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Mas se tu gostas dele vai enfrente e o que bem do lado deicha falar é sinal que não são mudos.....
Marciel
marciel.antonio@gmail.com
Muita ousadia, determinação e paixão!
Parabéns pelo grande feito e pela determinação.
É um grande exemplo de vida a todos!
Com determinação e força de vontade conseguimos tudo!!
José Bonifácio
olá atodoso meu nome é marco e não percebo lá muito de informática, mas a verdade é que quando ouvi falar no dosvox fiquei com algumas espectativas, tantos jogos,programas e outras coisas que pareciam úteis e divertidas ali mesmo ha mão. mas apanhei uma grande disolusão o programa é muito pesado, os jogos são aborrecidos e muito infantis e fáceis. quanto ás outras coisas que lá existem podemos encontrar noutros locais, sem ser preciso fazer o dowload do dosvox e . por isso acho que é uma má escolha . uma abraço a todos
Eu acho a IDEIA sensacional, porque tenho certeza que qualquer tipo de pessoa podera utiliza-lo, por exemplo um motorista de Taxi, pega um passageiro e comeca a corrida, o passageiro fala o endereco e sem parar o veiculo para digitar os dados fornecidos, o motorista jah fala o endereco desejado e pronto o aparelho interpreta e localiza, monta a rota e jah comeca a dar as coordenadas.
Achei a ideia Fantastica.
Parabens, espero que de tudo certo
Oi Marcia sei mt bem o que vc está passando, a alguns meses tbem tive a triste notícia q meu filho Caio de 5 anos e portador da sindrome,descoberta essa que fiz praticamente sozinha após o falecimento de seu pai em maio de 2008. Logo depois de ser diagnosticado que seu pai veio a falecer devido a sindrome fui pesquisar e confesso que me desesperei qdo percebi ser hereditaria, nenhum medico em minha cidade me dava uma resposta cada um falava uma besteira maior. Mas confesso que já percebia que meu filho tinha problemas de visão mas cheguei a leva-lo a vários médicos. Q do um belo dia com a cara e coragem fui a São Paulo saber mais sobre a doença onde passei a me informar melhor e graças a Deus e aquela minha atitude de coragem, com alguns contatos consegui tratamento no hospital do Fundão no Rio DE Janeiro ,onde foi diagnosticado que meu filho e portador da sindrome confesso que chorei mt , mas pedi forças a Deus e hj apesar de meu filho amado ter sub-lixação cristalina ter 13 graus de miopia, uma escoliose simples ,ele vive um avida normal foram meses horriveis até chegarmos aqui. Confesso q não e fácil, mas creio em Deus e peço a Ele todos os dias para que seja descoberta a cura e falo para todos sempre que o céu é nosso limite e tenho toda certeza desse mundo quie meu filho vai ser curado!!!!
Oi meu nome é renata estou fazendo faculdade ....... e la tenho que fazer um trabalho sobre deficiencia visual e no fim tenho que colocar uma frase que identifique isso e que seja bem claro o que deficiencia
Gostaria de ajuda
emai ldaniela_mart_tins@hotmail.com
Olá linda !
Espero que te encontres bem, e que tenhas terminado da melhor forma o secundário...
Ainda bem que tentas combater a tua timidez, nada melhor que começarmos por baixo... eu já estive cá inscrita há uns anos mas reactivei a conta, pois desta vez achei que se me inscreve-se seria para participar! Confesso que tb ainda não escrevi nada mais pessoal por vergonha, mas vou tentar tal como tu hehe !
Adorei conhecer-te, a ti e a tua Togo que é fantástica!
muitos beijinhos para ti Sofia.
Bom dia, não é meu hábito entrar em foruns e comentar, mas este tema diz-me muito e por isso...
Sou cega desde muito pequena é há algumas coisas que eu gostava de partilhar.
Sim é verdade, os sogros, as tias e também muito importante os amigos condicionam bastante uma pessoa a assumir uma relação com uma pessoa cega, especialmente se for mulher, e depois quém faz as coisas lá em casa? É que na óptica dos preconceitoosos a mulher cega não serve para criada, que aé a visão que essas pessoas tão inteligentes têm de uma esposa.
No entanto nem se preocupam em conhecer a pessoa e as suas capacidades.
Isso aconteceu-m algumas vezes ao longo da minha vida.
Agora tenho uma pessoa que me aceita sem reservas nem vergonhas, mas... é bem mais novo que eu. E lá vem outra vez o preconceito, desta vez da parte da minha família e amigos, que não entendem que eu já fui vítima disso mesmo.
O preconceito existe, temos é de saber se conseguimos lidar com ele ou não. Eu sempre achei que sim, mas agora como são os meus próximos que me atacam, já não sei. r
Olhe Jorge, não se sinta melidrado porque quem for consciencioso entendeu perfeitamente o seu ponto de vista. Eu partilho consigo este caso: Os meus pais, ambos cegos, criaram dois filhos, uma com cegueira e outro normovisual. De facto, tiveram uma formação tão boa durante a sua juventude que nunca fizeram distinções devido à deficiência e eu e o meu irmão sempre brincamos na rua com os outros, andávamos de bicicleta e de patins, íamos ao circo, e éramos castigados se mandássemos a bola para as couves da avó ou se chamássemos nomes a alguém! Além disso, a nossa mãe sempre nos trazia bem limpinhos e cozinhava refeições deliciosas. O nosso pai tinha uma orientação que até hoje me impressiona: ele conhecia Lisboa e Porto quase tão bem como a sua aldeia e por isso íamos passear a sítios que ele é que os conhecia! Quando o meu irmão começou a ficar mais crescido já evitava que nos aproximássemos de coisas desnecessárias como obras, bancadas ou portas que não nos interessavam. Mas o pai é que dizia: "Agora vamos virar ali, atravessar aqui, apanhar o autocarro tal, sair na paragem tal, vamos tomar café sei lá onde". Nunca me senti diferente por isso e como cega que sou, acho que essa vida dos meus pais me preparou muito em termos práticos. Por vezes, penso que se os pais fossem normovisuais, será que eu teria aprendido a cozinhar, a engomar, a arrumar a casa da maneira que aprendi e tão cedo como foi? Quando saí de casa para fazer um curso e fui morar com outras pessoas, a minha mãe nunca teve medo que eu não conseguisse fazer as minhas coisas. Claro que tal como os meus pais, por vezes preciso recorrer a ajudas. Um alerta: os meus pais foram educados em determinadas instituições já extintas, os chamados colégios. No meu percurso escolar no ensino normal, e até por casos que fui observando, reparo que falta fazer muito no que respeita a ajudar os jovens cegos a aprender os aspectos práticos da vida. Quanto mais cedo se aprender, melhor, mas sem forçar, porque cada jovem precisa viver a adolescência no seu tempo e da sua maneira porque tudo isso se vai reflectir no momento da pessoa querer ter a sua casa e a sua família. Mas, a escola nunca substitui a família, deve ser sempre um complemento. cumprimentos
Olá marco,
Pois é, esta ideia da exposição veio exactamente da minha própria curiosidade em poder tocar em instrumentos que apenas conheço pelo som.
Queria também agradecer-te pela tua sugestão pois posso de facto incluí-la no meu projecto com muito gosto!
Beijinhos
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