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Concordo inteiramente com a opinião de Luís Medina a quem felicito pelo excelente trecho aqui oferecido. A clareza das suas palavras dispensa outros comentários. Ainda assim, gostaria de deixar um breve testemunho sobre a importância da medida aqui em apreço. Com efeito, já por duas vezes tive que me deslocar a Londres para ser submetido a operações que me proporcionem a salvaguarda de uma pequena réstia de visão que ainda conservo. Foram grandes as dificuldades económicas que tive de enfrentar quer com o preço das intervenções cirúrgicas e estadia quer com as despesas de viagem para mim e para um acompanhante. Se existisse no meu País uma medida de apoio social semelhante à que vem sendo discutida pagamento da viagem aérea do acompanhante tudo teria sido um pouco mais fácil para mim. Na verdade, não é fácil encontrar alguém disponível para nos acompanhar, alterando a sua vida com todos os inconvenientes que tal situação acarreta e tendo ainda que pagar, a expensas suas, a despesa das viagens. O pagamento integral ou substancialmente comparticipado das despesas em viagem aérea a pessoas deficientes é uma medida de grande alcance social que a estes muito beneficia. É a eles que tal apoio se destina e a mais ninguém.
Cumprimentos
Manuel
essa receita sim .... !!
recomenda-se e não faz mal aos diabetes !! loool
A minha vizinha já fez esse pudim e eu já o povei !!
e é bom !!
embora eu goste mais do francês !! looool
ya !! loool
é mesmo !! looool
pode ser q as pessoas fiquem mais docinhas !! loooool
mas cuidado com os excessos e os diabetes ... !!
Lucas,
Desde que abri este tópico, evoluí neste assunto e gostaria de dizer-lhe em que consiste esta evolução:
1. O Pascal é linguagem excelente e, apesar de ter tido contato com outras linguagens, não há outra que mais simpatize. O Freepascal é excelente ferramenta e, no Windows, funciona precisamente com o mesmo funcionamento. Na linha de comando, digita-se "FPC [nome do arquivo fonte}" e o arquivo é compilado. Há quem muito critique o Pascal, mas é rpeciso dizer que não estamos a falar do Turbopascal, cujos recursos são modestos para os padrões atuais. Há muitas bibliotecas e estou persuadido de que com o Pascal pode-se, com maior ou menor dificuldade, fazer qualquer coisa.
2. Até onde sei, o Pascal utiliza o Window Forms como GUI padrão. Como não há suporte a gerenciadores de geormetria, esta não é boa opção. No linux, terá uma opção a mais. NO Windows, leitores de tela não se entendem com o GTK, mas, segundo ouvi dizer, o mesmo não sucede no Linux. Linux, Pascal e GTK é solução excelente. O único gerenciador de geometria eficiente que encontrei no Windows é o Wx, mas infelizmente, o Pascal não tem suporte a Wx. Uma solução é desenvolver a lógica em Pascal e a interface Wx em C ou Python.
3. O Pascal possui suporte a banco de dados. Como não sou desenvolvedor profissional, utilizo o Sqlite3, mas pode utilizar o MySQL, o Microsoft SQL Server, além de outros bancos de dados. No início, fazemos os nossos bancos de dados com os records do Pascal. São excelentes para o aprendizado. Creio que o programador que não passa por eles, não tem flexibilidade de raciocínio. Há que lidar com ponteiros, com estruturas de ordenação para sedimentar o pensamento. Mas apesar disso, estes bancos não possuem a flexibilidade de um banco de dados relacional. Recomendo que o primeiro banco de dados depois dos records do Pascal seja o Sqlite3. Possui uma biblioteca simples para os usos simples.
4. O Pascal permite o acesso a objetos de automação OLE que lhe permitem controlar funções do Word, Excel, Power Point, Firefox, bem como, as funções internas do Windows. Além disso, pode ter acesso simples a funções de DLL. Já utilizei esta opção para automatizar o Excel. Queria gerar um relatório, mas notei que a linha de comando não oferecia boa interface para o meu relatório. Salvei em arquivo, porém, num arquivo Excel. O código não era obviamente interoperável, mas funcionou bem.
5. Embora o Pascal não seja a linguagem mais apropriada para isso, permite a programação Web por meio de CGI. Há uma biblioteca específica para isso: a Eazcgi. O Pascal antigo possui suas restrições, mas parece que o Object Pascal é linguagem poderosa com muitos recursos.
6. PHP é também uma opção excelente e aqui temos grandes programadores cegos. Com o HTML, a criação de interfaces gráficas é simples e com as folhas de estilo CSS, podemos utilizar formatações concebidas por pessoas que enxergam. Abomino linguagens que não tem boa documentação. O PHP, entretanto, tem uma documentação online excelente, ainda mais extraordinária do que a do Freepascal. PHP e bancos de dados entendem-se magnificamente bem. PHP não tem grande velocidade para operações numéricas intensas. Para isso, verá que Pascal e C são muito melhores. O Pascal tem desempenho muito bom.
7. Python é extraordinariamente flexível. Apesar de todo o entusiasmo que tenho pelo pascal, reconheço que com Python desenvolve-se muito mais rápido, escrevendo muito menos linhas. O intepretador vem com um número de bilbiotecas de perder o fôlego. A implementação de listas é muito simples e aquilo que faria com muitos ponteiros em Pascal, consome poucas linhas e pouco cérebro em Python. Contudo, Pascal é mais rápido do que Python. Não há que se falar em linguagem melhor ou pior. Há campos de atuação. Tenho-me entusiasmado com Python. Estou a principiar em interfaces gráficas. No entanto, já lhe posso dizer com toda a certeza que Wx e Python é uma combinação feliz. Com a biblioteca Wx, inicialmente desenvolvida para o C, consigo criar menus, botões, caixas de textos e vinculá-los a funções que realizam tarefas.
8. A depender de sua carreira, interfaces gráficas não terão realmente qualquer importância. Na verdade, creio que elas são mais importantes para a vida pessoal do que para a profissional. O cego sempre se destacará mais onde a visão não for requerida. Poderá escrever drivers, trabalhar no grande porte e, de certo, neste campo, com Cobol e Dbase, com PL/1, com Clipper tivemos grandes cegos a programar.
9. Tenho muita curiosidade de saber como cegos se vêem com o Java, com o C, o C++, o C#, O Perl, o Javascript, o Object Pascal, com a JAWS Scripting, com o Scripvox, com o Python, com o Ruby, com o Visual Basic, com o Autoit, com o Lua, com o Logo, com o Abap, com o Matlab, com Logo, com Shell Script, com Batch programming, com VB Script, com XUL, com Dbase, com Mysql, com Sqlite, com ADO, com DAO, com Win32API, com Assembly, com Harbour ou o que mais cegos estejam a utilizar. Ouvi maravilhas de Prolog e Lisp, linguagens voltadas para a inteligência artificial. Desejava saber para que exatamente utilizam estas linguagens e se são úteis como extensão de programas escritos em outras linguagens.
De prático o que posso dizer é que utilizo Pascal com Sqlite e Python com Wx. Já experimentei PHP com Mysql e HTML e também me pareceu muito bom.
Gostaria de saber se há uma lista de discussão de programadores cegos. Conheço a JAWS-script-pt, mas esta destina-se tão-somente a programação para o JAWS.
A CGD disponibiliza um método de validação alternativo para os clientes invisuais. Basta que seja solicitado em qualquer balcão.
Peço desculpa por ter induzido o colega em erro mas o motivo de não funcionar deve-se, quase de certeza, ao facto do colega estar a utilizar uma tabela de conversão diferente da que eu uso. Sugiro que entre em contacto comigo para foutoreis@gmail.com afim de tentarmos ultrapassar a sua dificuldade.
Olá a todos, é extremamente interessante encontrar esta produtiva
discussão de vocês. Também sou cego, e este ano iniciei a faculdade de
bacharelado em ciências da computação na UFPR (universidade federal do
paraná).
Entre adaptações envolvendo a matemática, um pulo ali outro lá para a
programação, tenho conseguido me virar bem. Será porque no início só
estamos tendo pascal, para desenvolver a lógica da programação, eu não
sei. Pelo menos, essa parte tenho me dado bem, e amanhã sai a nota da
primeira prova de algoritmos!
Gostaria de contribuir para os programadores iniciantes com o que me
ajudou. É muito produtivo instalar uma máquina virtual em seu
computador, e colocar o linux nela.
o site:
www.linuxacessivel.org
apresenta inúmeros artigos de acessibilidade no linux, muito produtivos.
Há também um link para um download do ubunto 8.10 configurado por eles,
com os repositórios já direcionados para o do linuxacessivel. Muito bom,
contem uma voz agradável que se asemelha a voz do jaws, e o ubuntu já
vem bem configurado.
Mas por que ter uma máquina virtual?
Se você começar com pascal, como eu estou começando, provavelmetne você
gostará de usar o free pascal. Ele é um compilador clássico, bom, e com
poucos bugs.
No linux, para instalar o compilador, é muito simples:
sudo apt-get install fpc
pronto, instalado!
para compilar os programas, apenas use o comando:
fpc 'nome do arquivo'
se preferir, use também um pipeline para redirecionar a saída da
mensagem do compilador para lê-la com calma no gedit, por exemplo:
fpc 'nome do arquivo' > saida.txt
Essas foram as facilidades que encontrei usando o linux para programar,
até agora. A parte de interface gráfica usando bibliotecas, não vou
poder contribuir em nada. O início do curso mexemos apenas com prompt,
essa parte vai ser bem mais para frente.
vou deixar meu e-mail, para quem quiser entrar em contato e trocar
algumas idéias sobre programação. Estou no primeiro semestre do curso, e
não posso ajudar muito ainda. Mas, acredito que nos próximos 7 semestres
que virão encontrarei muitas dificuldades que vocês possam ter sanado, e
muitas dificuldades que eu possa ter resolvido.
lucasradaelli@gmail.com
Um abraço a todos.
Magladia, eis aqui a decisão do Juiz:
Movimento: Conclus?o ao Juiz
Decisão: Defiro JG ao autor. Compulsando os autos, verifica este juízo a presença dos requisitos autorizadores da antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional, ex vi do art. 273 do CPC. Assim, intime-se a ré para que proceda, em 48 (quarenta e oito) horas, à reserva de vaga no 3º lugar da classificação do concurso a que se submeteu o autor, conforme narrado na inicial, sob pena de incidir em multa diária no valor de R$250,00 (duzentos e cinquenta reais), que incidirá pelo prazo de trinta dias, podendo ser prorrogado por igual prazo. Cite-se. Intimem-se.
Acho muito chato a falta de emprego para os deficientes
afinal eles são seres humanos!
Fabio
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