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Últimos comentários

  • Ana Rocha comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Ana RochaOlá Filipe, obrigada por esse blog, pois vai ser muito util. parece acessível e sim mete em português pois nem todos somos bons a inglês. parabéns! bjs

  • jfilipe comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Oi Luís !!

    Obrigado pelos elogios e por ter comentado este post .... !! looool

    De facto escolher o nome de um blog, dada a enorme blogosfera que existe actualmente, é bem difícil e ainda mais quando queremos algum nome original ... !!
    Mas eu antes de ter escolhido este nome, fiz uma consulta ao lerparaver, para ver se davam sugestões .... !!
    http://www.lerparaver.com/node/8533

    Se calhar, esse post passou-lhe ao lado, apenas o well respondeu, q é uma pena ..... !! :-(
    Se houvesse mais participação da comunidade lerparaver, mesmo não sabendo grande coisa de linux, o nome seria bem melhor, e mais fácil de escolher ... !!

    E depois há outra questão: o nome escolhido tem q bater certo com o solgan
    exemplos:
    LinuxAcessivel - Exergando com o Ubunto, acho q não tá apropriado, pra isso mais valia ter ubuntuacessivel ou enxergandoubuntu
    LinuxBestChoice - Linux é a melho opção (bate certo)
    Dicas_l - dicas sobre linux (bate certo)

    Mas já há outros nomes que não condizem, tais como, linux activo q pode dar ideia errada q o linux alguma vez esteve inactivo o q não é verdade, estilo linux pode dar ilusão q só se fala sobre a arte do linux: icons, papel de fundo, mas na verdade essa poderá ser só 1 vertente, mas tb importa referir as vertentes funcionais, sejam bonitas ou não ... !!

    Olha q quando eu tiver o blog em produção, vou querer as tuas visitas e quem sabe tb os comentários !! looool

    Abraços

  • jfilipe comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Oi Well !!

    Muito esquesito esse teu jaws heim ... !! loool

    Tenta ir aos menus do jaws e algures há 1 item q diz idioma, experimenta mudá-lo pra português ... !!
    Mas eu não sou a pessoa indicada pra te ajudar, pois de jaws percebo pouco .... !! loooool

    Abraços

  • Luís Medina comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Além de preferir o português, parece-me que o nome proposto é muito comprido. Há que se mover muito os dedos até terminar a digitação! Poderia adotar um nome conciso como: Interlinux, MetaLinux, Pró-Linux, Translinux, Intralinux. Para mim, os nomes muito curtos são os preferidos. Mas nem sempre é fácil deixar claro o propósito do grupo com um nome curto e, na maioria das vezes, os nomes curtos já foram escolhidos por alguém.

    Poderia escolher algo como: Casa do Linux, Território Linux, Vitrine do Linux, Papo Linux, Estilo Linux, Linux Ativo, Linux Acessível, Palestra Linux, Linux Fácil, Argumento Linux, Palavra Linux, etc.

    De fato, escolher um nome é das coisas mais difíceis. Gosto muito dos prefixos inter, meta, trans... Apenas cuidado com a composição de palavras! Um entusiasmado pelo grego e pelos princípios democráticos, terá entendido que democracia do povo e, por considerar que o Linux também merece ser do povo, poderia sugerir o Demolinux. Mas neste caso, algum incauto poderia imaginar que é uma distribuição Linux especialmente concebida para atender ao anjo decaído, o espírito das trevas, o expectro abominável das noites sulfúreas!

    Parabéns, Filipe, não tenho dúvidas de que seu blog será muito bem sucedido. Se algo soubesse de Linux, teria muito empenho em contribuir com textos, mas como faço parte do amplo público de iletrados em Linux, em um primeiro momento, apenas farei girar muito o seu contador de visitas!

  • wellington cruz comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Olá Felipe,

    Bom, n tem que agradesser...

    Olha, não só no seu blog o meu JAWS ler em inglês, em paginas em português, as vezes ele também lê como a versão dele em inglês...
    E o que é mais curioso, se vc copia a página para word ele lê em português...

    Um exemplo de página em português que ele lê em inglês:
    www.abril.com

    é, seria muito interessante que todos que lêem esse poste, dêem suas opiniões, pois esse blog será ultio para muita gente...

    ah! Felipe, em qual opição posso celecionar o idioma?

    Abraços do WELL!!!

  • jfilipe comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Oi Well !!

    Obrigado por teres comentado !! looool

    Bom, mas já por isso é que uma das perguntas era se é melhor ficar em inglês ou em portugês, certo ??
    Se calhar saltaste essa pergunta !! loooooool

    Mas se vês q é melhor em português põe-se em português, ok, isso não é problema !! looool

    Só espero que os outros colegas da comunidade lerparaver tb expressem o q acham .... !!

    Abraços

  • Luís Medina comentou a entrada "Brasil - Projeto de Lei classifica cegos de um olho como deficientes visuais" à 16 anos 8 meses atrás

    Concordo com o comentário, mas talvez tenha carregado demasiadamente nas cores. A lei é necessária porque a taxa de desemprego é flagrantemente mais alta entre deficientes. Se todos os deficientes desempregados tivessem qualificação primorosa, talvez concordasse com o seu ponto de vista. Mas o fato é diverso. E enquanto a qualificação for tão baixa, não há argumento que seja vitorioso. Lá está o empregador a dizer: “Bem, se tenho alguém mais preparado porque deveria contratar um deficiente? O que lhes digo é que não deixei de contratar porque é deficiente, mas apenas porque devo selecionar os melhores profissionais e, na amostra que tive, não havia deficientes nesta classe”. Como se argumenta contra isso? Dirá que, de fato, a maioria dos deficientes tem a qualificação requerida? Sabe que isto não é verdadeiro. Então, não deve o Estado amparar estas pessoas, sem perspectivas, prostradas por um destino incerto? É evidente que sim. Deve ampará-las e, principalmente, dar-lhes qualificação.

    É angustiante para um deficiente não ter emprego? É angustiante para qualquer um não ter emprego. Não queiramos sempre que nossas angústias sejam mais doídas do que a dos outros. Por vezes, deficientes estão com os pais até idade avançada e, não tendo filhos, o peso a suportar pode eventualmente ser mais leve. Pode ser deficiente e de família abastada. Ou então,viver na miséria e jubilar-se com sua elevação espiritual. Ou então, ser dependente e alegrar-se com o fato de não ter responsabilidades. Há, neste mundo, gente de toda a sorte. Por que temos um indivíduo que não fala, não ouve, não enxerga ou não anda, não podemos imediatamente concluir que sofra mais do que qualquer outro. E se os benefícios aí estão para amparar os desamparados, será surpreendente que muitos deficientes não façam jus à tutela?

    É claro que não sou contra os benefícios. Mas não aprecio a ênfase demasiada que se dá a isso e a ênfase tão reduzida que se dá à qualificação profissional. Não nos enganemos. Se tudo quanto tivermos for a arma da lei a apontar para a cabeça dos empregadores, não podemos sempre ser bem recebidos. Quanto mais estabilidade tivermos, mais difícil é ingressar no emprego, pois nenhum empregador gosta de saber que não dispõe de meios para ver-se livre de quem não deu certo na empresa. Ação e reação, diz a química, diz o evangelho. Não podemos fugir a esta lei natural.

    E então, o Luís não esteve desempregado? Sim, qualificado e desempregado. Uma vontade imensa de desistir, de deixar que os dias transcorressem e a vida corresse a galope. Se tivesse tido qualquer emprego, com lei, com benefício, teria ficado feliz mais cedo. Mas não se trata disso.

    Fico a ouvir: “Às vezes, os deficientes são mais preparados do que não deficientes e, ainda assim, são preteridos em favor destes”. Às vezes, às vezes... Este é argumento que se pauta pela exceção. Em geral, deficientes são menos qualificados e, como conseqüência lógica, natural, inequívoca, tendem a ser menos preparados e, portanto, menos aptos aos empregos oferecidos. Sim, a dificuldade é grande. Mas o fato é que as bibliotecas Braille estão vazias, que deficientes não lêem, não se dedicam a construir um caminho melhor. As oportunidades são reduzidas, mas as que surgem são atiradas ao canto em favor de um caminho mais seguro: o da lei. É claro que encontraremos deficientes esforçados, que sacrificam tudo para conseguir alguma coisa. Mas a maioria dos deficientes com que tive contato, tinham a vontade frouxa e a palavra afiada para criticar o governo, os empregadores, o preconceito.

    O mal é que os empregadores vêem deficientes como a um monólito. A generalização é quase sempre ruim. Parece que a predisposição em não contratá-los resulta que, se um é ruim, todos de certo o serão. Empregadores têm de ser educados a entender que o sucessso de um não implica o sucesso do outro e que, do mesmo modo, a inadaptação de um, não implica a inadaptação do outro. Que não se rendam a sedução da coisa simples. A generalização simplifica, mas freqüentemente se equivoca. Se deficientes são indivíduos como quaisquer outros, então, serão bons e maus, generosos e mesquinhos, eficientes e incapazes, adaptados ou inflexíveis. É a diversidade humana em todo o seu viço. Para contratar ou para pôr de parte, é necessário examinar caso a caso, sem tirar conclusões do todo pela parte.

    Haverá quem me leia e não entenda o verdadeiro propósito. Talvez digam que é discurso de elite. Pois bem, nada tenho de elite. Meus pais eram agricultores do agreste nordestino. Triste vida, golpeada pela pobreza e pelo desalento. Não importa. Eis que lutaram muito para mudar o seu caminho. Nenhuma sorte, nenhuma porta aberta, nenhum regalo da boa aventurança. Tudo por desbravar como mata cerrada diante do explorador pioneiro.

    E por que insisto tanto neste ponto de vista? Desejo intensamente ser útil. Se estivesse a enaltecer as qualidades dos deficientes, será que cumpriria algum papel? Qual é o discurso mais útil: aquele que aponta para a falha e para o caminho ou aquele que concorda e aplaude? Aquele que bajula ou que incita à reflexão? Tenho observado em meu contato com deficientes que, com muita rapidez, concluem que o mal de tudo reside numa causa externa, que são vítimas da inexorável força das circunstâncias, que o empenho é inútil ante ao preconceito, que são diferentes, que devem ser protegidos e que a estabilidade é bem que mereçam mais do que qualquer outro. Como é possível vencer, se a semente da derrota já está plantada em cada um?

    Haverá quem pense: “Não, não direi nada. Se acreditasse que adiantaria algo, então, falaria. Mas é deficiente e já deve ter angústias demais. Não devo impor-lhe peso adicional. Não enxerga. É uma criança grande que precisa somente de amor e proteção”. Um empregador que pense segundo esta doutrina tem alguma chance de empregar deficientes? Se tanto necessita de amor, de proteção, bem melhor é encaminhá-lo para a assistência social, para o psicólogo e, sobretudo, para o seio da família. Bem está que todos queiramos um pouquinho de proteção. O instinto assim nos recomenda. Empresário humano, filantropo: será esta a condição do emprego? Se for, então, estamos mesmo muito mal. Então, será que devemos descer a guilhotina da lei? A ameaça é bem mais frágil do que a consciência de que deficientes são mesmo pessoas capazes. São capazes? São tão capazes quanto qualquer outro, mas têm de estar conscientes de que a deficiência impõe limites; que os limites são, em sua maioria, superáveis; e que a superação depende de um empenho sincero, sem lamentações, confrontando o medo, agindo para corrigir: autocrítica desmedida que nos aponta que é possível, mas, a cada minuto, está em nossas mãos dar o passo à frente ou desistir.

  • JotaCapa comentou a entrada "Brasil - Projeto de Lei classifica cegos de um olho como deficientes visuais" à 16 anos 8 meses atrás

    Olá

    A todos.

    Tenho visto muitos artigos aqui sobre a visão monocular. E ao longo da minha vida profissional, tive uma aluna que devido a acidente perdeu uma vista, passando por isso a visão monocular, porém a tridimensionalidade não lhe desapareceu, porque esta não é tratada pelos olhos mas sim pela zona occipital do cérebro.

    Outras situações levam à visão monocular, a qual pode nem sequer existir de uma forma tão linear quanto isso.

    Com 53 sofrendo de um ligeiro estrabismo convergente, posso referir que só por volta dos 30 e tal anos, é que fiquei a saber que não conseguia integrar duas imagens num visuo meter, isto é de um lado é projectada uma estrada do outro um poste telegráfico. A visualização das duas imagens só era conseguida numa fracção de segundo, perdendo imediatamente essa composição.

    Esta deficiência, ou pseudo deficiência nunca me impediu de fazer a vida normal, pois que a tridimensionalidade não é tratada a nível dos olhos, mas sim a nível dos lóbulos occipitais.

  • wellington cruz comentou a entrada "LinuxbestChoice - um novo blog sobre Linux" à 16 anos 8 meses atrás

    Olá meu amigo Felipe,

    Tudo bem com vc?

    Comigo está...!

    Bom, entrei no seu blog, mas não consegui ver muitas coisas... meu JAWS em algumas páginas lê em inglês. E como não sou muito bom no inglês, não consegui axcessar direito.

    Vc sabe como faço para meu jaws ler em português essas páginas?

    Mas me parece que está bem axcessível...

    Abraços do WELL!!!

  • jfilipe comentou a entrada "PME não empregam deficientes" à 16 anos 8 meses atrás

    Olá Luís !!

    Obrigado pela força que me estás transmitindo !! loooool

    Bom, costuma-se dizer que quem não arrisca não petisca ... !!
    E certamente em muitos momentos da nossa vida devemos arriscar .... !!
    Eu estava no ínicio da carreira e arrisquei, mesmo sem ter garantias q tudo desse certo .... !!

    Já depois de tar cá a trabalhar há cerca de 5 anos a recibos verdes, que é uma autêntica porcaria .... !! :-(
    Eis q surgiu um concurso externo para ingresso nos quadros.
    Na minha àrea eram 150 candidatos e 5 vagas .... imagina só .... !!
    Foi muito duro, tive q lutar muito e arriscar mais uma vez .... !!
    Eu chegava a casa cansado do trabalho e ainda tinha que estudar em casa à noite legislação sobre a administração pública, um catrapasso enorme .... e tinha apenas cerca de 1 mês ou menos para o estudar .... !!
    Graças a Deus consegui passar em todas as etapas, e hoje já estou nos quadros há cerca de 4 anos .... !!

    Agora já se sabe, que atingindo um patamar de estabilidade, não se deve desleixar ... !!
    Eu tenho atitude, e não fico à espera q as coisas venham até mim, aliás trabalho é q não me falta .... !!
    Pelo contrário, invisto e tento ir ao encontro às necessidades que vão surgindo ... !!
    Preparo isso tb tenho .... !! looool

    Relativamente a controle emocional, sei separar as águas, do que é trabalho do que é lazer
    Costuma-se dizer que trabalho é trabalho e conhaque é conhaque ... !!

    Últimamente nem por isso, mas antigamente quando o meu patrão me chamava ou vinha ter comigo, eu ficava um bocadinho nervoso ... !!
    E o mesmo se passava ou ainda às vezes se passa com o meu chefe q tá na minha sala comigo, e com o nosso web designer ... !!
    Quando ele tá a trabalhar ... tudo bem, mas às vezes quando vem ter comigo por vezes fico um bocadito nervoso .... !!
    Mas já tenho mudado imenso e tento controlar o nervosismo e falar com naturalidade .... !!

    Bom fds !!
    Abraços

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