Está aqui

Comentários efectuados por Ana Duarte

  • Ana Duarte comentou a entrada "Amizade" à 11 anos 10 meses atrás

    António,
    Com 18 anos, o seu amigo trocou-o por um carro... é ridículo imaginar isso, fê-lo porque a amizade dele tinha preço e ele optou pelo que valia mais para ele, nessa altura. Coisas de menino sem maturidade, ainda, não ligue. Algum dia cairá nele mesmo e pensará em si, quando tiver outra idade e os interesses na vida dele forem outros e, quem sabe, quando apanhar com algumas portas na cara! O importante é a pessoa nunca alimentar rancores, nem permitir que outros o façam, para envenenar o coração de quem se dá por inteiro na amizade.
    Há valores que dinheiro algum no mundo paga e como tal, não podemos permitir que hajam motivos para deixarmos de ser generosos com as pessoas de quem gostamos e com quem convivemos, mais ou menos, até com humildes desconhecidos!
    Afinal, se nos faz feliz sermos bons uns para os outros porque não continuar a sê-lo, mesmo depois das desilusões? Também podemos desejar que nos façam a nós o que fazemos aos outros. No entanto, não lhes façamos a eles, o que eles nos fazem a nós! Estaríamos a "descer de escalão"... pense nisso e não se deixe magoar mais do que a conta. Pare para pensar e ajude-se a si mesmo a encontrar o caminho certo a trilhar, assim que se sinta preparado para assumir novas rédeas. Seja feliz! Desejo válido para todos... caríssimos. Neste Blog ninguém está só e para a frente é que é o caminho. Por isso, adiante, pois tristezas não pagam dívidas, como se diz por aqui!! Fé e confiança num futuro melhor e em novas amizades!
    Abraços,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Como é ver???" à 11 anos 10 meses atrás

    Muito obrigada, Tiago pela tua partilha! Não quer aprofundar algum ponto mais...
    Permita-me dizer que acredito que para alguns normovisuais mais sensíveis, tímidos ou com alguma dose de baixa auto-estima, também se pode vir a tornar mais fácil, estimulante ou enriquecedor um relacionamento com um cego do que com um normovisual, por neles se tender esperar encontrar maior honestidade, pureza de espírito, confiança, esperança e sensibilidade!
    Em termos muito pessoais e sobre o que não posso divulgar grandes detalhes mas os bastantes (peço compreensão), é muito importante para mim entender bem a vossa posição e sensibilidade, enquanto cegos e quanto mais opiniões e divergentes puder ter sobre este tópico, tanto melhor...
    Perdi duas pessoas numa só, muito especiais para mim e de quem ainda muito preso (apesar de tudo) e me orgulho de sentir GRANDE AMIZADE e senti-la-ei até o último dia da minha vida (mesmo sem ser mais correspondida) e "velar" pelo seu bem, mesmo que ao longe me possa querer e eu o possa ter sob o meu olhar mas sem ser vista, sem deixar de ser quem conheceu "...uma excelente pessoa, mais dificil de encontrar do que uma agulha num palheiro", mas decididamente mais fácil de contentar, se não me vier a renunciar três vezes, como Pilatos fez a Cristo, a caminho do seu calvário!
    A este "Alguém" tenho muitas coisas a agradecer, por me promover um crescimento interior incalculável e multifacetado, que me impele a uma evolução altamente gratificante! A Deus, por sua vez, agradeço tê-lo colocado no meu caminho e nunca me ter levado a capacidade e humildade que dia-após-dia cresce em mim, de reconhecer e reparar erros, mesmo os de outrem a quem eternamente darei novas oportunidades de se redimir, apesar de me ter prejudicado (quando eu nunca agi por mal a ninguém), não me envergonhando nem cansando de humildemente pedir perdão e de tudo o que esteja ao meu alcance fazer, por um dia vir a merecer, um voto de confiança perdido, sem margens de dúvida, por parte de um ser que apenas considero um Amigo, tão insubstituível como qualquer outro.
    Este gesto, é bom vincar, não se trata de qualquer tipo de ausência de amor próprio, mas de um gesto nobre de carácter, que assim deve ser interpretado, se tiver nobreza de espírito e de carácter, além de maturidade e inteligência para o compreender e reconhecer a capacidade, a frontalidade, o valor e a coragem de DAR A OUTRA FACE, em favor do bem comum e prosperidade, como Cristo quis ensinar a fazer com o Seu exemplo e tão sabiamente nos apelou à capacidade de perdoar 70x7 (indefinidas vezes, diante de todo o arrependimento). Um Cristão, praticante ou não, não é mais do que um ser errante, que deve almejar a santidade e esforçar-se por ser um exemplo, contagiante!
    Para rematar, permitam-me recordar que se deve esperar de um Amigo que o seja de facto e que nunca se tenha preocupado só consigo mesmo, que não deixe de fazer todos os esforços possíveis (e quase impossíveis), para reaver aquele de quem é Amigo, da mesma forma que um pastor que perde uma só ovelha, no meio de um grande rebanho, não se cansa de a procurar até ao último dos seus dias, porque essa ovelha é para si tão importante quanto cada uma de todas as outras do rebanho...
    Um abraço,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Como é ver???" à 11 anos 10 meses atrás

    Infelizmente escapam-me as horas para comentar este texto "afetos", que apreciei imenso e pareceu tão interessante, mas por intermédio dele e de um outro, ouso atirar sobre debate, um outro tópico, quanto a mim muito pertinente... em virtude de tudo quanto nele possa estar integrado e nem sempre a descoberto, logo imperceptível para quem se vê ou viu em algum dilema desta natureza.
    Por vezes, interrogo-me se haverá maior número de casais cegos (namorados, juntos ou casados), ou cegos com normovisuais/ normovisuais com cegos... e em que tipo melhor se sentem enquadrar os cegos (têm preferência/ facilidade na relação) e porquê? Acho que seria um excelente tópico para uma boa discussão, se não tiver sido já levada a cabo antes. Se já foi, então eu perdirei a alguém um breve rezumo, por favor, pode ser?! (sorriso rasgado) Muito obrigada,
    Abraços,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Como é ver???" à 11 anos 10 meses atrás

    Fico muito lisonjeada porque tu e outras pessoas tenham gostado do meu comentário, absolutamente fiel aos meus sentimentos e impressões e que possa ter respondido a algumas inquietações de A, B ou C, aqui neste espaço de gente que será boa. Agradeço a tua disponibilidade para a amizade e fico muito feliz por isso, também. Querendo aparecer pela lista dos cães-guia (no yahoo.com.br), estou por lá com um pouquinho de maior assiduidade. Ali tenho alguns amigos e conhecidos com quem aprecio imenso conversar e, principalmente, aprender sobre o melhor amigo do homem, as suas fantásticas abilidades, sobretudo enquanto "cão profissional" (guia de cegos) e pedir quaisquer conselhos para lidar com algum tipo de problema que o meu cão de companhia possa ter, de vez em quando. Partilhar histórias é um gosto enorme e a escrita, poética ou não, é uma predilecção...
    Também achei muito pertinentes as tuas palavras e percebi muito bem o teu lamento pelo constrangimento da falta do olhar, num relacionamento mais intimo. Acredita que quando há romance no ar com um elemento cego, a ausência de olhar pode penalizar ambos os lados se não conhecerem bem o outro, portanto, a qualquer falta de confiança no outro que vê, senão mesmo no que não vê, devido às tais mensagens que o olhar fica impedido de transmitir ou receber, impedem de entender a veracidade e profundidade dos sentimentos um do outro, que sustentaria quaisquer inquietações, além das demais formas de sensibilidade ao toque, capazes de se perceber no olhar, nem que se não queira! O olhar isolado do resto (desculpando a franqueza) pode tornar-se uma incógnita no meio do silêncio e um cubinho de gêlo sobre uma chama ateada, mas incapaz de a derreter, ou mesmo de dobrar o aço e não constrange porque não despe com o olhar, o que também faz falta... e isoladamente, o olhar não consegue soltar o mel da paixão... já auxiliado pelos trejeitos que se evadem de lábios mesmo emudecidos, é possível resgatar algum lume e depois, a voz, o gesto e o sentir do pulsar do coração um do outro dão um empurrãozinho, se transmitidos com sensibilidade e profundidade de sentimentos... senão, a brincar a brincar, não se torna convincente e corre o risco de não ser correctamente interpretado! Pelo que li algures, parece-me que tens um sexto sentido bem apurado, logo, confia nele e ntrega-me na justa medida da tua certeza e não sofrerás senão o suficiente e suportável, acredita!
    Um abraço a todos,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Como é ver???" à 11 anos 10 meses atrás

    Há muito tempo eu não aparecia por aqui e fiquei muito satisfeita por observar o curso das conversas.
    Efectivamente, há muita coisa de que um normovisual se pode interrogar sobre a vida de um cego e compreendi que um cego de nascença, naturalmente, não verá do mesmo modo que um indivíduo cego tardio e sobre isso, ainda não tinha ponderado bem, devo admitir. Enquanto normovisual que também sou e muito sensível por natureza, também me preocupo e interesso bastante por este mundo, ao qual qualquer normovisual pode ficar sujeito, quando menos esperar, se o destino assim o quiser e ninguém o puder contrariar!
    Como em tempos dizia, também eu fechava os olhos e ainda fecho muitas vezes, hoje em dia, nomeadamente no trajecto de casa para o trabalho, que faço maioritariamente a pé e onde adoro sentir tudo quanto os outros sentidos me possam oferecer (já consigo dar cerca de 18 a 20 passos sem abrir os olhos, nem desviar-me muito da rota, mas não resisto à batuitice de abrir os olhos ao fim de algum tempo, para me certificar de que tudo vai bem. Claro que o faço quando não passa ninguém, ou nem sei o que pensariam... que eu ia a dormir pela rua, certamemnte! hehehe). Adoro passear sobre o relvado de um parque e sentir o alto r baixo relevo sobre os meus pés e a sensação transmitida por isso, ou ainda, sentar-me num banco de jardim e manter os olhos fechados, para melhor apreciar todas as riquezas que tenho em redor, com a devida calma e entrega: o chilrear das aves, o ruído feito pelas folhagens das árvores ao vento, ouvir a água que tomba em três fontes com alguma proximidade entre elas e distinguir a localização de cada uma de modo isolado, distinguir os passos e as corridas das crianças que brincam em redor, bem como a voz e o humor de cada uma, sentir a brisa com outra profundidade e o calor com maior encanto e intensidade também, etc...) Por outro lado, se reconheço ser complicado fazer muitas coisas de olhos fechados, há outras coisas que reconheço fazer bem melhor desse modo, dado que os outros sentidos acabam por controlar melhor a situação (como vestir uma peça de roupa sem tropeçar, pois o equilíbrio fala mais alto ao tornar-se mais firme sem depender do olhar. Este nem sempre está atento quanto deveria, logo é muito relaxado...) e se não puder acender as luzes de madrugada, para não acordar ninguém, também não tenho dificuldade em circular por casa, mas faço-o literalmente como se de uma cega me tratasse, confiando no tacto e no conhecimento que tenho da disposição das divisões da casa e de cada um dos obstáculos, podendo corrê-la de ponta a ponta no escuro, sem me deixar "enganar", como qualquer cego, afinal (sorriso rasgado).
    Na minha humilde opinião, julgo tratar-se de uma mais valia para toda a gente, o desejo de aprender a lidar de perto com este mundo da ausência da visão, por qualquer necessidade, seja ela eventualmente uma visita indesejada e temporária ou permanente... é bom estar preparado! Antes de ter amigos cegos, dava comigo a pensar como seria se algum dia viesse a cegar... Talvez por isso, inconscientemente, desse comigo a praticar algumas daquelas experiências, anteriormente citadas e que hoje tento aperfeiçoar, porém, de modo bem consciente e cheio de vontade de conhecer e sentir, cada vez melhor, a realidade de amigos e conhecidos cegos!
    Julgo que a melhor forma de compreender como os cegos de nascença vêem as coisas que um normovisual ou um cego tardio vêem a seu modo, seria através de gestos (tal qual um interessante e animado jogo de mímica, como antigamente adorava jogar, em rodas de amigos, em alguns serões).
    Entre os sentidos mais ou menos passíveis de enganar, acredito que quer a voz quer o olhar o possam fazer, consciente ou insconcientemente. No entanto, acredito que o olhar é incapaz de enganar por mais de alguns breves instantes e só o fará por alguma razão muito forte! Ninguém é capaz de representar 24h sobre 24h, pelo que é fácil detectar quando há falsidade no ar! E tenho sérias dúvidas de que diante de alguma desgraça, quer a voz quer o olhar possam tornar-se enganadores para libertar de fardos os ombros de alguém...
    Por fim e para terminar este comentário que vai extra longo (perdoem-me por isso), vejo o olhar como um elemento absolutamente sinsero e forte complemento das palavras, capaz de expressar tudo aquilo que fica por dizer, quando a voz não encontra forças para encontrar a luz e o silêncio irrompe no ar, com tanto o que possa existir por dizer... Quando o olhar diz o resto, o seu destinatário só tem de o interpretar (correctamente de preferência) e interpelá-lo, de modo a permitir que se faça luz em dado contexto e se restaure o conteúdo do "diálogo perdido". Como é útil ver com os olhos da alma e com os que temos no rosto! Mas sem estes pode-se andar perto do conhecimento toal, mas nunca o atingir de facto, por maior abilidade que se tenha, pois acho que o olhar é como uma chave mestra!!
    Sinto imensa pena de que os amigos cegos não tenham como conhecer um olhar tão expressivo, para o poderem interpretar e conhecer o estado de espírito de alguém, em dado momento, quando o tenta esconder, para não incomodar mais ninguém senão a si mesmo. Como esse olhar é capaz de enriquecer uma qualquer relação de amizade, nas alturas mais críticas em que em só ele se bastaria, quando se torna dificil suster a voz e dominar o pulsar do coração, ou mesmo quando ele se descontrola e contagia alguém, pelas mais variadas reacções e demosntrações de humor, diante da sua faceta mais tagarela, expressando tantas e tão distintas sensações, num único e breve instante, dando voz a algum curto ou longo silêncio, com o descalsar de receios, inquietudes ou timidez, ao descambar de expressões de alegria incontidas, cómicas e melodramáticas até, capazes de reforçar o seu riso e contagiar quem o observa, mesmo em silêncio, também!
    Como se conhece melhor alguém, com recurso ao olhar.... e como diante da sua ausência é possível sentir um à vontade indescritivel!!! Sejamos felizes como somos e procuremos conhecer melhor a realidade de cada um e ter tempo e disposição para possibilitar uma melhor e mais fácil integração de todos e conviver de modo absolutamente natural e salutar, com igual respeito pelas diferenças...
    Votos de um ano 2008 muito risonho para todos,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Vamos trazer a exposição "DIÁLOGOS NO ESCURO" A Portugal" à 12 anos 5 meses atrás

    Achei o máximo a sua reacção, Paty e compartilho dela, também... Assim sendo, vamos torcer ambas e quem mais queira juntar-se a nós e... até cair para o lado, claro!!! (sorriso rasgado)
    Um abraço,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Vamos trazer a exposição "DIÁLOGOS NO ESCURO" A Portugal" à 12 anos 5 meses atrás

    Conforme havia combinado, há pouco tempo atrás, conversei com uma Técnica da Rede
    Portuguesa de Museus (Lisboa), que apesar de desconhecer esta Exposição, acabou por conhecê-la por intermédio de todas as informações que lhe enviei. Essa senhora já procurou saber sobre o assunto, para me informar e soube que o Gabinete de Acessibilidade para os Museus (GAM) está a empenhar esforços no sentido de trazer a Portugal, a Exposição "Diálogo no Escuro". Assim sendo, vamos torcer para que se concretize realmente e que em breve haja muitas mais novidades e bem mais concretas, a este respeito! Transmitirei de imediato, como estou fazendo agora, todas as novidades que venha a ter. Prometo!
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Brasil lança Museu do Diálogo" à 12 anos 6 meses atrás

    Cara Paty,
    Receio contrariá-la, mas acho que esse mérito deverá ser partilhado entre ambas!!! Lol A verdade seja dita... Além desse contacto, tenho um outro, o da Rede Portuguesa de Museus, para onde terei de falar pessoalmente com uma conhecida e ver se arranco dela algumas dicas para ver se há meio da Exposição vir a Portugal, se a Rede tem como sensibilizar os Museus que lhe são associados e lançar esse Projecto em breve. Torça para que funcione!
    Ainda nos encontraremos nessa Exposição, verá!
    Um abraço e muito obrigada pelo passo dado,
    Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Brasil lança Museu do Diálogo" à 12 anos 6 meses atrás

    Exactamente, Paty... deviam ser feitos esforços não só pela ACAPO, mas por outros Organismos e quanto a mim, também, alguns Museus, que pudessem interessar-se por esta Exposição e, eventualmente, reunir meios para a trazer a este País. Eu ainda dei algumas indicações de Museus, um deles muito receptivo e adaptado para lidar com pessoas portadoras de deficiências e que talvez fosse o local ideal para essa Expoisção ser aberta ao público (Lisboa). Também no Porto haveria Museus para isso, provavelmente não tão vocacionados quanto o dê Lisboa.
    Quanto aos apelos, francamente acho que terá um impacto muito maior se forem os nossos amigos cegos, a dar o grande passo, no sentido de solicitar a vinda da Exposição, pelas próprias razões que a Paty evovou... podendo os normovisuais corroborar o interesse e reforçar a coisa, que tal? Quem sabe a publicação de uns artigos enviados para a Imprensa também fossem úteis para a sensibilização do público e das tais pessoas que poderão tomar a decisão de acolher a Exposição. Cada um pense no contributo que pode dar, dê um passo em frente se tem intersse nisto, divulgue de algum modo, evoque o impacto desta Exposição nos locais onde tem passado e emita o seu profundo interesse em tê-la no seu País...
    Mãos à obra!
    * Ana

  • Ana Duarte comentou a entrada "Como ser totalmente independente à mesa" à 12 anos 6 meses atrás

    Comer sozinho será realmente uma arte? Parece bem interessante esse tópico, afinal, não só cozinhar, como enfeitar e decorar um belo prato de gastronomia são formas de arte, como poucos sabem fazê-lo bem! por outro lado, também me parece ser obra de arte a forma como se desmancha um prato, para que nele apenas restem os mínimos pedaços não comestíveis (osso, espinha...) no que nem toda a gente se aplica!
    Conselhos a dar, do meu ponto de vista são os seguintes: Quanto menos pressas e ansiedades melhor e adoptar sempre uma postura algo aventureira e de bom humor, pois não vale de nada ficar irritado, só iria complicar a coisa... Por outro lado, entendo que não deve ver a coisa como um problema, nem ter receio de errar e de fazer bagunça. Pedir auxílio, sim, mas o mínimo possível, para que o treino se dê com êxito cada vez maior e se possa orgulhar do que está aprendendo a conquistar e dominar a pulso. afinal, será um esforço compensado para seu próprio bem, favorecerá a sua autonomia e independência em qualquer lugar, onde inclusivamente possa não existir ninguém perto para ajudar e sua própria imagem sairá mais luminosa diante daqueles que o rodeiam, acredite! Por isso, nada de criar minhoca na cabecinha, de que "isso é coisa de Europeu..." Essa história não existe!!!
    Quanto a técnicas concretas para efectuar o serviço, alguém mais e mais apta do que eu, que dê esse contributo, pois não sou perita nessa arte, de olhos fechados, mas de olhos abertos, só escapa o que eu deixo escapar por algum bom motivo!!! risos. Graças a Deus também vejo bem! Boa sorte ao seu amigo...
    Um abraço,
    Ana

Páginas



31 a 40 de 52