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Olá Tiago, parabéns pela tua coragem e persistência... os teus textos são a prova de um grande testemunho para qualquer um de nós. Eu sei muito bem o que é perder a visão lentamente, mas ainda bem que as coisas se estão a resolver... vai em frente, força! bjs Ana Rocha
olá!
gostaria de saber se tem alguma possibilidade
de conseguir doação de ração.
se precisar fazer algum trabalho voluntário
para conseguir faço.
obrigada!
carina
Ana se é assim como dizes é uma boa ideia!
Obrigado por teres respondido.....
Cumprimentos
Marciel
Marciel.antonio@gmail.com
Ana RochaOlá Marlon, eu chamo-me Ana, tenho um grande fascínio por java, html, php e outros... Eu estive no curso de informática durante 5 anos, onde aprendi java e html, mas não consegui ter vocação suficiente ara programar e mudei para estatística aplicada mas com mainor em informática. O mainor é um conjunto de cadeiras que podemos escolher de outros cursos.
Eu consegui aprender bem foi o html em que fiz um a pequena página que é: http://anainformatica.no.sapo.pt que quem quiser pode visitar...
Eu queria perceber como você aprendeu javascript e php e se podiamos trocar experiências e eu desenvolver mais...
se quiser adicione-me ao msn: ana.golfinha@gmail.com ou me envie um mail para: a
alanarocha@sapo.pt
Cumprimentos Ana Rocha
Olá Marciel e todos os outros
Sim o caderno que me deram estava em Braille, e toda a informação que lá tinha, também se encontrava numas placas, para os normo-visuais.
Cumprimentos
Ana Andrade
Ana RochaEu quando iniciei o 10ºano era cheia de preconceitos, achava que nunca ia saber o que era a adolescencia, o quer o amor, pois tambem era gorda, cega e ouia mal mesmo com os aparelhos... se no centro de reabilitação em Julho desseano tinha aprendido que a vida afinal tinha sentido, mal cheguei a escola onde ia ter professores que me conhciam de pequena porque a minha mãe tinha trabalhado lá como funcionária, estavam todos assustados por terem umaaluna cega, mas todos juntos com o amor dele ja que não tinha os amigos do 9ºano que tinhamos sido todos separados pela escolha de árias la passei eu uma fase bem dificil pois tava a ver que não arranjavamos professor de mobilidade mas com muito esforço da escola lá conseguiu-se que eu tivesse uma aula de vez enquando onde eu mais uma vez aprendia tudo de novo, também me senti muito feliz no dia em que depois de cega consegui fazer o percurso de casa a escola sozinha, foi uma sençação tão boa de sentir que podia andar sozinha, que era independente, foi um dos dias mais felizes e até chorei de alegria... no fim do secundário mais uma mudança se adivinhava a escolha do curso foi muito dificil... o primeiro ano da faculdade surgiu a ansiedade de conhecer novos colegas novos professores, as praches em que os colegas que estiveram comigo foram espectaculares... mas não deixou de ser um ano dificil pois tinha deixado dter mobilidade novaee, era a minha mãe que me levava até a porta da sala e que ficava longas horas a noite a passar a computador os apontamentos que eu trazia dos meus colegas... Até que uma professora minha de apoio que tive quando saí do Keller aos 11 anos, que foi minha professora de apoio se ofereceu para me ensinar o caminho gratuitamente, e trouxe-me a alegria de ser independente de volta... no ano de 2006 eu participei no encontro jovem de Viseu onde conheci um rapaz fantástico que me falou da professora de mobilidade da acapo a quem eu recorri nesse ano porque a minha professora que me ajudava tinha de tomar conta dos netos e eu ainda tinha muitas dificuldades, isto já no meu 2º ano da faculdade eu ganhei confiança em mim e no fim desse mesmo ano ja eu ia toda contente para a faculdade sozinha, aprendi a andar dentro da faculdade com a ajuda dos meus colegas, seguranças e professores...
Esse encontro jovem fo muito importante para mim pois em 2007 esse rapaz fantástico que eu conheci chamado André Lucas é agora meu namorado!!
Não vos contei ainda o inicio da minha história, eu nasci perfeitinha mas aos 3 meses de idade a minha pediatra notou que eu tremia muito a vista, isto é, apresentava uma doença chamada "nistagmo". por isso não conseguia destinguir as cores, comecei a andar muito tarde, etc. Aos 4 anos os meus pais decidiram inscrever-me no Keller onde nesse mesmo ano no pré-escolar me puseram uma máquina de braille a frente e me ensinaram a escrever. Eu não tinha muitos amigos e estava poucas vezes com os meus primos porque moravamos longe, e então nos recreios escondia-me atrás dos legos ou fugia para os baloiços para poder brincar como os outros, aí eu ainda via mas era muito pouco, e a professora como achava que eu ouvia mal e não conseguia dizer algumas palavras por volta dos 5 ans comecei a ter terapia da fala... a primára até correu muito bem ainda no keller, tinha muitos amigos Mesmo assim era uma menina muito triste porque os meus pais descutiam muito e no meu ano da quarta classe 2 porque a repeti foi a separação, mas essa reptição eu ja não era para estar no Keller, mas como tive de ficar foi um dos piores anos da minha vida quer em casa quer na escola porque a professora nem sequer ostava de mim...
Finalmente aos 11 anos saí de lá, e fui para a escola oficial onde pude com ajuda de duas professoras fantásticas perceber o quanto o Keller era uma escola protectora e conhecer o mundo cá fora. esse ano de quarta classe a brincar porque a proofessora do Keller me tinha chumbado e ninguem percebia porquê porque eu estava preparada para o quinto ano, foi um ano de escola perdido mas ganho de muita amizade e carinho... A minha professora de apoio que se chamava Amélia Neves foi quem me mostrou os livros de leitura que no Keller eu não conhecia, uma bengala que foi também para mim ao principio um objecto muito estranho, as calculadoras e de tudo um pouco...
A ida para o 5ºano até correu bem, eu ia ansiosa por conhecer novos amigos e novs professores porque não podia ficar na mesma escola que os colegas que tinha tido por causa de ter osapoios do ensino especial, mas tudo correu muito bem, até ao dia em que eu no oitavo ano comecei a cegar lentamente; a andar sem ser a direito, a não reconhecer as letras e os desenhos em ampliação que dantes eu reconhecia, etc.
Foi para mim o ano mais dificil mas com o apoio da minha mãe e do meu padrasto (a pessoa que eu mais adoro), e toda a familia mais uma vez me apoiaram.
Foi quando eu ceguei que finalmente através de exames se descobriu que o meu problema era genético, e daí eu ser mais gorda que o normal na altura ver e ouvir mal... Para saberem mais sobre a minha doença vejam na secção de oftlmologia o Sindrome de Alstrom.
Esta é a minha história. obrigada a todos!!
Ana RochaOlá Madalena, antes demais quero dar-te os parabéns pela coragem que tinhas e tens dentro de ti... Eu durante a minha preparatória enfrentei a fase de ter cegado no oitavo an e das pessoas olharem para mim com pena... Tive muita falta de livros mas para isso tive a minha mãe que chegava a caminhar todos os dias para mandar digitalizar os livros na mediateca no campo pequeno para depois ela corrigir. A maior barreira foi as aulas de mobilidade, porque o professor que me dava essas aulas tinha modado de escola e a drl não lhe queria pagar horas para ele me dar mobilidade a mim e aos outros colegas, mas com grande esforço e luta da minha mãe la o consegui ter por mais um ano precisamente o ano em que eu ceguei e que tive de voltar a andar como se fosse uma criança. Também achei a minha altura da puverdade diferente das outrs crianças. mas a passagem para o 10ano foi muito dura apesar de ter escolhido a ária das ciências e de não ter professora que soubesse ler braille , era eu que lia os meus testes aos meus professores, mas consegui com muita alegria ensinar a minha professora de fisico-quimica e a de matemátca a lerem braille... No 10ano a minha turma era horrivel andavam comigo obrigados como no caso da Madalena; e tal e qual foram os professores que me deram apoio e carinho, apresentando-me novas coisas da vida e outros colegas que mais tarde s tornaram meus amigos e não me descriminavam... Tive um secundário muito duro passava imenso tempo sozinha quer na escola quer em casa... Se mudei devo isso aos meus novos amigos, a minha professora de apoio que veio no 11ºano que apesar de não saber braille me ajudou muito na parte dos livros, relevos e até na minha vida pessoal... no fim do 10ºano fui para o centro nossa senhora dos anjos, não fui antes por ter cegado aos 15 anos e nos dizerem que só aceitavam pessoas com 17 anos, aí foi quando descobri que a vida fazia sentido e me comecei a tornar na mulher, dura meiga e doce que sou hoje... o resto da história é outra história.
Os religiosos usam, às vezes sem se darem conta disso, métodos de raciocínio que os cientistas não exitariam em reclamar como seus. Por seu turno, os homens da ciência, valem-se frequentemente da fé para impulsionar o seu trabalho! Tal acontece porque as pessoas _ sejam da ciência ou da religião _ têm dentro de si as emoções e a capacidade de raciocinar, as quais se manifestam quando são chamadas ao palco da vida de cada uma dessas pessoas. Pensamento e sentimento; razão e emoção; raciocínio e intuição; existem para se auxiliar e é o que fazem dentro do nosso ser, aceitemos isso ou não.
Jorge Teixeira
Ana mas o caderno que te deram estava em braille?
cumprimentos Marciel
Marciel.antonio@gmail.com
Olá Tiago
Eu estive a ler todos os teus textos publicados até ao momento, e a primeira coisa que tenho a dizer-te é que tens muita coragem.
Depois, o teu caso só mostra a incompetência dos médicos, que infelizmente repete-se vezes sem conta. Se não vejamos o recente caso das 6 pessoas que cegaram no hospital de Santa Maria.
Mas voltando ao teu caso, ainda bem que decidiste publicar a tua história, acredita que para algumas pessoas os teus textos podem ajudar muito.
Tal como tu eu sou cega, mas eu cá já nasci assim, por isso não sei o que é perder a visão aos poucos, mas acredita, felizmente ser cego já não é sinónimo de inválido ou de coitadinho.
Continua a escrever!
Cumprimentos
Ana Andrade
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