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ola boa tarde gostaria que vc mandasse o modelo via e-mail pois gostaria de ver como é que ficaria.
desde já agradeço sua atenção.
Oi Pedro,
Como vai? Meu nome é Adriana e estou escrevendo uns textos para virarem CDs para que pessoas cegas possam ter acesso a um pouco de informação atualizada.
Resolvi escrever sobre Hellen Keller, uma surdacega muito famosa, tenho certeza absoluta que voce deve saber um pouco dela.
Quanto a mim, sou psicóloga, mas não trabalho com pessoas surda e nem cegas, faço pesquisa na área de neurociencias, ou melhor, fazia, estou tentando voltar. Desempregada como a maioria das pessoas, fazer o que né!
Que lugar voce mora? Eu moro em São Paulo.
Nem sei muito o que lhe dizer, achei seu trabalho bem interessante, pensei em colocar algo de voce no Cd que vou escrever da Hellen Keller saber, sobre seu blog. Será que posso?
Se quizer conversar comigo, a respeito de qualquer coisa, pode incluir-me em seus contatos.
Estou indo para o Canada, para estudar. Por quanto tempo? Não sei ainda, vai depender das coisas darem certo ou não.
Bom, já vou indo, um abraço e boa sorte.
Adriana
Olá meu querido,
Olhando por esse lado, que pessoas abusam do direito, é verdade... concordo com vc, há muita gente que iria viajar a torto e a direito!
Mas, olha só, igual vc momentou na questão da saúde, não seria viável disponibilisar uma passagem para um deficiente que precisa fazer um exame?
ou, já que é um beneficil, disponibilisar uma passagem por ano ida e volta, com o deficiente comprovando que ele não pode pagar.
São fatos e fatos, mas acho que em alguns casos poderia ser liberada a passagem e em outros não.
O que não dá para entender, é como uma pessoa pode criticar um beneficil sem pensar que outras pessoas podem necessitar dele.
Meu amigo, gostei do seu comentário.
Pesso que comente sempre que achar que falei bobagem ou que não concorda com minha opinião.
Abraços do WELL!!!
Olá Cris!!!
Espero que muita gente aproveite essa belíssima receita.
São textos como esse que fazem a gente refletir sobre muitas coisas na nossa vida, e, há muitas e muitas palavras como essas que vc escreveu que fortalessem e reenstaura vidas.
Parabéns!!!
Abraços e beijos de WELL!!!
Este pudim torna as pessoas mais docinhas especialmente quando acordam muito azedas logo de manhã
Cris
Embora estas empresas estejam sensibilizadas é muito pouco para as pessoas com o problema de defeciência deveria de haver muito mais sensibilização das empresas nonosso país.
Em princípio, tendo a concordar com o Norberto. Benefícios são muito justos quando se destinam a reparar desigualdades. É forma de fortalecer o fraco que, de outro modo, não poderia crescer. Então, vejamos: é justo que um cego não pague a passagem do ônibus? Se não estiver empregado, em minha opinião, é inteiramente justo. Mas como dizer isso se outros desempregados não têm o mesmo direito? Sim, é verdade, mas a aparente inconsistência se dissolve quando consideramos que muitos deficientes não conseguem locomover-se de outro modo e, assim, seria quase como subtrair-lhes o direito de ir e vir. A seguridade precisa conferir-lhe este benefício para que possa lutar por uma condição melhor.
E será que é justo que cegos tenham vaga reservada em concursos públicos? Novamente, penso que este benefício é justo. As condições de prova, em geral, são muito piores. Se não lhes dermos este direito, a despeito de seu preparo, poderão ser eliminados por processos injustos. Sei que o motivo da reserva não é apenas este. Também é reserva de vagas. Não gosto da reserva de vagas, deficientes deveriam ser iguais. Mas o fato é que não são e, por isso, enquanto o mercado e o próprio deficiente não amadurecem, um benefício há que ser dado.
O que quero dizer com isso é que benefícios são justos desde que invocados para restituir a igualdade a quem deveria ser igual. Agora, pergunta-me: sou favorável que deficientes tenham benefício em passagens aéreas? Se for dito assim, de forma crua, direi que sou inteiramente contra. Se não atrelarmos esta viagem a nenhum motivo justo, então, é uma comodidade e não se invocam benefícios para dar comodidade a quem quer que seja. Do contrário, estaríamos a defender que cegos tivessem o direito de freqüentar gratuitamente restaurantes de luxo, a passear de táxi gratuitamente, a adquirir instrumentos musicais importados sem custo, etc. Se não vinculada a um motivo justo, a gratuidade de passagens aéreas para cegos é imoral. Não há milagre. Se há um benefício, há também uma fonte de financiamento. Todos os freqüentadores habituais dos vôos terão um acréscimo no preço de suas passagens para financiar cegos que voam gratuitamente. Então, vejamos: "Gostaria de perguntar a todos vocês que estão neste vôo, se concordam em financiar a passagem deste rapaz cego". "Oh! Creio que sim. É um pobre rapaz. Não gostaria de estar em seu lugar". "Mas veja minha senhora. O rapaz voa toda a semana para jogar uma partida de futebol com os amigos. Visto que não paga nada, utiliza-se do serviço com muito mais freqüência do que qualquer outro". É claro que estamos a falar em desconto e não gratuidade, mas o raciocínio é exatamente o mesmo.
Todavia, há motivos justos. Será que não é razoável que um cego possa voar gratuitamente para submeter-se a um procedimento médico que não existe em sua cidade? Como posso dizer que isto não seja justo? A saúde pública deveria estar em toda a parte inclusive na cidade de nossa personagem hipotética. Por isso, se o Estado não foi capaz de dar-lhe a saúde em sua cidade, deve levá-lo a qualquer canto onde esta possa ser encontrada.
Muitos cegos ganham salário-mínimo e não gostaria que as coisas fossem deste modo. Há muito preconceito, há muita desvalorização do trabalho do deficiente, mas também é fato de que temos muitos deficientes inteiramente despreparados. Uma associação de que participei oferecia diversos cursos. Havia um grande esforço para que as vagas fossem preenchidas e para que os financiamentos não fossem cortados. A despeito do desemprego maciço daquele público, não víamos muitos cegos a candidatar-se. Ficavam a gritar palavras de ordem, a reivindicar este ou aquele benefício, mas recusavam-se a sentar na sala de aula. Quando apareciam as oportunidades, sim, anunciávamos o tempo inteiro, a esmagadora maioria se encolhia porque não tinha preparo.
É certo que havia um outro público que não sabia andar só, que não tinha qualquer independência e que não tinha a oportunidad de freqüentar os cursos. Lamento muito que isto ocorresse. As oportunidades deveriam ser-lhes generosas também, mas isto não sucedia. Sim, Wellington, havia quem realmente não pudesse, mas a maioria podia e ficava apenas a reclamar e a pedir benefícios.
Havia um bom número de voluntários que se perguntava porque pessoas tão frágeis ao ponto de necessitar de benefícios, não freqüentavam os cursos e concluíam que não mereciam o emprego, que não se esforçavam o suficiente e que os benefícios não foram feitos para financiar a falta de motivação alheia. Ponderavam que os deficientes discursavam uma coisa e agiam de outro modo. Por vezes, ouvi-os mencionar palavras rudes em relação às pessoas deficientes, muitos eram empregadores e após conhecer cegos um pouco mais de perto, não se propunham a dar-lhes um emprego. Aquele que não sabe pedir a coisa justa, acaba por não ter o seu quinhão mesmo quando merece.
Nem todos os cegos são deste modo. Na verdade, creio que a maioria não o é. Dei apenas um exemplo de coisas que me ficaram gravadas no passado. Não quer dizer nada. É um exemplo não edificante, mas do mesmo modo como há cegos de talento e esforço formidáveis, há aqueles que não têm nem uma coisa, nem outra. Pudera, são seres humanos feitos da mesma matéria frágil do ordinário de toda a raça humana.
De certo, gostaria de viajar para toda a parte sem ter de despender tão altas somas. Como estas não estão ao meu alcance, acabo por não utilizar o transporte aéreo quando não estou a trabalho. Também eu gosto da comodidade. Sejamos sinceros. Comodidade é realmente muito bom. Mas a despeito disso, não depreendo quais seriam os motivos justos que me permitiriam defender com veemência a gratuidade ou o desconto de passagens aéreas para pessoas portadoras de deficiência. É claro que posso estar errado e, neste caso, Wellington, agradecerei que aponte as falhas de meu raciocínio, pois sempre devemos estar agradecidos a todos aqueles que, aperfeiçoando os nossos pontos de vista, tornam-nos maiores.
Olá!
Mais uma vez, um comentário sem lógica...
Se é um beneficio, deveria ser um beneficio. E não um beneficio escluindo uns ou outros.
Afirmo: vc não deve precisar de benefícios, pois faz uns comentários sem um pingo de consideração a quem precisa.
esse salário que vc falou (mínimo), as vezes não é uma questão de despreparo, mas de injustissa com as qualidades do deficiente.
Não sei de onde vc é, mas se mora no brasil sabe que o que falo é verdade.
Ou se não sabe, não é nem um pingo atualisado com a nossa realidade.
Abraços!!!
Caro Wellington
Por acaso o facto de o acompanhante já beneficiar de um desconto, não é um benefício?
Se o seu argumento é o salário que as pessoas com deficiência recebem, então coloquemos as coisas taco a taco:
Como é que as outras pessoas que recebem o salário mínimo, ou mesmo as que não recebem nenhum, andam de avião?
Haja bom senso!
Cumprimentos
NSousa
Olá meu caro!
Como vc pode fazer um comentário tão infeliz como esse?
Fala para mim, como as pessoas com deficiência vão viajar de avião sem ter discontos, se os salários nem sempre são iguais?
As vezes, pessoas com deficiência tem as mesmas qualidades que uma pessoa sem nenhum problema e, a valorisação no mercado de trabalho nem sempre é igual.
É claro que queremos ser tratados iguais e não precisar desses benificios, mas as vezes esse é o meio que temos para realisar algumas atividades.
Por isso, acho que seu comentário foi sem lógica, ridículo e impróprio.
Se vc precisasse desses benificios, não comentaria dessa maneira.
Abraços!!!
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