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Ana RochaOlá Patricia, quero dar-teos parabéns por este teu texto...
e compreendo perfeitamente pois eu ceguei lentamente aos 15 anos e por acaso ja tinha saido do keller a 6 anos atras onde cá fora consegui aprender como era o mundo, tão diferente do keller.
Eu ao principio tambem apesar da vontade de aprender não aceitei logo a cegueira, e ainda hoje não gosto de usar a bengala mas uu-a pois é a bengala que nos ajuda a nossa independencia... bjs
Ana RochaEu tambem tive experiencias como as vossas, inclusive no 9ºano tinha uma professor de ingles que achava que eu não ia fazer mais estudos depois do 9ºano e nao me ajudava, quando um dia mais tarde ela soube por uma colega que e agora a minha explicadora de ingles que eu tinha ido para a faculdade ficou calada... Muito ja foi melhorado mas por outro lado ainda a muito a fazer tambem... E em todas as escolas existem pessoas fantasticas que nos ajudam como existe o contrário. bjs
Olá, eu sou a Jessica Natacha e tenho 16 anos.
Não recebi o seu e-mail, mas no entanto se quiser adicione o meu contacto no msn.
Eu felizmente ainda vejo, tenho 8% de vista, mas o provável é perder a vista aos poucos.
É bom aprendermos seja o que for e ensinar quem quer aprender, portanto será um prazer ser sua amiga.
Beijo
olá sérgio, tudo bem? aadorei o teu texto sobre a praia para cegos, acho interessante. mas quando isso vai chegar a portugal? não sabemos. as vezes penso que somos um atraso de vida. bem vou andando, beijinhos e se quiseres me adicionar no msn tens aqui o meu mail aana.6@hotmail.com gosto de fazer novas amizades
olá eu tambem gosto muito de musica. conheço 1 site que te
m radios do mundo inteiro. www.blindradio.com se quiseres me adicionar no msn podes. fica aqui
o meu mail aana.6@hotmail.com beijinhos espero que falemos em breve
A internet, além de uma maravilhosa ferramenta também pode ser um grande auxílio neste aspecto.
Já tenho visto deficientes trabalhando virtualmente em diversos setores como atendimento ao cliente, designers, desenvolvimento e muito mais.
Ao contrário do que ocorre em trabalhos que exigem a presença física do deficiente, pela internet iremos avaliar apenas sua capacidade e não suas dificuldades.
Aposto que futuramente teremos muitas surpresas, quando vermos grandes trabalhos nos mais diversos ramos, e descobrirmos que foram feito por deficientes, quem sabe, em suas próprias casas.
Viva,
Tenho mesmo que concordar com o que escreveu!
Invisual, ou outras coisas (quem tem experiência neste campo já ouviu de tudo -- audiovisual, por exemplo), são eufemismos que me parecem que servem para diminuir aos olhos de certas pessoas o carácter trágico que eles atribuem à cegueira. A verdade é que a cegueira é uma especificidade como outra qualquer e, cego é só uma palavra... como as restantes.
Cumprimentos.
Olá, minha gente.
Tal como a Patrícia, também frequentei uma escola dita especial somente do primeiro até ao 5º ano. Se senti muitas dificuldades em integrar-me na especial (uma vez que os colegas também cegos não me queriam deixar participar em certas brincadeiras), no ensino normal vi-me às aranhas para ultrapassar certos obstáculos, pois ainda não tinha em mim a humildade de pedir ajuda e, quando pedia a certos colegas, diziam a outros para o fazer até que me tornei bastante agressivo e depois quase ninguém se aproximava de mim.
Felizmente houve tempos felizes, nos quais amadureci e me senti, quanto mais não seja, homem, pois tive pessoas que me ouviam, com quem podia contar as minhas angústias, etc., e aí é que pude ir recuperando a minha auto-estima.
Isto para vos dizer o quê? Precisamente, que as pessoas tanto podem ser iguais a elas próprias num local frequentado com pessoas com o mesmo tipo de limitações ou não. O que é fundamental para a sua integração é o apoio recebido e o acompanhamento prestado.
Tiago Duarte
Ana RochaOlá Ana, parabéns pela tua reflecção. eu concordo plenamente contigo e faço das tuas palavras as minhas palavras. é muito importante existirem professores d ensino especial que ensinem um pouco de tudo como deve ser. Eu propria gostava de fazer uma formação/especialização no ensino especial...
Ola, Joana. Realmente, creio que a televisao brasileira ainda nao assumiu o papel educativo que poderia exercer. Se eu estivesse na situacao da personagem Anita, acho que teria desmaiado, ja que sou uma pessoa humana que morre de medo de animais! Teria sido mais proveitoso se a personagem tivesse participado de passeios realizados, por exemplo, pelo Grupo Terra ou pelo Projeto Carona, aqui em Sao Paulo. Alias, a novela e filmada aqui em Sampa, e essas empresas estao sediadas aqui tambem.
Sera que teremos de esperar a terceira novela da Globo para termos audiodescricao? A primeira foi America, em que o personagem Jatoba era quase um super-heroi; a segunda esta sendo Caras e Bocas, em que a personagem Anita poderia aparecer engajada em muito mais acoes positivas comuns ao cotidiano dos reles mortais (comprar pao na padaria sozinha e encontrar muita gente interessante na rua, por exemplo). Qual ser[a proxima?
Cristiana M. C.
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