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Últimos comentários

  • José António Lourenço Martins Baptista comentou a entrada "rádios: " à 16 anos 5 meses atrás

    Olá Ana Rita!

    Também gosto muito de música.
    Obrigado pela lista de rádios que é muito útil, sem dúvida.

    Deixo aqui mais duas, que gosto muito de ouvir:
    Rádio Europa
    http://www.radioeuropa.fm/
    Rádio Radar
    http://www.radarlisboa.fm/

    bjs,
    zétó

  • anónimo comentou a entrada "Deficientes: Associação quer ver lei contra discriminação regulamentada" à 16 anos 5 meses atrás

    Viva,

    Acho que era importantíssimo a revisão desta lei, pois no mundo do trabalho ainda há muita discriminação e por vezes não temos provas para expôr o nosso caso.

  • marco castanhaanónimo comentou a entrada "ACAPO denuncia incumprimentos por canais televisivos (*)" à 16 anos 5 meses atrás

    olá a todos os leitores, este comentário está muito certo e demonstra o desrespeito que a população em geral e aqui os canais televisivos em particular têm pelos deficiêntes. Anão dobragem das reportagens dos telejornais deários é uma grande falha , se forfalado em inglês ainda nos desenrascamos porque quase todos sabemos um pouco, mas se forem asiático, muçulmano,ou mesmo europeus como por ex. alemães não percebemos nada. E por falar no provedor da rtp já ha muito tempo que estou a mandar e-mails a falar sobre este assunto e até hoje nunca tive resposta. Deve ter muito que fazer!!, lol(, um abraço a todos .(

  • anónimo comentou a entrada "Escola ganha guias para invisuais" à 16 anos 5 meses atrás

    Quem fomentou todo este acontecimento foi o facto de se tratar de uma escola de referência, fica aqui um voto de parabéns para o dinamizador desta Escola de Referência e todo o grupo de trabalho.

  • Luís Medina comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    Ana,
    Freqüentemente, estamos a ser derrotados por nossa falta de confiança. Somos capazes de dizer: “Somos iguais a quaisquer outros, senão nos olhos, mas nos anseios, nos sonhos e, na capacidade de agir, cuidar-se e fazer-se respeitar”. O discurso sai farto, mas quando nos vemos confrontados com as opiniões adversas, por vezes, estamos a indagar se isto tudo é realmente verdade. E creia que não duvido desta verdade. O que ocorre é que, todos os dias, temos de adicionar um tijolinho no edifício da segurança. Em pessoas que não possuem quaisquer deficiências, isto ocorre de maneira mais ou menos natural. Em geral, não há sabotagens. Ao crescer, vê-se com naturalidade que os gostos, as aptidões e os anseios amadureçam. Contudo, quando estamos a falar de deficientes, há sempre a noção de que devem ser protegidos. O protegido é aquela pessoa que, não tendo meios de garantir-se por seu próprio talento, necessita da tutela de pessoas “mais experientes”. Mas nem é certo que necessitem de tutela, nem é certo que seus ditos “tutores” realmente tenham maior discernimento.
    E é verdade que deficientes, em geral, são pessoas menos maduras e menos preparadas para a vida? Sim, é claro que isso é verdade. Se tudo isso depende da experiência e justamente isso nos é negado, então, de que modo poderia ser diferente? Certa vez, um colega narrava-me que estudou em colégio interno para cegos. Viviam um mundo apartado de todo o exterior. Contudo, ao completarem 15 anos, tinham de sair do colégio e, como resultado, nos dois anos seguintes, verificava-se grande número de meninas grávidas. E por que foram tão prematuras? Simplesmente porque não as deixaram viver.
    Estão a exigir-nos que sejamos adultos, maduros, ponderados, mas não nos permitem trilhar o caminho da maturidade. Falam-nos com o vigor de quem sabe, mas muitas vezes, fazem-no apenas com a autoridade de quem paga as contas. Eis o grande problema. Sem dinheiro, não se pode experimentar; sem experiência, não se pode amadurecer; e sem amadurecimento não se tem o respeito das pessoas crescidas. E por isso, muitos crescidos sem autonomia continuam ser tratados como crianças.
    Não, não estimulo a rebelião. A superproteção é fruto de amor e, a bem dizer, de falta de maturidade e experiência dos pais no que tange à cegueira, à surdez, à paralisia... então, estão a chamar-nos infantis: mas não é infantilidade ignorar o argumento de que ou se ensina a pescar ou, no futuro, não haverá peixe? Não é desarrazoado ignorar que os filhos deficientes devem trilhar um caminho singular no que tange à deficiência, mas perfeitamente corriqueiro no que tange ao resto da vida? Ignorar qualquer destes fatos é pouco razoável. Mas o que fazer se a admissão de quaisquer destas verdades obriga à mudança de comportamento que os pais não desejam. Eles querem o caminho da sua segurança. Desejam não se sentir culpados. Se um filho deficiente se machuca com a vida, então, consideram-se responsáveis por não terem sido capazes de protegê-lo. Quando o amor se converte em sufocação, então, deixa de ser vitamina para converter-se em veneno. Mas como pedir que deixem a situação conhecida? Confiam mais em si próprios do que no mundo. O mundo é terra de ninguém em que reina o mais forte e, se seu filho é frágil, então, deixá-lo erguer as asas é deixá-lo perder-se, aniquilar-se, esfacelar-se com o peso do mundo.
    Quando dizemos: “Pai, mãe, desejo libertar-me”. O que, na verdade, estamos a fazer é pedir que contrariem o instinto, dediquem-se a uma ponderação lógica e concluam que o ganho do curto prazo transforma-se em perda irreparável no longo prazo, que, no longo prazo, seus filhos serão mais frágeis porque não deixaram-no exercitar o músculo da resistência.
    Então, não há saída? Sim, é certo que há. Mas na maioria das vezes, a rebeldia não é o caminho. Eles estarão a procurar motivos para restringir-nos o passo. A rebeldia é a prova maior de que estão imaturos e, portanto, enrijece a resistência. Os pais precisam de que lhe ajudem a superar o medo de libertar seus filhos deficientes. Os filhos podem ser seus professores. Porque um dá ordens, restringe e paga as contas, não decorre imediatamente que seja o mais forte. Isto nem mesmo é uma disputa.
    Por vezes, os pais falam desajeitadamente: “Quem lhe vai querer se é cega?” Então, diga-me: se admitirem que, mesmo sendo cega, tem todas as condições de vencer na vida e de despertar o interesse de muitos rapazes, o que terão de fazer em seguida? Terão de afrouxar o laço. Mas o amor e, principalmente, o medo não permitem que o laço se afrouxe. Ora, ora, é claro que poderá ser feliz e que poderá ter um relacionamento de cabeça erguida. Mas antes é preciso que tenha a cabeça erguida. Confie em si. Este é o grande inimigo a ser combatido. Não creio que a deficiência afaste tanto as pessoas quanto se pode imaginar à primeira vista. O que realmente afasta é a falta de perspectiva, os olhos cabisbaixos, o sentir-se pequeno, o sonhar pequeno, o falar como se tivesse medo da vida. Um dos ingredientes do amor é a admiração. Mas admira-se pouco aquele que se vê vencido antes que tenha tentado o suficiente. Há alguns anos, via-me como você, sem alternativas, subjugado pelo poder dos que comandavam minha vida. Quando os assuntos sérios eram falados, minha opinião era desnecessária e, após algum tempo, concluía que devia-me calar. Mas acreditei que devia estudar, estudar como se tivesse de viver ou morrer pelos livros e, ao cabo de alguns anos, concluí a universidade, o mestrado e empregava-me. Veio a autonomia financeira e, por meio dela, a autonomia de ação. Mas fui responsável. Embora não tenha agradado os pais, a autonomia do protegido nunca agrada, dei o passo que podia dar e, a seguir, outro, e mais outro... O caminho foi pavimentado com angústia, mas teve fim. Agora, estou em outros caminhos, mas já senti exatamente o que sente agora.

  • Ana Rocha comentou a entrada "As Coisas Que Fazem Falta" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá a todos, eu tambem andei no Keller desde o pré-escolar até aos 11 anos, por acaso saí de lá por causa do divorcio dos meus pais. Mas ainda bem que saí pois foi na escola oficial que aprendi o que custa a vida cá fora, que aprendi a crescer e a ser eu a lutar pelo que queria e não os outros... Concordo com as palavras da patrícia... e obrigada pelos vossos testemunho, é sempre bom partilhar esperiências...s

  • tiago alexandre comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    oi ana sou o tiago lopes, de 20 anos...sou de lisboa! e gostaria só de dizer que sim infelizmente nos dias que correm muintas pessoas cegas, sofrem de certa forma com a "descriminação" por parte dos fameliares, eu á uns tempos a traz também passei por algumas coisas do género: ah i tal não vás para a rua não conssegues, não te quero a mexer em foguões aiinda te queimas coisas deste género, mas ana acho que a melhor maneira de conbatermos isso é mesmo demonstrar que consseguimos, não podemos deixar que familiares ou assim, nos inibam de certa forma, afinal de contas acho que quem acaba por sentir mais isso somos nós cegos, e não os familiares. é triste mas é assim mesmo!

    força conprimentos tiago lopes.

    deixo também aqui o meu indereço de email para o caso de quereres trocar algumas inpressões digamos assim!

    tiago-lopes.21@live.com.pt

  • tiagduarte comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    Olá Ana!

    Hehehe... mais uma Ana no nosso meio, loool.

    Olha amiga, também cheguei a ter esses problemas que relataste com a minha família, e não foi por isso que, graças a Deus, me deixei abater. Hoje também trabalho, fui para Lisboa alguns tempos (o que era impensável por parte de todos). Por isso segue em frente nos teus objectivos, e quanto mais conseguires mostrar-te firme nas tuas decisões aos que te rodeiam, melhor, mesmo que no fundo tenhas alguns receio; porque a vida é um risco, e um dia temos de dar um passo.

    Entretanto, já te adicionei no msn para nos conhecermos melhor.

    Beijinhos e até breve!

    Tiago Duarte

  • professorneto comentou a entrada "diferença entre cego e invisual" à 16 anos 5 meses atrás

    Não conheço, em Portugal nenhuma escola de Invisuais. Onde se situa?
    Na realidade como professor de educação especial, apesar de ouvir com frequência as pessoas referirem-se aos cegos como invisuais, penso que a palavra "cego" é a de maior e mais comum uso.

    Diz J. M. C. :: 27/09/2005 in http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=15896

    "...Cego é a palvra geral, popular e culta, aplicável a todos os privados de vista. Mas invisual é termo bem formado e, linguisticamente (ou até puristicamente), nada tem de condenável, desde que se aplique em uso eufémico ou em intenção de valorizar os cegos.»

  • ananascimento comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 5 meses atrás

    olá pessoal, sou a ana da ilha da madeira. tenho 26 anos e sou cega de nascença. é dificil mas não é impossivel. tenho o déssimo segundo ano e me orgulho de ter chegado até aqui. hoje trabalho como telefonista na direcção regional de educação especial e reabilitação. gosto do que faço, sinto que sou útil. mas em casa a família põe sempre muitos entraves. eu, sei arrumar a casa, lavar louça, lavar roupa, enfim, mas tudo o que se trata de cozinha e engomar minha mãe nem deixa chegar perto. é sempre a mesma conversa, vais te queimar, não podes fazer, etc. quase todos os dias brigamos, eu digo sempre: e quando ja não tiver mais aqui? como vai ser? fico sempre sem resposta. sinto-me frustrada. queria ser como os outros, ser o mais autónoma possivel. é complicado. sempre que me apaixono minha mãe diz: achas que vais poder casar? quem vai querer uma cega? dói ouvir isso. para ela eu nunca vou sair de casa. serei sempre a menina cuitadinha, protegida da mamã, não pode ser! ao longo da minha vida apaixonei-me muitas vezes sem conrrespondencia, mas tive 2 namorados. o primeiro vinha sempre a minha casa mas tinha vergonha de sair comigo. vergonha de me apresentar aos amigos, familia, que iam dizer? não arranjavas coisa melhor? o segundo não queria trabalhar, tava a espera que eu lhe sustentasse. é triste. agora conheci um rapaz pela met. é normovisual, gostamos um do outro não sei como. nunca tivemos juntos mas ja falamos por net e telefone a 3 anos. não sei o que isto vai dar, mas o que é certo é que ele quer que eu seja integrada no meio do ambiente dele, amigos familia, sendo vista como uma pessoa normal. ele diz que tem receio do que vem por aí, mas não quer voltar atrás. ele quer enfrentar e isso faz-me sentir feliz embora não sabendo como isto vai acabar. será que é desta? tou farta de sofrer. mas há muita coisa na minha vida que tem de ser melhorada. obrigada pela vossa atenção, com muitos beijinhos da ana, aqui fica o meu contacto de msn: aana.6@hotmail.com

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