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Conteúdos com o tema Informática e tecnologia

Nesta página pode ver todo o conteúdo do Lerparaver organizado tematicamente.

"PC dá independência a deficientes"

por Lerparaver

Ele bem que chega a incorporar uma aura de Steve Wonder ou Ray Charles. Mas, não, não se trata de um artista famoso. Músico amador desde os sete anos de idade, o consultor mundial de acessibilidade da IBM, Guido Corona, se viu obrigado a trocar as teclas do piano pelas do computador quando começou a ter problemas sérios de visão, há cerca de 25 anos.

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Eles são cegos, nós é que não os vemos

por Lerparaver

José Esteves Correia tem 55 anos e é cego desde os 30. A perda da visão levou-o a três depressões profundas. Hoje é presidente da Acapo, onde luta pela autonomia de quem tem deficiência visual. E a autonomia pode começar em coisas tão simples como aprender a fazer a barba ou a andar na rua. Mas sempre com a noção do limite "um cego não poderá conduzir", exemplifica. Mas poderá um dia - e este é o objectivo presente - ir ao hiperpermercado sozinho quando "aquelas superfícies disponibilizarem alguém para os acompanhar".

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Sensores são usados como recursos na alfabetização de alunos cegos

por Lerparaver

Pessoas cegas têm, em geral, uma grande dificuldade em relação à compreensão do espaço que vivem. Para que possam conduzir seu dia a dia de forma plena e com autonomia, eles precisam reconhecer as ruas da cidade e ter pontos de referência, além de observar as diferenças entre os ambientes que freqüentam, através de outros sentidos.

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Formação em TIC - Públicos Especiais

por Lerparaver

PRIMUS - Agência de Desenvolvimento Regional para a Área Metropolitana do Porto está neste momento a preparar uma candidatura à Medida 3.7 «Certificar Competências em TIC» no âmbito do POSC - Programa Operacional Sociedade do Conhecimento.

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UBI convence Microsoft

por Lerparaver

Um mundo mais saudável com um software de sumarização de textos para PDA foi o projecto que levou uma equipa da Universidade da Beira Interior à vitória na competição Imagine Cup 2006, uma iniciativa da Microsoft. Os responsáveis por estes sucesso são Bruno Conde e o seu corrdenador, o docente Gaël Dias.

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Dissertação sobre o computador na prática pedagógica com realce para a educação especial

por Lerparaver

INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

CURSO DE ESTUDOS SUPERIORES ESPECIALIZADOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

Dissertação

Orientada por:

Dr.ª Maria de Lurdes Pereira

ALUNO: Leonardo Cunha da Silva

PORTO, 1998

INTRODUÇÃO

A razão de ser da escolha do tema para esta dissertação assenta essencialmente, na necessidade de aprofundar o estudo de um novo recurso cada vez mais presente no panorama escolar, o computador, bem como, as vantagens do seu uso na Educação em geral e especificamente na Educação Especial.

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Um novo recurso especial

por Lerparaver

Por Elizabet Dias de Sá

Em minha família, somos 8 irmãos dos quais 5 perderam progressivamente a visão. Sou psicóloga e trabalho como educadora. Sempre necessitei de recursos especiais em minha trajectória académica e profissional: bengala, guias humanos, sistema Braille, gravador, livros falados, ledores e computador tornaram-se indispensáveis em minhas actividades diárias.

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O paradigma da acessibilidade total

por Lerparaver

Aquilino Rodrigues (1)

1. Introdução

As tecnologias da Informação e da comunicação encontram-se num estado muito avançado de desenvolvimento e crescimento. As novidades da indústria sucedem-se a um ritmo estonteante, e ninguém hoje tem dúvidas de que será possível em breve transmitir som imagem e dados à distância, com menores custos e aparelhos mais pequenos e simples. O poder das novas tecnologias é tal, que permite pela primeira vez imaginar uma sociedade em que todos, independentemente das suas limitações físicas, possam aceder à informação e comunicar sem qualquer limitação. É sobre este novo paradigma, e suas implicações práticas que se debruça este trabalho.

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Os meios informáticos na escola

por Lerparaver

QUE HORIZONTES PARA OS ALUNOS CEGOS?

PLANO IDEOLÓGICO DA ACÇÃO

1. BRAILLE VERSUS COMPUTADOR

Este ponto, como introdutório que é, pretenderá clarificar uma base de desenvolvimento que assente - ou proponha - algum tipo de pressuposto que, só por si, justifique, numa análise simples, as vantagens das novas tecnologias. certo que, ouve-se, diz-se, sabe-se, que as novas tecnologias permitiram, mesmo aos cegos, dar um enorme salto qualitativo - e quantitativo - no que toca à informação, seja do ponto de vista da aquisição, seja da produção. E não estará tanto em causa a aquisição da informação mesma, mas a maneira de a produzir, de a fazer chegar aos outros, no caso, aos professores. Por que, se quanto ao acesso, e no que toca à sua captação, não terá havido introdução de elementos novos, já no campo da produção, é facto que tal aconteceu. ou seja: no primeiro caso, a aquisição é feita a partir do som e do tacto - voz, áudio, braille -, no segundo - pelo braille e pela escrita normal - aconteceu o computador que é, tão somente, um equipamento com uma facilidade de trabalho e versatilidade de utilização que desde logo o colocam como fonte de qualidade, de quantidade, de domínio, de iniciativa, de autonomia, em cada proposta pessoal, no caso o aluno cego, de propor informação.

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A evolução tecnológica e a formação

por Lerparaver

- Introdução

- A importância do acesso à informação no mundo actual

- O acesso dos cegos e Amblíopes à informação e à cultura ao longo dos tempos

- A necessidade de uma formação adequada que permita a utilização das novas tecnologias pelos deficientes visuais

- Conclusão

INTRODUÇÃO

Neste trabalho pretende-se realçar o valor da Formação para melhor utilização das novas tecnologias pelos deficientes visuais. Num mundo totalmente dependente dos avanços da técnica, a informação corre mais depressa do que há uns anos atrás. As empresas, os departamentos públicos, enfim todos os sectores da nossa sociedade têm necessidade de aceder a toda a informação possível num curto lapso de tempo. Os cegos e os Amblíopes, se querem estar a par desta evolução, têm de fazer o mesmo, quer dizer, tentarem por todos os meios ao seu alcance acompanhar este rápido desenvolvimento da sociedade. Se tal não for conseguido, continuaremos a viver afastados dela, não podendo participar em pleno na sua evolução.

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Vamos reaprender a ler

por Lerparaver

José Adelino Figueira Guerra (Biblioteca Municipal de Coimbra)

1 - Portugal, Um País Que Lê Pouco

2 - O Problema Circunscrito Aos Deficientes Visuais

3 - A Internet como resposta possível

4 - Perspectivas Para Tempos Próximos

5 - Conclusão

1 - Portugal, Um País Que Lê Pouco

"O facto não é novo, mas volta a ser falado na Imprensa Mundial, a constar de estatísticas e a ressaltar de relatórios - em Portugal não se lêem jornais ou lêem-se pouco, o que é quase a mesma coisa..."

(Publico, 31 de Julho de 1999)

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Conclusões da videoconferência sobre braille, novas tecnologias, orientação e mobilidade

por Lerparaver

Lisboa-Coimbra-Viseu-Porto

24 de Maio de 2001

Do Painel 1 - O Sistema Braille

Constatou-se que as preocupações dos intervenientes são as seguintes:

1. A fraca competência de leitura leva ao insucesso escolar;

2. O braille requer uma pedagogia adequada e docentes bem preparados;

3. O ensino do braille deve acompanhar os alunos ao longo de todo o percurso escolar, incluindo os estudos universitários;

4. O Ministério da Educação deve dar mais atenção à formação de professores, quer do nível regular, com a introdução de uma disciplina de brailologia, quer a nível da especialização, insistindo nas áreas do braille, das novas tecnologias e da orientação / mobilidade;

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