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Conteúdos com o tema Educação

Nesta página pode ver todo o conteúdo do Lerparaver organizado tematicamente.

Curso de braille beneficia 120 professores da rede pública

por Lerparaver

Governo federal pretende formar mais 330 educadores até o fim do ano

Professores das redes públicas estaduais e municipais, que trabalham ou vão trabalhar com alunos deficientes visuais de escolas especializadas, participam, de 26 de junho a 7 de julho, de um curso sobre o Sistema Braille Integral e o Código Matemático Unificado, usados no auxílio à leitura e escrita de pessoas que não podem enxergar.

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O braille e a musicografia - origens, evolução e actualidade

por Lerparaver

Por José Fernandes da Silva

(Trabalho apresentado no Seminário: "Acessibilidades - o que temos e o que queremos", Que teve lugar no dia 20 de Outubro de 2003 no Auditório do Orfeão da Covilhã)

Introdução

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O desenho em relevo: uma caneta que faz pontos

por Lerparaver

Francisco J. Lima 1 & José A. Da Silva 2.

Resumo

O presente trabalho descreve uma caneta que facilita as pessoas cegas desenhar e sugere seu uso na educação e lazer dessas pessoas. De baixo custo, bonita, prática e capaz de produzir alto-relevo de excelente qualidade em papéis e acetato, facilmente encontrados no mercado, a caneta para desenho em alto-relevo permite a produção de desenho por e para pessoas portadoras de limitação visual. Simplesmente pressionando a caneta contra o papel, sobre um aparato de EVA composto de EPDM, o cego pode produzir desenhos, mapas ou gráficos, acompanhando com uma mão o desenho que faz com a outra. Recomendada principalmente como material didático e lúdico, esta caneta vem auxiliar profissionais de educação especial no ensino de geometria, geografia, estatística, ou na ilustração de livros infantis para portadores de limitação visual. Com a caneta para desenho em alto-relevo M\H 1.0, crianças, jovens e adultos cegos terão a oportunidade de conhecer e explorar o mundo dos desenhos bidimensionais (tendo acesso a representações de prédios, igrejas, figuras de animais ou quaisquer objectos que antes não podiam manusear) e de expressar suas próprias representações de objectos conhecidos ou imaginados, desenvolvendo e manifestando, assim, suas habilidades artísticas e de criação. Utilizada na estimulação de crianças portadoras de limitação visual, a caneta para desenho em alto-relevo M\H 1.0 possibilita a educadores, pais e responsáveis dessas crianças um ensino lúdico, estimulando-lhes a criatividade, a imaginação e o tato. Finalmente, com certo treino, a caneta para desenho em alto-relevo M\H 1.0 permitirá aos cegos aprender o alfabeto em tinta, possibilitando-lhes receber ou deixar recados para pessoas que não sabem ler o braille.

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Abrindo os olhos dos educadores, para inclusão escolar dos alunos com deficiência visual

por Lerparaver

Patrícia conseguiu entrar na escola somente aos 14 anos. Aos 18, Daniel estava cursando a sétima série e Camila, de 6 anos, fazia parte de uma turma do pré-escolar. Influenciada pela família, ela não queria ir para uma escola especial. Seu colega do primeiro ciclo ganhou uma máquina de escrever em braille, doada pela comunidade. Saionara usava lupas e necessitava de material ampliado. Osvaldo terminou o segundo grau, aguardando a implantação de uma sala de recursos que significava a garantia de suporte pedagógico para o atendimento de suas necessidades educacionais especiais. Estes alunos e alunas têm em comum a deficiência visual e uma trajetória escolar permeada de conflitos e obstáculos.

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A escola no contexto da vida

por Lerparaver

Por Elizabet Dias de Sá

A história de minha família é típica da maioria da população brasileira. Meus pais vieram do interior de Minas Gerais para tentar a sorte na capital. Estabeleceram-se como comerciantes na periferia de Belo Horizonte. nossa vida seguia seu curso de acordo com apelos e demandas de sobrevivência. O trabalho sempre foi um dos principais valores cultivados e a escola um ideal acalentado por minha mãe que ousou desafiar a realidade, sonhando garantir para os filhos o que lhe fora negado.

Somos oito irmãos dos quais cinco perderam gradualmente a visão.

Sempre necessitamos de recursos ópticos e outras alternativas quase sempre improvisadas ou inexistentes. Actualmente bengalas, guias humanos, sistema Braille, gravadores, livros falados, ledores e computadores fazem parte da parafernália indispensável em minha vida diária.

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Dissertação sobre o computador na prática pedagógica com realce para a educação especial

por Lerparaver

INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

CURSO DE ESTUDOS SUPERIORES ESPECIALIZADOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

Dissertação

Orientada por:

Dr.ª Maria de Lurdes Pereira

ALUNO: Leonardo Cunha da Silva

PORTO, 1998

INTRODUÇÃO

A razão de ser da escolha do tema para esta dissertação assenta essencialmente, na necessidade de aprofundar o estudo de um novo recurso cada vez mais presente no panorama escolar, o computador, bem como, as vantagens do seu uso na Educação em geral e especificamente na Educação Especial.

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A integração do aluno com deficiência visual no curso secundário

por Lerparaver

Diagnóstico da situação

Por Elizabet Dias de Sá

Sinopse

O presente relato é o resultado de uma consultoria realizada em Belo Horizonte, em 1984, para a Directoria de Educação Especial da Secretaria de Estado da Educação em Minas Gerais. Consiste no diagnóstico elaborado a partir da experiência de uma escola do ensino regular da rede estadual de ensino público, onde foi criado, em 1980, o Serviço de Apoio aos Deficientes Visuais.

Os alunos com deficiência visual aprovados pelo exame de selecção para o segundo grau dessa escola contavam com a assistência de uma sala de recursos que possibilitava a transcrição do material em tinta para a escrita braille.

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Limites e possibilidades da Mãe-social nas casas-lares

por Lerparaver

Por Elizabet Dias de Sá

Ao ser convidada para falar sobre disciplina e limites com técnicos e Mães-Sociais que actuam em Casas-Lares no Estado de Minas Gerais, procurei conhecer os aspectos que me pareceram essenciais para compreender a natureza deste projecto e situar a demanda, manifesta de forma ampla e vaga. Neste sentido, as expectativas extrapolavam a mera demarcação de procedimentos, posturas, atitudes ou recomendações instituídas na forma de leis, contratos ou regulamentos. Percebi que se tratava da abordagem de conflitos vivenciados pelas Mães-Sociais no desempenho de suas funções, particularmente, no que se refere à colocação de limites, à disciplina e às normas de convivência no espaço das relações institucionais e interpessoais. Aos poucos, foram emergindo apelos presentes no convívio diário de um grupo socialmente constituído à imagem e semelhança de um núcleo familiar.

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Escolas especiais e papel dos educadores

por Lerparaver

Elizabet Dias de Sá*

"aquilo que não é consequência de uma escolha não pode ser considerado como mérito ou fracasso. Diante de uma condição que nos é imposta, é preciso encontrar a atitude certa".

(M. Kundera)

Longe de promover a equalização social, a escola constitui instrumento de reprodução da cultura dominante, de desigualdade e de marginalização das classes populares. Nela, mecanismos de segregação e de exclusão são amplamente praticados. A escola deveria ser para o povo e, no entanto, volta-se contra o povo. O alunado pobre tem sido massacrado pela dominação que produz e reproduz o fracasso escolar. E pobre do alunado pobre que apresenta alguma deficiência física, sensorial ou mental. Para esses alunos, a escolarização é conquista e desafio permanentes em uma escola que espelha e espalha estigmas.

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Necessidades educacionais especiais na escola plural

por Lerparaver

Elizabet Dias de Sá

Uma das noções mais difundidas na realidade brasileira é a de que a rede pública não está capacitada para receber crianças com necessidades educacionais especiais, seja por deficiência física, sensorial ou mental. Por isto, a educação especial tem-se mostrado como uma espécie de limbo, para onde são encaminhados os educandos considerados ineptos ou incapazes de aprender, espelhando as mazelas do sistema educacional. Ora, tais educandos mostram-se ineptos do ponto de vista de que e de quem? Parecem incapazes de aprender o quê? Por quê? para quê? Estas e outras questões suscitam uma reflexão sobre a ação pedagógica, a problemática da função social da escola e os mecanismos de inclusão/exclusão social.

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O braille e a sua importância na educação dos cegos

por Lerparaver

Leonardo Silva - O braille e a sua importância na educação dos cegos

Leonardo Cunha da Silva

INTRODUÇÃO

Ao apresentar o presente trabalho quero alertar, que não se trata de um trabalho planificado ou estruturado como era meu desejo, no entanto, compreende um esforço, modesto mas necessário para responder aos objectivos da disciplina.

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Quem necessita de educação especial?

por Lerparaver
Imagem do autor Vicente MARTINS

A legislação, no Brasil, evolui mais do que as leis em se tratando especialmente de educação escolar. Para ilustrar, uma metáfora: as leis andam a passos de tartaruga e por isso, cedo caducam; enquanto a legislação, a saltos de canguru, permanentemente, actualizam-se no espaço e no tempo. Os conceitos de educação especial e necessidades educacionais especiais exemplificam bem a assertiva e a metáfora acima.

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Os meios informáticos na escola

por Lerparaver

QUE HORIZONTES PARA OS ALUNOS CEGOS?

PLANO IDEOLÓGICO DA ACÇÃO

1. BRAILLE VERSUS COMPUTADOR

Este ponto, como introdutório que é, pretenderá clarificar uma base de desenvolvimento que assente - ou proponha - algum tipo de pressuposto que, só por si, justifique, numa análise simples, as vantagens das novas tecnologias. certo que, ouve-se, diz-se, sabe-se, que as novas tecnologias permitiram, mesmo aos cegos, dar um enorme salto qualitativo - e quantitativo - no que toca à informação, seja do ponto de vista da aquisição, seja da produção. E não estará tanto em causa a aquisição da informação mesma, mas a maneira de a produzir, de a fazer chegar aos outros, no caso, aos professores. Por que, se quanto ao acesso, e no que toca à sua captação, não terá havido introdução de elementos novos, já no campo da produção, é facto que tal aconteceu. ou seja: no primeiro caso, a aquisição é feita a partir do som e do tacto - voz, áudio, braille -, no segundo - pelo braille e pela escrita normal - aconteceu o computador que é, tão somente, um equipamento com uma facilidade de trabalho e versatilidade de utilização que desde logo o colocam como fonte de qualidade, de quantidade, de domínio, de iniciativa, de autonomia, em cada proposta pessoal, no caso o aluno cego, de propor informação.

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A evolução tecnológica e a formação

por Lerparaver

- Introdução

- A importância do acesso à informação no mundo actual

- O acesso dos cegos e Amblíopes à informação e à cultura ao longo dos tempos

- A necessidade de uma formação adequada que permita a utilização das novas tecnologias pelos deficientes visuais

- Conclusão

INTRODUÇÃO

Neste trabalho pretende-se realçar o valor da Formação para melhor utilização das novas tecnologias pelos deficientes visuais. Num mundo totalmente dependente dos avanços da técnica, a informação corre mais depressa do que há uns anos atrás. As empresas, os departamentos públicos, enfim todos os sectores da nossa sociedade têm necessidade de aceder a toda a informação possível num curto lapso de tempo. Os cegos e os Amblíopes, se querem estar a par desta evolução, têm de fazer o mesmo, quer dizer, tentarem por todos os meios ao seu alcance acompanhar este rápido desenvolvimento da sociedade. Se tal não for conseguido, continuaremos a viver afastados dela, não podendo participar em pleno na sua evolução.

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A leitura através do computador

por Lerparaver

Por ACEDIR JESUS DE SOUZA

Detendo uma aptidão pela redação e pela gramática, considero, hoje, necessário que se trabalhe o incentivo da leitura através no computador no ambiente escolar. Como fazer?

Pode-se afirmar que através da leitura, adquire-se o conhecimento. Pois, conforme Alvin Toffler, “A informação é a base do conhecimento”.

Os meios tradicionais como o livro, a revista e outros, não nos oferecem informações de menor valor. Todavia, se analisarmos uma aula de redação em sala tradicional sem o computador, veremos a impossibilidade de se ter disponibilizadas bibliografias em abundância para pesquisa. Já que é inviável o transportei de uma biblioteca inteira para sala de aula. Por meio do computador/internet podemos ter “mil e uma” bibliotecas virtuais ao nosso dispor.

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Conclusões da videoconferência sobre braille, novas tecnologias, orientação e mobilidade

por Lerparaver

Lisboa-Coimbra-Viseu-Porto

24 de Maio de 2001

Do Painel 1 - O Sistema Braille

Constatou-se que as preocupações dos intervenientes são as seguintes:

1. A fraca competência de leitura leva ao insucesso escolar;

2. O braille requer uma pedagogia adequada e docentes bem preparados;

3. O ensino do braille deve acompanhar os alunos ao longo de todo o percurso escolar, incluindo os estudos universitários;

4. O Ministério da Educação deve dar mais atenção à formação de professores, quer do nível regular, com a introdução de uma disciplina de brailologia, quer a nível da especialização, insistindo nas áreas do braille, das novas tecnologias e da orientação / mobilidade;

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Resolução CNE/CEB Nº 2

por Lerparaver

De 11 de Setembro de 2001.

Institui Directrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o disposto no Art. 9º, § 1º, alínea “c”, da Lei 4.024, de 20 de Dezembro de 1961, com a redacção dada pela Lei 9.131, de 25 de Novembro de 1995, nos Capítulos I, II e III do Título V e nos Artigos 58 a 60 da Lei 9.394, de 20 de Dezembro de 1996, e com fundamento no Parecer CNE/CEB 17/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 15 de Agosto de 2001,

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