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Caros amigos, fico feliz em vê-los com tamanha preocupação em relação ao projeto de lei que nos considera como deficientes visuais. Como todos aqui, também não mais tenho a visão do olho esquerdo e tenho dificuldades ao dirigir, realizar esportes que envolve grupo de pessoas. Todo automóvel tem seu ponto cego, e isso é aumentado quando a visão é monocular. Espero que a torcida para que essa lei seja aprovada seja hunânime entre todos nós. As gozações é claro, nunca deixaram de existir, mas tempos que passar por isso e lutar, lutar sempre. Sou Professor concursado da rede municipal de ensino de Goiânia - Matemática- e egressei-me sem uso da lei do deficiente visual. É de fato irônico essa lei de deficiente visual, aliás o que seria visão monocular? Não seria um deficiência visual? Abraço a todos e fiquem com DEUS. Não deixem de torcer.
Estou encantada com tantos comentários lindos e sérios sobre a música.
Quando percebi que se tratava de ouvintes com problemas visuais ... Como Deus é bom em fazer acontecer a música!
A música faz brotar sentimentos variados...
Abraço, Salete.
Caçaratiba- Turmalina - 39662-000
Bom dia, gostaria sim de receber um modelo da agenda, se for possível.
Obrigado
Filipe,
Para mim, a produtividade depende da atitude, do preparo e do controle emocional. Sem atitude, ficamos passsivos a um canto à espera que as boas circunstâncias nos visitem; sem preparo, a atitude não pode mover-nos para o caminho certo; sem controle emocional, não criamos músculo para resistir à adversidade.
O Filipe teve atitude porque investiu no HTML e no Javascript antes que pudesse ter certeza absoluta de que iria ter êxito. Nesta fase, não podia agir segundo a doutrina daqueles que pensam em agir somente quando estão certos da recompensa. O Filipe sabia que o mercado de trabalho para as pessoas deficientes é mais restrito. Arriscou. De certo, haveria empregos que poderia ter ocupado com menos investimento emocional, físico, temporal e financeiro. Mas depositou a sua moeda e trabalhou para que o sonho se realizasse.
Então, o Filipe empregou-se. Eis o momento da recompensa. Eis o momento perigoso em que podemos achar que já fizemos o suficiente, que temos de curtir a vida e, visto que somos tão iguais aos outros, talvez possamos dar-nos ao luxo de ser um pouquinho irresponsáveis e desleixados. É a sina das equipes que são campeãs e tem de iniciar um novo campeonato sem contar com as conquistas anteriores.
Se o Filipe está onde está, de certo, é porque combateu a zona de conforto. Olhou para frente e verificou que necessitava de esforço adicional. Como poderia seguir em sua carreira sem o PHP? Então, o Filipe investiu na segunda etapa: o preparo. será que o Filipe conhecia programação Web, orientação a objetos, conexão com bancos de dados, etc. Havia muita complexidade nova.
Será que não é normal ter um bocadinho de receio em momento como este? O Filipe sente os olhos de todos sobre si. Sabe que tem de ter bom desempenho. Do lado de fora, todos nós torcemos para o Filipe. Em primeiro lugar, porque é um amigo e, por fim, porque é mais um deficiente a mostrar-se, a atestar a competência de toda a classe. Sim, é injusto com o Filipe. Ele deveria responder somente por si. Que tem de ver com a atitude, com o preparo ou com o controle emocional alheio? A bem dizer, não deveria ter nada mais sobre os ombros do que o próprio destino.
Mas não é assim. Há um certo raciocínio equivocado que predomina entre os empregadores. Dizem que deficientes são... ou que deficientes gostam... ou que deficientes comportam-se... ou que deficientes podem... como se em uma classe tão ampla e heterogênea como a dos deficientes, fosse possível avaliar a classe pelo preparo de um só indivíduo. Então, o Filipe não está só. Há uma multidão de deficientes, empregados ou não, que torcem por si. Ele é o mensageiro dos próprios desígnios, mas também o portador dos desígnios alheios. Se tiver êxito, portas serão abertas para grande quantidade de desempregados.
Então, o Filipe tem de ter controle emocional. Tem de separar adequadamente o que não consegue fazer porque ainda não se preparou para alcançar e o que não poderia mesmo conseguir porque é barreira imposta pela deficiência. Como resposta ao despreparo, tem vacina segura. Como resposta a deficiência, tem de posicionar-se de modo que esta não seja restrição importante no trabalho que realiza. É um grande exercício emocional.
Haverá aqueles que pensarão: Puxa, que coisa extraordinária ter o Filipe por cá. De fato, a empresa tem de assumir a sua responsabilidade social. Sim, o Filipe está a lutar com todos os seus meios. Está a conseguir resultados reais, tangíveis e lucrativos para sua empresa. Em tudo quanto tenha dificuldade, está a investir em cursos e em autodidaxia para romper a dificuldade. Mas apesar disso, há quem ainda ache que se trate de trabalho social. O que deve o Filipe fazer? Imaginar uma boa resposta que ponha abaixo, que ridicularize o seu interlocutor? Talvez isso pudesse satisfazer uma revanchezinha, mas ao fim, serviria apenas para reforçar que deficientes são pessoas revoltadas, que se apartam dos demais, que desejam privilégios, que não se ajustam ao ambiente da empresa. Talvez o Filipe se sentisse angustiado. Pudera, ninguém gosta de ouvir coisa assim. Mas não importa. Ele voltará para a sua mesa, abrirá novamente o seu manual de XHTML e planejará o próximo trabalho significativo, grande, digno do respeito dos amigos e dos aplausos de todos que esperam o seu bom desempenho.
Sim, invoquemos a tutela do Estado sempre que não houver outro modo de assegurar o mínimo para a dignidade humana. Mas o que realmente faz diferença é a atitude, o preparo e o controle emocional. Atitude quer dizer vontade e adequação ao meio. Vontade porque não conseguirá sem empenho genuíno. Adequação ao meio porque tem de ter comportamento que se compatibilize com o ambiente de trabalho.
A este propósito, resgato uma curta história. Certa vez, em uma instituição alguns indivíduos cegos estavam a posicionar-se no palco para uma apresentação. Estavam a falar, a rir e um de seus integrantes não cessava de bater com a mão em uma chave que se encontrava no bolso. Ouvi alguns dizerem: Nossa, os cegos são pessoas alegres! Na verdade, senti que ela desejava dizer: Cegos são mal educados! Isto porque o grupo não conseguia perceber que, no palco, tinha de ter atitude austera, que havia um grande número de pessoas a olhar para si. No trabalho, encontrei bons exemplos de pessoas deficientes que não sabiam se comportar. Ou falavam muito alto sem se atentar que invadiam o espaço alheio, ou ficavam a bater os dedos sobre a mesa como se estivesse em uma escola de samba. Há ambientes que, não só permitem esta atitude, como inclusive estimulam. Mas há que se ter noção de que nem todos os comportamentos servem a todos os ambientes. Cegos observam menos o comportamento alheio porque a visão é importante aliado na formação do senso crítico. Contudo, por saber que lhes falta um sentido, é preciso estar muito mais atento para que não seja inconveniente.
E se há os que, sendo excessivamente expansivos, ultrapassam a fronteira entre o alegre e o inoportuno, há também aqueles que, se impõem tão severa autocrítica que não são capazes de articular meia dúzia de palavras sem que exibam um certo tom, mecânico, revisado, preocupado em censurar-se a todo o momento. Este pode ser confundido com o tímido, ou pior, com o inseguro que não deseja arriscar e, portanto, alguém incapaz de conseguir o que quer que seja.
A grande força criadora de mudança em nossas vidas é crer, ao menos em um primeiro momento, que tudo depende exclusivamente de nós. Se tal não é verdadeiro, deixemos que as circunstâncias demonstrem a inexatidão da teoria. Não sejemos nós próprios a criar barreiras que não existem. Por vezes, nós as criamos porque temos medo, mas também desejamos muleta que nos disculpe pela deficiência que temos no músculo da vontade.
Olá Luis !!
Gostei muito de ler o teu comentário .... !! loool
Bom, quando eu estive cá a estagiar, durante a Licenciatura de Ciência de Computadores, tb encontrei muitas dificuldades e não foram poucas .... !!
A partir do momento que começei a estagiar, senti que a teoria que aprendi na prática ajuda mas é pouco .... !!
Foi como se estivesse a reaprender algumas coisas .... html, JavaScript .... !!
E mais tarde no estágio, tive que aprender sózinho o PHP, coisa que nunca tinha ouvido falar .... !!
Então peguei num bom manual da net, fui praticando, e hoje em dia já programo em php quase de olhos fechados .... !! looooool
Isto tudo para dizer que isto de trabalhar numa empresa exige esforço de adaptação e de formação constante, para estarmos a par das coisas, principalmente na área da informática, senão ficamos ultrapassados .... !!
Eu todos os anos tenho que tirar 1 ou 2 cursos para me ir aperfeiçoando no trabalho, o último que tirei foi o de Produção de Páginas Internet Avançado
Quanto à produtividade, que de certa forma está ligada à formação que temos, devemos ser o mais produtíveis e o mais profissionais possível ... !!
E não devemos ter medo .... o medo é um dos principais obstáculos .... !!
Devemos seguir de pés na terra, mas em frente, sem medos .... com muita determinação .... !!
Estou certo que as empresas ao verem deficientes bastantes produtivos, mais tarde ou mais cedo, mudarão de ideias, e passarão a hesitar menos ao empregar mais deficientes ... !!
Agora claro temos que fazer a nossa quota parte e dar testemunho .... !!
Se temos empregados somente 19% dos deficientes, então, não podemos prescindir de uma lei que imponha quotas. Quando o paciente vai mal, temos mesmo de aplicar-lhe uns bons choques para ver se vive. Contudo, preocupa-me que alguns vejam nisto a solução. Ao contrário, a existência da lei somente indica que há algo muito errado e não será o seu cumprimento integral que resolverá o problema.
Há preconceito. Isto é fato. Quando alguém deixa de empregar deficientes porque é deficiente e não examina cuidadosamente suas qualificações profissionais, não podemos chamar o mal de outra coisa senão preconceito. Entretanto, quando empresas dizem que não encontram deficientes qualificados, não é isso mera desculpa de quem não quer cumprir a lei.
Ora, se é difícil o acesso a educação, a cultura e aos meios de adquirir uma e outra , então, seria estranho que, em qualquer esquina, encontrássemos uma centena de deficientes qualificados. Há que se separar claramente o que é causa e o que é efeito. Se deficientes estão desempregados, isto não decorre da ausência de aplicação da lei. Ao contrário, a necessidade de aplicação da lei decorre fundamentalmente do fato de que deficientes estão desempregados.
Em princípio, sou sempre contra qualquer benefício. Ocorre que também sou favorável a que indivíduos tenham condições iguais de alcançar suas metas. E assim não posso deixar de ver como justo, o benefício que age para compensar a desvantagem inevitável que alguns têm diante de outros. Há deficientes a lutar muito, mas sejamos sinceros em dizer que outros ficam a lamentar-se e a esperar que a lei lhes conceda tudo o que não obtiveram por esforço próprio. A lei deve ser sempre um alentho para quem luta, não premiando jamais aquele que não merece. Esta é a condição de credibilidade da lei.
Sempre ouço deficientes a culpar a frouxidão da lei. Parece que todos os deficientes são qualificados e produtivos e que o único problema é o preconceito e aleniência das autoridades com empregadores de mau caráter que se furtam ao cumprimento da lei. Lutemos por seu cumprimento. Quando temos apenas 19% de deficientes empregados, não se questiona a tutela governamental. Contudo, por saber que a lei é mero anestésico que não sumprime as raízes da patologia, devemos, com muito mais ênfase, lutar pela qualificação profissional e, em seguida, sermos críticos em relação à nossa produtividade. Se fôssemos compelidos a empregar pessoas, deficientes ou não, tivéssemos de pagar seus salários e não tivéssemos a contraprestação de um serviço bem feito, também nós estaríamos insatisfeitos.
Por vezes, somos improdutivos por razões que não têm ligação com a falta de vontade. Em meu primeiro emprego, não fui produtivo o tempo inteiro. Era inseguro. Tinha receio de bater no peito e dizer: Deixe comigo que este problema, resolvo eu. Assim, tinha atitude vascilante que se convertia em menor produtividade. É possível que deficientes não sejam produtivos por outros motivos. Jamais podemos ignorar este sintoma. Se, de fato, estamos em desvantagem, é preciso que um sacrifício adicional ponha-nos em condição de concorrer com outros indivíduos. O que não se pode fazer é dizer que deficientes têm direito a emprego porque são deficientes. Isto seria tão incoerente quanto dizer que não o tem pelo mesmo motivo de serem deficientes. Se pedimos emprego porque dizemos que deficientes podem ter a mesma qualificação e produtividade, quando contratadas, estas pessoas devem mostrar-se qualificadas e produtivas.
Mas tanto quanto eu fui, creio que muitos deficientes são improdutivos porque tem receio de arriscar, porque não encontraram o caminho da qualificação profissional, porque se sentem inferiorizados. Não podemos deixar de exigir qualificação e produtividade. No minuto em que deixarmos de o fazer, perdemos o direito moral à tutela da lei. Estas pessoas necessitam ser produtivas se estiverem empregadas e orientadas se não o estiverem. Por isso, isso cada um de nós que tiver encontrado o seu espaço, grande ou pequeno, deve falar para que outros nos ouçam e sintam que podem trilhar o caminho percorrido e vencido por outros indivíduos também deficientes. Por cá, temos muita gente de êxito que podem ensinar-nos o bom caminho. Há pouco tempo, estava a ler sobre cegos que tomam conta perfeitamente de suas casas. A despeito do êxito profissional, não tinha qualquer independência dentro de casa. Pois, eis que o Luís já está a cozinhar uma dezena de pratos e conquistou a imensa alegria de ver-se produtivo também na cozinha. Tinha certa convicção de que não podia fazê-lo com competência. Bobagem tremenda. Eu precisava querer e enquanto não quis de fato, nada consegui.
O amparo social é necessário. Há quem não possa prescindir dele. Mas não podemos confundir emprego com amparo. São coisas muito distintas. Se um deficiente não é produtivo ou não tem qualificação profissional deve ser desligado da empresa. Certa vez, ouvi de um empregador: Deu-me a vontade de empregar um cego, mas não o fiz. Fiquei a pensar o que seria de mim se, havendo a necessidade de cortes de pessoal, tivesse de o escolher para o desligamento. Não poderia fazê-lo e, como sei que não posso, então, não o contrato. Argumentei que ele estava a pensar mais em si do que no deficiente. Se realmente havia convicção a respeito de sua capacidade e adequação ao cargo, então, não poderia deixar de contratá-lo.
A isso não posso dar outro nome: é preconceito mesmo. Mas pergunto-me quantos deficientes reforçam esta perspectiva? Quando deficientes estão a pedir benefícios desmedidos ou se sentem melindrados por uma cobrança mais forte, estão a dizer, sem palavras, que são diferentes e devem ser protegidos. Ora, para o empregador o que se tem de proteger é o negócio e se há pessoas que se sobrepõem ao negócio, melhor mesmo é que não as tenha em sua empresa. Não, não ensinemos o preconceito a ninguém.
Oi Moda !!
O preconceito sempre existiu .... !!
Não é só no Brasil, nem só em Portugal, é no mundo todo .... infelizmente ... !! :-(
Cá em portugal, segundo a legislação vigente, os empresários são obrigados a empregar uma percentagem de deficientes .... !!
Não me lembro bem da percentagem ... acho q é 5% ou 1 em cada 5 .... !! loool
O q interessa é não desistir, mas lutar sem cessar .... !!
valeu pela dica, eu estava quebrando a cabeça.
Oiiê .. me chamo Angélica tenho 18 anos e tenho estrabismo convergente de nascença (tanto faz ser no esquerdo ou no direito)) .. fix minha primeira cirurgia nos dois olhos com 3 anos de idade e não adiantou nada .. com 5 anos fix mais outra cirurgia nos dois olhos que tambem nao melhorou .. aos 7 fix novamente nos dois olhos que melhoraram cerca de 35% .. e a ultima que fix foi com 10 anos tb nos dois olhos i mais uma vez nao obtive o resultado que queria mas melhorou cerca de 70 a 80 % ... ao todo foram 8 cirurgiias(( 4 em cada olho)) e nao consegui ficar beem realmente .. a minha oftalmologista disse q nao iria mais fazer cirurgia em mim por um tempo e que meu estrabismo era mto rebelde .. pq ja tinha feito varias i nao tinha sido tao bem sucedida .. fix tratamento com exercicios mas tb nao deu mto resultados .. hj uso oculos pra disfarça um pouco do meu estrabismo porem ainda olho i sinto no meu olhar quando olho e os dois estao certos e qnd um ta diferente do outro .. i isso é mto ruim! Mas aprendii a lhe dar com isso apesar de ser motivo as vezes de graça tenho amigos que me dao força!
Gostaria de sabeer porque é tao dificil ((pelo menus no meu caso)) eu melhorar .. os exercicios i os oculos nao ajudam .. tô buscando fazer uma nova cirurgia será que eu posso?! quais os ricos!? existe outra maneira de melhorar?!
Pessoal brasileiro ainda é muito preconceituoso..
Acho isso um absurdo!
bjo!
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