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Últimos comentários

  • Renato Japa comentou a entrada "Visão monocular" à 16 anos 3 meses atrás

    Realmente. Aprovado nas duas casas, vetado pelo presidente e mantido o veto pela mesa diretora. Que barbaridade!!
    Agora continuo acompanhando o PLS 250/2005 do senador Paulo Paim e o PL 591/08 do deputado Marcos Martins. Gostaria de saber a sua opinião. Quando esses projetos serão votados? Será que desta vez o presidente sanciona (PLS 250/05) ? Fico no aguardo.

    Um abraço.

    Renato

  • Nina comentou a entrada "Evolução da cirurgia de catarata: fim do embaço na visão do idoso" à 16 anos 3 meses atrás

    Minha vizinha tem 70 anos e operou da catarata, depois de 1 mes a visao dela continua embaçada... q pode ser feito? Será q resolve com raio laser? Gostaria de saber e muito, agradeço antecipado a atençao. Ah já ia me esquecendo, o medico no dia do retorno falou q sua vista esta com pontinhos brancos q resolveria com raio laser. Abs Nina

  • anónimo comentou a entrada "Brasil - Técnica inédita previne o estrabismo" à 16 anos 3 meses atrás

    Olá Gostaria de saber o melhor lugar para fazer a cirurgia de estrabismo,tenho convenio mais não consigo obter informações sobre a cirurgia,gostaria tambem saber o valor da cirurgia.Agradeço

  • abrahao comentou a entrada "Deficiência nisso, Competência naquilo!" à 16 anos 4 meses atrás

    abrahão

    Olá, Jorge.
    Muito obrigado pela leitura de meu texto e por suas palavras.
    Um abraço.
    Abrahão

  • Ana Rocha comentou a entrada "Desuso ou desinteresse?" à 16 anos 4 meses atrás

    Ana RochaOlá Tixa, eu aprendi braille aos 4 anos de idade na altura não gostava nada pois com essa idade queria era brincar. Mas hoje agradeço aos professores que me o ensinaram. E posso afirmar que se o braille deseparecesse eu iria sentir-me analbeta sim, pois o braille é a minha escrita a máquina é a minha caneta menos na faculdade pois não é permitido. Não dispenso os livros em braille. O braille é e será sempre o meu alfabeto!...E se possível eu até gostava de passar a minha experiência aos outros ensinndo a quem o quer aprender...

  • Jorge Teixeira comentou a entrada "Deficiência nisso, Competência naquilo!" à 16 anos 4 meses atrás

    Olá, Abraão:

    Li, com interesse, a sua reflecção e, tendo eu 40 anos e um resíduo visual de 10%, não sei o que vai ser a minha visão daqui a 3, 5 ou 10 anos. Por agora, embora a braços com o que me restou de uma conjuntivite, vejo o suficiente para me orientar na rua sem uma bengala e consigo fazer as coisas do dia-a-dia. Não posso, obviamente, guiar um carro, ler jornais ou outros suportes do género, mas lá vou levando a minha vida.

    Trabalho, como produtor de programas de rádio, tenho a minha família, acho que vivo uma vida normal...

    Vida normal? Mas que raio é isso de vida normal? É fazer tudo como a maioria dos outros fazem? Ok. Então vivo uma vida quase normal porque faço quase tudo o que os outros fazem...

    Entretanto, faço outras coisas que muitos outros não fazem... Não porque seja um Bethoven ou um Bach, mas , porque, na minha opinião, todos nós fazemos coisas que os outros fazem e outras que os outros não fazem.

    Quem tem um problema de coração, não pode fazer uma data de coisas, mas não é chamado de deficiente; quem tem dificuldades em subtilizar os pensamentos além das trivialidades da vida, não é chamado de deficiente e não consegue, sequer sonhar, com uma enorme quantidade de situações; quem não recebeu instrução ou educação adequadas para viver em sociedade, não consegue inter-agir de forma útil em muitos casos e não é chamado de deficiente...

    Sabe, eu tenho receio de que a minha visão se reduza ainda mais e eu deixe de ser capaz de fazer algumas coisas que actualmente faço; entretanto, tal como você certamente é capaz, espero de não deixar de fazer um conjunto de outras coisas que muitas outras pessoas não fazem. espero ter a capacidade de ajudar outros a aprender coisas que eu já aprendi e espero ter a humildade de continuar a aprender coisas que outros me possam ensinar.

    Chamados de deficientes ou apelidados de normais, todos temos deficiências _ físicas ou não _ com as quais temos de conviver e possuímos também factores que nos fazem próximos da maioria, factores esses que nos ajudam a sentir mais ligados a quem nos rodeia. Essas características fazem parte do "pacote" que é cada um de nós, igual a si mesmo, sempre em evolução.

    Não sei se o ajudei com estas coisas que escrevi, certamente, ajudei a mim mesmo ao pensar nelas e você ajudou-me a mim ao fazer-me pensá-las. Um abraço!
    Jorge Teixeira

  • Ana_ comentou a entrada "A escola e a bengala" à 16 anos 4 meses atrás

    Querida Jéssica
    Sou professora de um aluno cego como tu. E ele também tenta ser forte... mas eu digo-lhe sempre: lembra-te que de certeza tu tens o que eles não têm, força e determinação.
    Quem goza, é normalmente fraco... com problemas muito sérios que não enfrenta... e muitas vezes gozam com os outros com medo que eles respondam de volta!!
    Sê forte e determinada, no entanto nunca mostres medo!!
    Boa sorte

  • Sofia Santos comentou a entrada "Desuso ou desinteresse?" à 16 anos 4 meses atrás

    Tal como disseste, há cada vez mais pessoas a trocar a trocar uma boa leitura por uma simples audição de um livro. Muito sinceramente, por muito boas que possam ser as tecnologias, o braille não deixa de ser uma ferramenta muito importante. A mim, por exemplo, dá-me muito mais praser ler um livro em braille do que ouvi-lo. São muito volumosos, é verdade mas para mim vale a pena!
    E sim, sem o braille seriamos considerados como alfabetos. Por isso, a invenção do braille veio mudar imenso as nossas vidas.
    Bom, tenho muito mais para escrever mas é melhor ficar por aqui se não faço um testamento! Loool.
    Beijinhos

  • Sofia Santos comentou a entrada "A escola e a bengala" à 16 anos 4 meses atrás

    Pois é, realmente há gente muito cruel e vais encontrar isso pela tua vida fora mas, apesar disso, o melhor é mesmo ignorar por mais que custe. Muitas vezes, quando deixamos de ligar a isso eles acabam por parar com essas coisas parvas. Toda essa gente que só gosa com os outros não tem nada na cabeça. Por isso, ignora-os!
    Um beijinho

  • abrahao comentou a entrada "A escola e a bengala" à 16 anos 4 meses atrás

    abrahão

    Cara Jessica:
    Todos passamos e ainda passaremos por situações de solidariedade (partindo de pessoas generosas) ou preconceituosas (partindo, como você disse, de pessoas com mentalidade estreita).
    Penso que os preconceituosos (c´ruéis, às vezes)têm um tipo de deficiência grave: a dos sentimentos deformados. Precisam de nossa paciência e de nossa generosidade. Ainda não aprenderam como é bom "ser bom".
    Continue firme e determinada. Parabéns!
    Abrahão

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