ou seja,deficiência visual,mas especificamente a cegueira. Não me sinto derrotada pelas dificuldades que tive na minha infãncia e ao longo da minha caminhada. Mas sinto a vitória.
Quantos portadores de qualquer "limitação" tentam e não conseguem?
Somos vitoriosos por termos nascidos, e conquistado o que temos e somos.Louve sempre a Deus por tudo.
Preciso muito de você. Não foi por um acaso que te encontrei e pude ver os comentários de seus amigos.
Somos escolhidos!
Olá Iara, eu sou o Sebastião, li a sua mensagem para o Wellington e achei muito parecida com a nossa. É que o meu filho também nasceu prematuro no 6º mês de gestação e por isso perdeu a visão na incubadora. Hoje ele tem 18 anos e está na faculdade. Também aprendemos com ele a viver de uma forma mais feliz. Moramos na cidade João Monlevade no interior de Minas Gerais.
Abraços,
Sebastião e família.
Meu filho usa MSN: djmhds@hotmail.com
Bom-dia, das várias ferramentas que dispomos para ler prefiro o telemóvel, tenho nele instalado o quick office e o y edit que dão muito jeito na leitura dos formatos .doc e .txt; sinto-me mais confortável ao ouvir através do telemóvel; quanto às minhas leituras enumero aqui as desta última semana; a sultana que relata a vida das mulheres na Arábia Saudita, os dados estão lançados de jean-paul sartre, a náusea do mesmo autor e a peste de albert camus, também leio muitos artigos que recolho através de pesquisas que faço na net e depois meto no tele, principalmente de cariz histórico, filosófico e da área das emoções: neurologia psiquiatria e psicologia etc. e assim vão as minhas leituras! quanto à forma de adquirir os livros, existem várias listas de partilha de livros como as listas : leia e livraria virtual, as duas dos grupos do google, e se accionar-mos o motor de busca e digitarmos o nome da obra juntamente com a palavra download aparecem links para fazer o respectivo download, algumas obras já nem têm os direitos de autor.
viva sofia, não tenhas proridos em participar aqui no grupo, estamos aqui para ajudar
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