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Últimos comentários

  • anaandrade89 comentou a entrada "As Coisas Que Fazem Falta" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá Patrícia!

    Em primeiro lugar, obrigada pelo comentário, e por teres partilhado a tua experiência, não te preocupes não é uma maçada partilhar com os outros aquilo que pensamos, ou que já aprendemos, pelo contrário, isso é muito bom e até pode ser útil para outras pessoas.

    Realmente eu defendo a integração numa escola oficial, exactamente por tudo o que dizes, assim conhecemos outras pessoas, e aprendemos outras realidades. Eu apenas frequentei escolas oficiais, e sinceramente acho que não gostava que tivesse sido de outra forma.

    Cumprimentos!

    Ana Andrade

  • anaandrade89 comentou a entrada "Reflexão" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá!

    Muito prazer!

    Pois é como eu digo, ninguém gosta de ouvir esses comentários na rua, há-de vir o dia em que a sociedade consiga olhar para uma pessoa com limitações sem fazer qualquer comentário.

    Cumprimentos!

    Ana Andrade

  • brunofoliveira comentou a entrada "Reflexão" à 16 anos 5 meses atrás

    Parabens e esse teu texto.. tu escrevi o texto bem... Sou o Bruno Francisco Correia de Oliveira e tenho 25 anos. Eu tenho algumas dificuldades económicas, acrescidas aos meus problemas motores e de fala, devido à paralisia cerebral que tenho. Eu andar A minha companheira (cadeira de rodas) á rua.. Nao gosto de ouvir coitadinho! o meu msn: bruno.oliveira.22@hotmail.com!

    Espera a tua reposta!

    Beijinhos

  • . comentou a entrada "PME não empregam deficientes" à 16 anos 5 meses atrás

    Esta criação de subsídios para culmatar a perda de produtividade dos deficientes sempre me causou alguma estranheza. Acho que também é uma forma de discriminação, pode ser positiva para o deficiente, mas é discriminação. Ora, sejamos práticos: se o governo vai atribuir um subsídio para insentivar a empresa a empregar deficientes que produzem menos, não é mais útil empregar uma pessoa sem deficiência. Afinal o objectivo da empresa é produzir ou fazer caridade?
    Concordo que se dê emprego a pessoas com deficiência, mas não me parece coerente culmatar uma discriminação com outra. Penso que a verdadeira sensibilização deve passar sim pelo esclarecimento dos empresários, pela escolha de funções que possam ser tão bem desempenhadas por determinado deficiente como por um não deficiente e não por pagar aos empresários para fazerem o favor de empregar um coitadinho.
    No meu caso, quando fui trabalhar para determinada empresa que foi financiada pelo governo para me empregar, ouvi o seguinte discurso do director: "Você vem trabalhar para cá porque é do nosso einteresse empregar uma pessoa com deficiência". Eles no momento nem precisavam dos meus serviços mas fazia-lhes jeito pelo que iam receber e para darem uma imagem de bondade para o exterior. Claro que eu fiquei a ganhar, mas isso está correcto?
    Pensem nisso!

  • Hudson comentou a entrada "Novo site para cadastrar currículos e vagas de emprego" à 16 anos 5 meses atrás

    Existe o SIVC ( Sistema Integrado de Vagas e Currículos para Pessoas com Deficiência), que é um sistema integrado de bases de dados e serviços, com acesso gratuito pela Internet, onde pessoas com deficiência podem, com facilidade, disponibilizar e atualizar seus currículos, além de consultar vagas de trabalho colocadas pelas empresas, também em espaços gerenciados por elas.
    Para acessar o SIVC clique em http://www.selursocial.org.br/.

  • Marcio Paladino comentou a entrada "Dica para fazer uma agenda prática utilizando-se o Word " à 16 anos 5 meses atrás

    Caro Célio,quero muito um modelo de sua agenda,pois pretendo emplanta-la aqui na minha Igreja pra termos ainda mais organização nos eventos da mesma.
    Desde ja agradeço a sua atenção

    marcio pontes

  • aldinha comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    não podia estar mais de acordo com a tua exposição, realmente temos que arrostar as dificuldades que estão ao nosso redor com muita pertinácia, obstinação, até porque a nossa força de carácter, personalidade vincada terá um forte impacto nos outros e ganhará o seu respeito, mesmo que não o dêem a entender.

  • aldinha comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    realmente é assim como referiram nos comentários precedentes, a mais potente segregação emana das próprias famílias dos deficientes, umas vezes por receio de que algo de mal aconteça aos deficientes, outras por serem produtos de uma cultura discriminadora, mas o super-protecionismo é a causa que mais afecta e corta as asas, pois para que a família, mormente os pais se sintam seguros incorrem numa proteção desmedida que trunca por completo as asas, ou seja cercea a possibilidade de uma vida independente e de auto-realização sem grilhetas de familiares, depois estas amarras que vêm da família extrapolam na outra parte da sociedade que é uma réplica da nossa. isto de ser deficiente é duro, não se limita a carregar este fardo por uma vida mas também suportar os preconceitos dos outros, que são preconceitos do nosso entorno...

  • Isabel Lopes comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    Cara Ana, quero agradecer-lhe muito as palavras que me dedicou, são sábias e verdadeiras, o pior é quando a força não parte de nós, quando somos os primeiros a duvidar de nó´s, mas depois de partilhar aqui um pouco da minha vida tenho que admitir que me sinto mais forte e só por isso obrigada a todos os que me têm apoiado.
    Eu prometo aqui perante tanta gente que visita este blog que vou tentar ser forte, enfrentar a fammília e defender aquilo em que acredito, não posso passar a vida como uma pena que o vento leva para onde está virado.
    Obrigada a todos.

  • Sérgio Gonçalves comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    Sérgio GonçalvesAna, concordo em pleno no que dizes, são palavras mais do que verdadeiras, mas que em muitos casos não dá muito geito nas nossas vidas.
    Tal como a Isabel, também eu estou a levar pancada de todo o lado, embora não por questões amorosas, mas profissionais, e se por um lado concordo que temos de ser nós a sermos fortes para ultrepassar, não é menos verdade que em determinados momentos a vontade é chutar tudo para o alto.
    Percebo muitíssimo bem a Isabel e os seus problemas, e o que lamento profundamente, é que seja no seio familiar que em muitos casos se vivem os maiores problemas no que diz respeito aos deficientes.
    Talvez em determinadas famílias se viva mesmo a mais pura discriminação.
    Cumprimentos a todos, e muita força para quem dela tanto precisa.
    Sérgio

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