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Projeto Universitário - Aparelho Celular para deficientes visuais

por Luciana Oliveira
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Meu nome é Luciana e sou estudante da Universidade de Brasília do curso de Desenho Industrial e juntamente com uma colega estamos desenvolvendo um projeto voltado a deficientes visuais.
Diferentemente de adaptações de aparelhos existentes, na verdade o projeto visa desenvolver um aparelho que apresente além da funcionalidade uma aparência diferenciada, que a utilização do produto não cause desconforto ao usuário e muito pelo contrário que na realidade seja um produto que represente como indivíduo, para que o deficiente como uma pessoa qualquer da sociedade, visando dessa maneira incluir esses indivíduos.

Motivada inclusive por um artigo publicado no site que cita situações como essa:
" As pessoas cegas costumam despertar atenção, curiosidade e estranheza, ao fazer compras, combinar peças do vestuário, lidar com talheres, dinheiro ou realizar tarefas igualmente prosaicas. " por Elizabet Dias de Sá em 24 de setembro de 2000.

O projeto não tem fins de comercialização, mas é um material de pesquisa importante para iniciativas como essa sejam visualizadas e incentivadas.
Depois de tantas considerações gostaria de saber se realmente iniciativas no sentido de adaptar os produtos as necessidades específicas dos deficientes sem tornar o produto um motivo de exclusão é realmente interessante para o público.

Muito obrigada pela atenção e gostaria da colaboração de todos que possuam interesse opinassem para que o produto atinja o seu objetivo e expectativas com relação aos usuários.

Cristiana M. C. Olá, Luciana. Não entendi quais seriam as desvantagens dos celulares adaptados já existentes. O meu, o LG Mx500, pode ser utilizado por pessoas com ou sem deficiência visual.
Quanto à importância de adaptar produtos às pessoas com necessidades especiais, acho fundamental. Muitos produtos no mercado são específicos para deficientes visuais, o que segrega esse público e o deixa refém dos preços praticados pelos fabricantes desses produtos. É certo que algumas iniciativas desse tipo são necessárias (no caso de máquinas braille, regletes, bengalas e leitores de tela), mas a ´prática de criar produtos exclusivos para os dvs vem se generalizando. Outro dia li a respeito da criação de um leitor de códigos de barra. Mas, afinal, é o produto que deve ter embalagem com inscrições em braille/letra ampliada; o leitor traz custos adicionais ao deficiente, tirando a responsabilidade da empresa.
Abraço, e boa sorte no projeto.

Cristiana M. C.

Olá Cristiana,
Primeiramente muito obrigada pela resposta!

Na realidade a questão do desenvolvimento do produto visa adicionar características diferentes ao aparelho além de buscar a agregar funções que facilitem o seu uso, no que diz respeito a textura, segurança que realmente seja um aparelho que além de possibilitar seu acesso a diferentes funções, tivesse outras características estéticas, sonoras e olfativas e que fosse projeto exclusivamente para você e não somente algo que utiliza no sentido de adaptação, por necessidade.

Podendo ser diferente e inovador, sem que se torne um mecanismo de rejeição. Em alguns artigos que li comentaram que por muitas vezes os deficientes abriram mão da estética pela funcionalidade, mas hoje com todo o aparato tecnológico existente isso não é mais necessário.

Gostaria realmente de saber dos usuários: se um aparelho que apresentasse aspectos que além de apresentar um acesso mais rápido e fácil ainda fosse agradável e transmitisse segurança, conforto que realmente sentisse bem ao utilizá-lo, não seria um diferencial que fosse determinante na compra de um aparelho celular?

Se pudessem se pronunciar a fim de que entenda um pouco mais desse universo, para que realmente compreenda as necessidades dos usuários e não fique presa apenas a bibliografia, seria de extrema valia.

Grata,

Luciana Oliveira

Estudante de Desenho Industrial - Universidade de Brasília

Luciana Oliveira

Estudante de Desenho Industrial - Universidade de Brasília

Obrigada pelos esclarecimentos, Luciana. Acho bem interessante a iniciativa. Segurança, design e estética são características fundamentais de um produto, além da ludicidade. Meu celular, por exemplo, só lê as funções básicas: data e hora, nível do sinal e da bateria, se há ou não mensagens, alguns itens da agenda ... Mas se quero, por exemplo, ler mensagens sms ou lidar com arquivos mp3, não consigo fazê-lo com autonomia. Preciso do auxílio de alguém que enxergue.
O problema começa pela falta de acessibilidade do manual, que só vem impresso. Por que não vem em cd também

Também estou à disposição para participar da pesquisa "prática".
Cristiana M. C.

Cristiana M. C.

Tenho 14 anos e estou visitando esta página pela primeira vez. É importante saber que existem pessoas interessadas em mudar o mundo em relação a isso também. Não sou portadora ddde deficiência visual, mas estou sempre pesquisando a respeito deste assunto, pois sei que existem muitas dificuldades em vista e que nós devemos inverter a situação... No meu colégio estão fazendo um projeto sobre inclusão social, incluindo os portadores de deficiências visuais, se possivel gostaria de saber algumas situações de extrema dificuldade e muito comuns no dia-a-dia de portadores da deficiência visual...
Parabéns à Luciana e obrigada para os que puderem me ajudar!

Olá! Eu sou deficiente visual e nós podemos conversar via email ou Msn. Se você puder me passar o seu email, Seria melhor para conversarmos...

Grato
Sidarta

Sidarta

seja um aparelho que além de possibilitar seu acesso a diferentes funções, tivesse outras características estéticas, sonoras e olfativas e que fosse projeto exclusivamente para você e não somente algo que utiliza no sentido de adaptação.

Ana Catarina Rocha Rua

Eu gostava de saber mais informações sobre o projecto: Projeto Universitário - Aparelho Celular para deficientes visuais, de poder colaborar no projecto de qualquer forma. alguma coisa escrevam para o meu mail. Este projecto pode assim ajudar muitos cegos, eu sou estudante do curso de engenharia informática na faculdade de ciências, Portugal

Ana Rocha

Primeiramente muito obrigada pelos comentários: Ana, Sidarta e novamente a Cristiana
Cada linha que me escrevem garanto que contém informações preciosas para o andamento do projeto.
Ana Catarina gostaria muito de ter colaboração sim, pois quanto mais informação possuímos será mais fácil entender e nos aproximar ao que poderia está no mercado, afinal a produção de pesquisa dentro de uma universidade é fundamental para a produção de conhecimento que pode ser empregado mais tarde.

O ponto mais importante, desse contato com vocês é acima de tudo formar um perfil. Entender as necessidades de vocês para chegarmos aos problemas e buscar a melhor solução. E também saber um pouco mais de cada um e assim saber: o que gostam, compram, fazem para se divertir e entender um pouco como é enxergar o mundo de uma forma diferente, para que esse produto possua características de algo que comprariam e realmente gostassem de usar.

Mais uma vez muitíssimo obrigada,

Luciana Oliveira

Estudante de Desenho Industrial - Universidade de Brasília

e-mail:luciana.s.o@gmail.com

Luciana Oliveira

Estudante de Desenho Industrial - Universidade de Brasília

SidartaOlá Luciana! Sou deficiente visual total, moro no Brasil e tenho um celular da Nokia, este no qual consigo fazer apenas ligações, visto que não é nem um pouco funcional para as pessoas que não enxergam.

Gostaria de citar a tendência dos aparelhos ficarem menores do que ja são. Este detalhe é muito interessante, pois precisamos de um aparelho que supra nossas necessidades e seja portátil. Mas isto tras desconforto para eu, que sou deficiente, pois os botões ficam menores, sendo assim, ficam mais difíceis de manuseá-los.

Outra característica que me tras dificuldade é o fato de poucos celulares virem com a possibilidade de instalar algum programa que o torna acessível, visto que esses celulares são muito caros e não são todos que tem condições financeiras para comprá-los.

Outra coisa que na minha opinião, se os celulares tivessem seria melhor, são os botões de atalho, esses nos quais facilitariam o nosso acesso a áreas do celular mais rápido.

Gostaria também, de comentar a respeito do design. É muito legal a sua proposta de fazer celulares que além de serem funcionais sejam estéticamente bonitos.

Agradeço, desde ja, a você, Luciana, a preocupação de fazer produtos acessíveis para os deficientes.

Qualquer outra dúvida pode postar que, na medida do possível, tentarei responder
Grato
Sidarta

Sidarta

No caso do meu celular, só consigo registrar um telefone por pessoa. Se aquela pessoa tem um celular e um telefone fixo, tenho que digitar duas entradas: nome da pessoa cel e nome da pessoa fixo. É melhor do que não poder registrar telefone algum, mas pode melhorar.
Outra dica: depender o mínimo possível de gravação de voz no celular. É que em ambientes barulhentos, que são comuns aqui em São Paulo, o celular não consegue identificar facilmente o que está sendo dito pelo usuário.
Os celulares da Teen vêm com um chip, que pode ser tirado e colocado. Talvez seja uma solução viável para instalar softwares de acessibilidade no celular.
Meu aparelho tem menus, todos com números. Claro que seria necessário instalar um leitor de tela para que eu tivesse certeza de estar executando a operação desejada.
Acho que por enquanto é isso.

Cristiana M. C.

Cristiana M. C.

SidartaOlá Luciana! Eu andei pensando esses dias a respeito do que poderia melhorar em um celular.

Eu tive a idéia dos jogos... Muitas vezes eu me deparei com meus amigos jogando no celular.
Essa é uma outra característica que se fosse possível para os deficientes visuais jogarem também, seria mais uma forma de inclusão. É óbvio que não poderemos jogar os mesmos tipos de jogos que os normovisuais jogam, mas poderemos jogar, talvez, um jogo de xadrez, jogo da forca, ou até o jogo da memória em números(Como por exemplo:O celular vai falando os números. Começa falando três números e eu tenho que repeti-los. Depois que eu repeti os três, aumenta a dificuldade...)

Grato
Sidarta

Sidarta

Meus parabéns pela iniciativa Luciana, com certeza seu projeto é da maior importância para nós cegos, de importância incalculável! meus parabéns e sucesso! tudo de bom!

LUCIANA, FICO MUITO FELIZ COM A SUA INICIATIVA. NÓS CEGOS ESTAMOS CONQUISTANDO DIA A DIA NOSSO ESPAÇO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO ATRAVÉS DE INICIATIVA DE PESSOA COMO VOCÊ. MAS MUITA COISA PRECISA SER FEITA, COMO POR EXEMPLO, CRIAR UM EQUIPAMENTO QUE NOS POCIBILITA DETECTAR QUAL O ÔNIBUS QUE VEM. QUANDO TEM GENTE NO PONTO PARA DAR SINAL PARA NÓS, TUDO BEM, MAS QUANDO NÃO TEM NINGUÉM, HÁ, MEU DEUS! SÓ DEUS! ABRAÇOS TIAO OLY DE BELO HORIZ

Olá, como vão? Mais uma vez obrigada pelos comentários, pois são extremamente úteis para a pesquisa.

Uma das coisas que tenho notado no comentário de cada um, no que diz respeito a autonomia, a independência que possuem e almejam, apesar de muita gente ainda pensar o oposto.
O mais importante para o projeto de um produto é conhecer o usuário, saber quem vocês são: se trabalham, estudam, que lugares que freqüentam, mas como estamos na internet par segurança de todos gostaria de respostas genéricas por exemplo: trabalho, estudo, pego ônibus, vou ao shopping, quanto a idade pode ser dos 15 aos 20, 20 aos 30, 30 aos 40 anos e assim por diante.
Esse tipo de informação é muito importante principalmente para saber em que tipos de ambientes que será usado, quem usará.

Bem, se puderem colaborar mais uma vez ficaria extremamente agradecida.

Um ótimo final de semana e Páscoa a todos

Luciana Oliveira

Estudante de Desenho Industrial - Universidade de Brasília

Luciana Oliveira

Estudante de Desenho Industrial - Universidade de Brasília

Caríssima Luciana.

Graças a Deus, existem pessoas como você, que com seu talento não mede esforços para melhorar a vida dos deficientes visuais.
Conforme o amigo mineiro muito bem lembrou, uma de nossas maiores dificuldades principalmente nos grandes centros, é conseguir parar um ônibus. Sua iniciativa, poderá ser útil, em DIVERSAS ATIVIDADES. o MAIS IMPORTANTE, É QUE SUA PESQUISA ESTÁ SENDO DESENVOLVIDA COM UMA DEDICAÇÃO, QUE MERECE SER OBSERVADA POR OUTROS AMIGOS COMPETENTES QUE DE IGUAL MODO DESEJAM SERVIR. eVENTUALMENTE, ESCREVEREI SEGUINDO SUAS INSTRUÇÕES, PARA CONTRIBUIR COM SUA PESQUISA. pARABÉNS A VOCÊ E A SUA ESTIMADA AMIGA COMPANHEIRA DE TRABALHO. vários

Olá Luciana! Eu sou estudante, vou a lugares normalmente, como teatros, shoopings, casa de amigos, locais onde fornece cursos, etc...

Só não vou em locais sozinho como: mercado, porque tenho uma mãe superprotetora. Mas futuramente eu irei sozinho...
Eu tenho de 15 a 20 anos. Moro no Brasil.

Acho que só.

Abraços
Grato Sidarta

Sidarta

A ideia do projecto parece-me bastante interessante, e como deficiente visual só posso alegrar-me com este tipo de iniciativas, e felicitar os seus promotores!

Sou deficiente visual, e tenho entre 40 e 50 anos. Trabalho actualmente e tenho de me deslocar de transportes públicos. Apesar de não ser invisual, apresentam-se-me muitas dificuldades, e qualquer tipo de equipamento que possa melhorar a minha mobilidade e indepemdência será utilizado em todos os percursos. Quero com isto dizer que será para me acompanhar diariamente, como acontece com outros equipamentos que utilizo actualmente.

Desejo os maiores sucessos para o projecto!

Cumprimentos

Olá Luciana, fico muito contente por saber que tal projecto está a ser desenvolvido do outro lado do Atlântico. Posso dizer-lhe que sou cega, tenho 21 anos, sou estudante universitária, faço uma vida autónoma, uso selular, apanho onibus, vivo sozinha e uso a informática todos os dias na faculdade.
Faço faculdade de línguas e a minha amior dificuldade é encontrar dicionários adaptados, quer de inglês, quer de alemão, sejam eles bilingues ou monolingues.
Espero que este meu comentário seja útil, para mais esclarecimentos, pergunte directamente para o meu mail: madalena-ribeiro@hotmail.com.
Estou disposta a ajudar no que for necessário.
Parabéns e muito obrigada pelo seu trabalho e pela sua dedicação a este tema.Madalena Ribeiro

Madalena Ribeiro

Cristiana M. C. Olá, Luciana e todos. Tenho 32 anos, trabalho fora o dia todo e estou estudando para entrar na pós-graduação. Geralmente uso o celular em ambientes barulhentos.
Atualmente tenho que descarregar umas fotos do celular para o computador, mas dependo de alguém para isso. Se eu tivesse autonomia, já o teria feito.
Qualquer esclarecimento novo, meu email é
cristiana.mello@gmail.com.
Abraços,

Cristiana M. C.

Olá,
Sou mãe de uma DV, ela tem 7 anos e pediu um celular. Como não tem nada voltado para os DVs, estou procurando um com COMANDO DE VOZ, para facilitar. Mas será ótimo ter um celular, ou vários, para os PNEs. A minha filha irá usar para ir à escola e comunicar comigo e com o pai. Assim a idéia é ter um aparelho com facilidade na discagem. Outra funcionalidade mto interessante, para os pais em especial, é GPS, uma espécie de localizador do usuário. Minha filha ainda é pequena, então nao sai sem um adulto, mas me preocupa quando ela tiver autonomia para sair sozinha, então o localizador me deixaria tranquila.

Parabéns a todos pela iniciativa

Oi!
eu tenho visão subnormal, e uma das coisas mais chatas é depender de outras pessoas para utilizar coisas como o celular. já pensei várias vezes sobre o porquê de não termos aparelhos com uma melhor funcionalidade para portadores de necessidade.
alguem falou bem, as mensagens são bem complicadas para ler, além disso o acesso a internet para se baixar algum download!

espero que seu projeto seja um sucesso!

Cristiana M. C. Olá a todos os envolvidos nessa discussão. Lembrei-me de mais duas dificuldades que tenho com o LGE mx500: não consigo registrar mais de um número de telefone por contato, nem selecionar contatos na lista. Se esqueço o nome que digitei, o bicho pega. Tenho sempre de inventar nomes fáceis de lembrar. Exemplos: Luciana, Luciana cel, Luciana casa, Luciana facúl, etc.
Abraço,

Cristiana M. C.

Luciana,
É interessante o projeto de desenvolver esse aparelho, mas vale lembrar que não seria utilizado somente por pessoas com deficiência visual, e sim, também por pessoas tetraplégicas.
Meu filho é portador de paralisia cerebral, e é tetraplégico - sempre primamos pela sociabilização dele - e uma das questões que nos deparávamos era exatamente essa - o uso do telefone.
Resolvemos uma parte dessa questão, comprando um headphone, onde ele pode falar à vontade, sem interferência física nossa... por outro lado.. ainda existe a dependência. Ele não pega o telefone, e nem digita o número, mas tem boa memória e sabe falar...
Portanto, talvez, esse projeto seja bem legal para ele também.
Infelizmente, não são só os portadores de deficiência visual que despertam atenção, curiosidade, estranheza, e inclusive "pena", qualquer tipo de diferença é motivo de discriminação.
Seria bastante interessante se alguma empresa tivesse interesse em produzir tal aparelho, com certeza haverá mercado, porém deve haver conscientização na produção do mesmo, pois tudo que é necessário na vida diária de um Portador de Necessidades Especiais é, lamentavelmente, muito caro e inacessível.

Oi Pessoal,

Sei que já se passou algum tempo então não sei se alguém responderá.

Eu estou concluindo o curso de informática na Cândido Mendes no Rio de Janeiro e meu trabalho final foi um programa de informações para celulares, já alguns anos acompanho o assunto e já tive uma namorada DV e lembro os problemas que ela tinha. Por isso e por acreditar que o futuro da informação é que ela esteja onde você estiver (sendo ou não portador de DV/DA) estou querendo criar um programa que permita um melhor uso dos celulares existentes (seja na linguagem J2ME por ser mais difundida) dessa forma ajudar com tarefas simples como: data/hora, contatos, sms, mp3 e se possível a questão da identificação de onibus, moro perto de uma União dos Cegos e vejo os problemas que tem para atravessar os sinais e identificar os onibus.

Para solucionar esses dois últimos (onibus e sinais de transito) pensei em algo que envolva os celulares (pois são acessíveis) e um equipamento barato (pois se for caro as empresas não vão usar) e poderia ser algo como um cartão como os usados nos pedágios, para isso bastava criar um programa e talvez um receptor/emissor.

No caso dos onibus um leitor tipo os dos pedágios leria o sinal do celular e saberia que existe um passageiro no ponto. (ou algo assim so que no onibus) nao sei ainda.

O programa pra fazer isso eu faço sem problemas...so preciso pensar na tecnologia.

Se quiserem trocar ideia sobre o assunto robson.rj@hotmail.com

T+

Robson

sendo deficiente visual (possuo só 5% na visão direita), não conheço um celular que tenha teclas afastadas uma da outra uns 3mm, pelo menos, e que a tecla contraste com o aparelho. Por exemplo base preta, tecla branca.
Um abraço,
Valdo

Olá Lucina! Sou estudante de design e tenho um projecto semelhante ao teu. Acho que é uma óptima ideia desenvolver aparelhos que possibilitem a comunicação e a troca de informação entre pessoas com algumas carências físicas e o exterior envolvente. Estou neste momento a fazer uma pesquisa sobre a existência desses aparelhos e encontrei este site, mas tentei procurar mais coisas sobre este projecto e ainda não encontrei nada. Desta forma peço-te ajuda, de forma a trocares informação e experiencias sobre este assunto. Deixo-te o meu e-mail para que, se estiveres entressada, me deixares algum tipo de informação.
Muito grata pela atenção
Vanessa Silva
silva.da.vanessa@gmail.com

O blog de Tadeu
Já existem programas que se instalam nos telemóveis, tal como o Talks e o Mobile Speake que permitem aos cegos e amblíopes acesso a todas as aplicações de um telemóvel. Esse tipo de projecto não tem fundamento, a não ser para se obter uma boa nota no final do curso universitário. Mas nós, deficientes visuais, não pretendemos aparelhos específicos, mas sim aparelhos que tanto possam ser utilizados por nós como por qualquer normovisual.
Quanto a não despertar a atenção, isso é praticamente impossível. Tudo o que é diferente desperta a atenção.

Já que estão a falar telemóveis que se pode instalar esse tipo de programas de voz, têm de ser telemóveis exageradamente caros para pessoas com muito baixo rendimento, é difícil com a reforma obter um telemóvel desses, deveria de existir um especifico para nos que nao tivesse câmara de fotos porque não precisa-mos e outro tipo de funções e assim tornava-se muito mais económico o telemóvel, que acham da ideia ?
e servia também para as pessoas de idade que já têm dificuldade em ver o ecrã

Ora finalmente alguém a focar o ponto certo!

Não sei quem é o Boi Novo, mas de novo sobre estes assuntos parece não ter nada! Realmente parece-me que há muita gente por este mundo fora que, apesar da boa vontade e da preocupação para desenvolver algo para deficientes visuais ou para qualquer outra pessoa com limitações, devia dedicar-se um pouco mais à pesquisa antes de avançar nos projectos. Bem sei que é difícil descobrir tudo o que existe, mas há coisas básicas. Contudo, os docentes destes cursos também deviam ter um pouco mais de bom senso e não deixar os alunos fazerem o papelinho que por vezes fazem!

Relativamente "... diferenciada", que a Luciana escreve na introdução ao projecto, confesso que não percebi o que queria dizer com isso. Se ainda está a desenvolver este projecto, talvez fosse importante explicá-lo melhor para receber outro tipo de feedback.
Mas concordo com o Boi Novo, tudo o que é diferente chama a atenção. Neste momento, os softwares de voz que existem permitem, não só aceder a praticamente todas as funções de um telemóvel, mas também utilizar um telemóvel igual ao que qualquer pessoa utiliza. Neste sentido não me parece viável apostar na investigação deste tipo de produtos, a não ser para desenvolvê-los ainda mais.

A todas as pessoas que queiram desenvolver projectos para pessoas com deficiência deixo aqui um apelo, façam uma pré-investigação exaustiva sobre o que querem desenvolver; pensem muito bem se o produto final terá realmente utilidade para a pessoa com deficiência e se não será um passo atrás no caminho que se tem percorrido para a integração dos mesmos; e só depois avancem para os projectos.

Consultem os sites das empresas que encontram no Directório do Lerparaver e já terão uma vasta ideia dos produtos que existem para deficientes visuais!

Atenciosamente
NSousa

idéia moderna e precisa
no dia a dia seria comcerteza muito valido
gostaria de saber mais sobre o assunto

oi. eu achei muito legal a ideia, criativa, fora que os deficientes irão gostar muito, claro também se tiver acessível aos seus bolsos. bj

Luciana,
É interessante o projeto de desenvolver esse aparelho, mas vale lembrar que não seria utilizado somente por pessoas com deficiência visual, e sim, também por pessoas tetraplégicas.
Meu filho é portador de paralisia cerebral, e é tetraplégico - sempre primamos pela sociabilização dele - e uma das questões que nos deparávamos era exatamente essa - o uso do telefone.
Resolvemos uma parte dessa questão, comprando um headphone, onde ele pode falar à vontade, sem interferência física nossa... por outro lado.. ainda existe a dependência. Ele não pega o telefone, e nem digita o número, mas tem boa memória e sabe falar...
Portanto, talvez, esse projeto seja bem legal para ele também.
Infelizmente, não são só os portadores de deficiência visual que despertam atenção, curiosidade, estranheza, e inclusive "pena", qualquer tipo de diferença é motivo de discriminação.
Seria bastante interessante se alguma empresa tivesse interesse em produzir tal aparelho, com certeza haverá mercado, porém deve haver conscientização na produção do mesmo, pois tudo que é necessário na vida diária de um Portador de Necessidades Especiais é, lamentavelmente, muito caro e inacessível.
Imaculada Negro*

Prezada, Luciana, li seu artigo de 07 e lhe parabenizo por essa iniciativa vc, estar fazendo o q recomenda SALAMANCA (94), gostaria de saber como estar o projeto, sou Pedagogo Especial e Prof de DV, um abraço.

Professor Marcelo,

por favor entre em contato comigo para que possamos estender este assunto. Estou em uma situação muito parecida com a da Luciana.

Att.
Juliana

Olá meus amigos!!!

Não havia visto ainda esse poste...
Mas, na minha opinião é uma coisa ridícula... essa pessoa apenas gostaria de concluir o seu TCC. O que é uma pena...
Gente, olhem só, qual fabricante vai querer fazer uma linha de aparelhos que sejam adapitados e com o preço baixo...?
Por outro lado, essa estudante usou dos comentários de pessoas que acreditam que estudantes que querem concluirem seus cursos podem fazer algo para realmente ajudar nós, os dvs.
Fiquei revoltado quando vi esse poste e tantos comentários que garanto para vcs, que não saiu do papel...
É simples, foi criado o softuare, foi criado celulares compatíveis a esses softuares... agora alguém me responda:
Para que criar um celular adaptado se já há essas tecnologias?
O que todos pedem mais não vêem é a questão de custo...
Um celular adaptado será muito mais caro que um celular normal.... os celulares que atualmente temos no mercado, não são de um preço barato... mas temos uns mais em conta... o que ainda é pesado é o preço do softuare...

Acho que é bem mais fácil criar um softuare do que criar um celular adaptado...
Pois, se criarem um softuare que leia bem os celulares e que tenha o preço mais axcessível o mesmo sairá como o aplicativo perfeito...

Bom, acho que a univercitária que escreveu esse poste nem irá me responder, mas é como falei... concluiu o TCC já era... não digo que as pessoas que comentaram essa publicação foram bobas, mas inocentes e esperançosas....

E, só espero que isso não se repita... pois tem muita gente que quer fazer as coisas para melhorar a vida das pessoas com algumas necessidades, mais por outro lado, temos os picaretas que usam das pessoas inocentes e as vezes esperançosas para abusarem dos seus sonhos...

Sem mais...

Abraços do WELL!!!

Well, até que enfim alguém realista a comentar est post.
Como é possível nos dias de hoje que alguém se proponha criar um aparelho específico para os deficientes visuais, quando tanto se fala em sociedade inclusiva.
A sociedade inclusiva requer que os aparelhos criados para todos sejam também acessíveis aos DV e a todos os deficientes.É a lógica do desenho universal
Por outro lado, não sou contra que os alunos pretendam terminar os seus cursos universitários. Aliás, quando algum estudante vem ter comigo para realizar algum projecto, a primeira coisa que pergunto é se se trata de um projecto sério ou se é apenas para obter uma boa nota no final do ano.
Isto porque, se é apenas para obter uma boa nota, temos que fazer algo que encha os olhos do Professor, mesmo que os resultados práticos sejam nulos e, convenhamos, facilita muito o trabalho.
Se o trabalho for sério, então a nota pode não ser tão boa, pois não enche os olhos dos professores a curto prazo e, na crise que vivemos, o importante é terminar o curso e arranjar emprego, nem que seja a limpar ruas, pois um doutor a limpar ruas ganha mais do que alguém que tem apenas a 4ª classe.
É lamentável que as coisas funcionem assim, mas todos somos culpados, pois acabamos por ser mais ou menos conscientemente cúmplices.

Cumps
Tadeu

Olá Tadeo

Bom, ainda não havia visto esse poste, mas quando vi achei uma coisa ridicula.

Não é que não precisamos de coisas adaptadas, o que não precisamos é de pessoas que de uma ou outra maneira coloca tantas esperanças em pessoas as vezes desesperadas por / ou / para fazer algo.

Sou dos que pensam: “se tem como adaptar, por que não?”
Mas nesse caso, sou da oposição...
Para que adaptar uma coisa que já tem adaptação? Simplesmente não concordo...

Uma coisa que deveria ser bem pensada, é a questão do softuare para o celular ser desenvolvido por esses estudantes e que o custo não seja axcessivel aos usuários de baixa renda...

Tadeo, é bom saber que tem pessoas que vizitam essa comunidade que tem o mesmo modo de pensar referente a esse assunto.

Tal vez, muitas pessoas que lêem o meu comentário, não gostem da minha opinião, mas se não gostarem, façam como eu fiz... é trocando idéias que aprendemos e vemos o que realmente é ou não é bom para nós.
e, nesse caso, mais ainda...

para quem quer realmente facilitar nossa vida, em vez de ficar querendo criar algo que já tem, crie algo realmente útil.
Fazer celulares adaptados é ridicuulo, faça softuares para diversos modelos de aparelhos.... pois alem de vc ser criativo, vc também estará ajudando as pessoas que não podem comprar os softuares ou celulares de preço abusivo.

Abraços do WELL!!!

Poxa meu amigo, eu realmente fiquei impressionado com sua indgnação. Eu geralmente nem respondo comentários mas o seu me chamou a atenção.
Estava eu procurando software para baixar em celular de forma que o meu tio, deficiente visual, possa buscar na agenda o nome de uma pessoa apenas falando o nome e que o softwae lhe falasse o número.
Você não imagina o quanto isto é importante pra ele visto que ele é telefonista de um hospital público. Graças à Deus ele teve a oportunidade de colocação de trabalho e qualquer coisa que possa auxiliá-lo só poderá aumentar sua auto-estima. Ele é uma pessoa batalhadora e eu o admiro muito e acredito que como ele, existem muitas pessoas que precisem sim, de tecnologias que possam ajudá-los, até porque, não só um deficiente visual possa ser ajudado neste sistema, os idosos também seriam já que tem também limitações. Somem-se os deficientes visuais e os idosos, temos aí uma grande demanda o que realmente poderia reduzir os custos de tecnologias.
E as universidades sim, podem ajudar sobremaneira estes tipos de inclusão social. Acredito que eles tem muito mais força que qualquer outro segmento e ainda podem incentivar pesquisas nas universidades.
A intenção da aluna realmente é louvável e digna de aplausos e saiba você que os profesores universitários também incentivam este tipo de projeto voltado ao deficiente visual.
Todos só tem a ganhar.
Um abraço

Alcina Helena

Acontece que esse tipo de software já existe e é amplamente utilizado pelos cegos, portanto é chover no molhado. Portanto, em vez de procurar na internet, porque não contacta as empresas que fornecem esse software. Aí no Brasil, não sei qual é, mas aqui em Portugal, temos a Tiflotecnia que vende um programa chamado Talks, que permite a pessoas cegas como o seu tio utilizar o telemóvel (celular) com total autonomia.
Outra coisa: já reparou quando foi enviada a última mensagem da Luciana? em 2007, isto quer dizer o quê? Que ela terminou o curso e nunca mais pensou no assunto. Ou será que vamos ser românticos e acreditar que ela morreu de repente, deixando os cegos privados da descoberta da pólvora? Sejamos práticos! Sabemos que o objectivo da maior parte dos alunos servem para fazer chorar professores e mendigar boas notas. Não é importante ser funcional, o que interessa é que seja cientificamente bem fundamentado.
Cumprimentos
Tadeu

Wellington,
Estamos de acordo num ponto. Se temos aparelhos que simultaneamente atendem a deficientes e não deficientes, parece contrário à economia de escala que um aparelho destinado somente a deficientes tenha êxito. É que promete fazer menos por preço maior. No entanto, não me pareceu agressivo o texto da universitária e, a bem dizer, não sei exatamente o quanto ela refletiu sobre o assunto. Penso que a consulta que aqui formulou teve justamente este propósito. E afinal não sejamos demasiadamente rigorosos com a moça que pode estar apenas motivada pelos arroubos da juventude em que o limite entre o planejado e o realizado é apenas a vontade.
Tenho um colega que estava a terminar o seu tCC. Dedicava-se a um driver de impressão. E já falava em o comercializar e revolucionar o mundo das impressoras. Não há nenhum mal nisso. Estamos o tempo todo a calibrar os nossos sonhos até que estejam condizentes com o real. Eu mesmo já pensei em falar alemão, tocar piano e, se brincar, descobrir uma nova partícula do átomo! Na maioria das vezes, consegui menos do que imaginava. Mas, por vezes, consegui mais!
Creio que desabafou porque já observou projetos não estruturados prometerem mais do que podem cumprir. Mas embora tenha muita simpatia pelo amigo, de fato, seus textos deixam entrever muito coração, muita verdade, creio que desta vez foi um bocadinho ranzinza!
Infelizmente, o TCC não costuma gerar pesquisas de fôlego. A pesquisa séria não funciona bem com restrições severas de tempo, custo e experiência. Mas é passo realmente importante para experimentar o gosto por uma extensão acadêmica.
Mas, no essencial, concordo com você e com o Tadeu: três vivas ao desenho universal!/

Olá Luís,

Tudo bem com você?

Eu to legal!!!

Bom, se falei coisas que não devia ter dito, entenda que foi no momento que vi esse poste e tantos comentários esperançosos.
Acho que vc está errado em dizer que não foi apenas para a conclusão do tcc... pois provavel que essa univercitária terminou a facul. E nem se quer entrou na comunidade lerparaver novamente...

Não sei a data de término do curso dessa mossa, mas o que deu para identificar foi um pouco de espertesa e tal vez boa intensão... bom, mas como dizem: “de boa intensão o inferno ta cheio!!!”

Particularmente, não sei o porque comentei dessa maneira. Mas não vi outra maneira a não ser essa. Expressei o que estava sentindo no momento...

E, na minha opinião Luís, não acho que progetos ou coisas como essa dêem certas... pois pessoas despreparadas e mau intensionadas podem aparecer e causar casos como esse...

Não digo que é o caso da nossa colega que escreveu esse poste, ela deve ser muito bem instruída... porem, não foi feliz nesse seu progeto ou quase progeto que tentou implantar.

Não mudo a minha tese, continuo com o mesmo pensamento...!

Obrigado Luís por mais uma observação nos meus comentários...!
Espero que continue a comentar o que acha e principalmente o que não acha certo...

Abraços do WELL!!!

Oh! Meu amigo, descordamos em um grão de areia e concordamos com o resto da duna! Tanto já li seus textos que tenho a clara percepção de que é pessoa formidável. Somente manifestei este ponto de vista, porque sei ser a escrita meio ingrato. Por vezes, lemos a imaginar um tom carrancudo quando a voz é serena. Quando conhecemos o nosso interlocutor sabemos interpretar sua escrita. Ao contrário, quando não conhecemos, podemos ser mal interpretados.
De fato, não é mesmo provável que um TCC contenha elementos revolucionários. Em geral, o pesquisador é pouco experiente e não tem fundamentos para chegar a conclusões inéditas. Entretanto, dou o crédito do primeiro tijolo que, embora muito inicial, é a base para as paredes e colunas que seguirão.
Se havia qualquer dúvida quanto à sua afabilidade e elegância, eis que não mais pode haver. Quem sabe agradecer quando recebe uma crítica, mesmo que tão insignificante quanto esta, é porque merece todos os cumprimentos.
Wellington, tenho especial admiração por todo aquele que se reconhece errado nesta ou naquela situação. É prova de que sempre está melhorar-se. Tenho muitos defeitos. Não é preciso observar-me muito tempo para notá-los. Mas não gosto de me eximir. E por tudo quanto vejo, você também não. Por isso, tenha a minha mais sincera simpatia.

bom eu não sou ninguém para vir criticar o comentário que aqui colocou, mas quero só salientar uma coisa...antes de mais gostaria de saber se é portador de deficiência visual? e depois gostaria de sublinhar que apezar de hoje ja existir muintos equipamentos que podem ajudar deficiêntes visuais tal como eu nem todos eles acessam ou nem todos eles lêem tudo num telemóvel: dou um exemplo ...o talcks o programa que são instalados nos telemóveis de hoje em dia que se dizem bastante adaptáveis ...caso não saiba, não lê o menssenger no telemóvel, a menos que seja com programas tirados da net, quero com isto dizer que não são coisas legalizadas etc! em relação a este equipamento que estão a tentar criar, acho bastante bem, e se realmente não resultar aí talvez se possa criticar algo ...que não seja favorável! acho também que deveria ser um pouco menos inssencível em relação a estes casos de grande inportância para alguns cegos, a comessar por mim! sem mais assunto.
Tiago lopes.

Olá tiago,

Bom, até que fim alguém comentou dessa maneira...
Vamos lá: sou deficiente visual sim e utiliso o talks no celular...
Agora fala para mim, como vão desenvolver esse celular? Nunca vão fazer esses projetos com tanta tecnologia e preço baixo... rs não creio que tem pessoas que ainda acreditam nisso...
Basta ver o comentário para ver que você tem muita esperança mesmo nessa estudante. Respeito sua opinião... mas,responda: o que você acha que esta sendo feito?

Não quero desiludir vc e nem ninguém...
Mas, tem coisas que não entram na minha cabeça... não é apenas um softuare que o talks não lê, são vários... mas, vamos aos pcs... quantos e quantos softuares o jaws também não lê? As coisas vão sendo adaptadas aos poucos...
Nem por isso, criaram um pc desenvolvido apenas para deficientes visuais...

Como falei no comentário anterior, é muito mais fácil desenvolver apricativos para o celular, que o deixe mais axcessível do que desenvolver celular para deficientes visuais...
Fora o custo...

Então, respeito o seu comentário e completo: não mudo minha opinião nesse caso.
Acredito que vc não conheça muito bem os softuares para celular, eles fazem muito mais coisas que imaginamos.

Desculpe se falei coisa que não te agradou? Mas, sou assim, se vejo algo errado, falo mesmo.

Abraços do WELL!!!

A ideia do projecto parece-me bastante interessante, e como deficiente visual só posso alegrar-me com este tipo de iniciativas, e felicitar os seus promotores!

Sou deficiente visual, e tenho entre 40 e 50 anos. Trabalho actualmente e tenho de me deslocar de transportes públicos. Apesar de não ser invisual, apresentam-se-me muitas dificuldades, e qualquer tipo de equipamento que possa melhorar a minha mobilidade e indepemdência será utilizado em todos os percursos. Quero com isto dizer que será para me acompanhar diariamente, como acontece com outros equipamentos que utilizo actualmente.

Desejo os maiores sucessos para o projecto!

Cumprimentos

Amigo, boa noite!

Estamos participando de um projeto onde teremos que criar ou melhorar um produto eficiente para deficientes visuais, este produto será apresentado em uma feira onde vários deficientes serão convidados a visitar.

Gostaria de saber se você como ''deficiente visual'' poderia nos ajudar, pois precisamos realmente saber o que é importante para estas pessoas?

Aguardo retorno.

Não sou portadora ddde deficiência visual, mas estou sempre pesquisando a respeito deste assunto, pois sei que existem muitas dificuldades em vista e que nós devemos inverter a situação... No meu colégio estão fazendo um projeto sobre inclusão social, incluindo os portadores de deficiências visuais, se possivel gostaria de saber algumas situações de extrema dificuldade e muito comuns no dia-a-dia de portadores da deficiência visual.

olá luciana, só agora pude ver e ler atenciosamente este projecto, e ao contrário de muintas pessoas aqui no lerparaver estarem de certa forma desinteressadas por o seu projecto...estou aqui para de facto apoiar isto! é um facto que ja existe equipamentos adaptáveis embora ainda não conssigam ler totalmente tudo o que aparece no ecrã de um telemóvel! deixo aqui o meu inderesso para comunicar em caso de possíveis questões ou pequenas ajudas.
conprimentos! e parabéns!

tiago-lopes.21@live.com.pt

Onde achar aparelhos p pessoas com deficiência visual?
por favor indicar lugares

Oi amigo meu nome é diego. olha celular próprio para nós deficientes visuais não existe até onde eu sei, mas existe um leitor de telas para celulares chamado talks não sei se vc ja ouvio falar nesse programa alguns celulares da nokia aceita esse programa mas esses são um pouco difícil de encontrar. mas não é impocível eu mesmo comercialiso esses aparelhos se tiver interesse no assunto responda esse e-mail para: tenoristta@gmail.com que posso te ajudar!

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